existir

A EXISTIR surgiu em 2001, por iniciativa de um grupo de pais de crianças com Síndrome de Down, com o propósito de constituir uma entidade privada, sem fins lucrativos, que apoiasse crianças portadoras de necessidades especiais, em especial a Síndrome de Down. Fundamos a Entidade em fins de 2004, com o seu registro em 25.01.2005, tendo por objetivo um projeto diferenciado, ou seja, trabalho em grupos de crianças com Síndrome de Down a partir dos 2 anos de idade.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015


Professora Com Síndrome De Down Recebe Prêmio Nacional
POR REDAÇÃO DO JORNAL 
•   NOVEMBRO 4, 2015



Débora Seabra, professora de Natal, Rio Grande do Norte, recebeu o prêmio Darcy Ribeiro, entregue pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, aos professores que fazem a diferença na educação.  A cerimônia aconteceu dia 27 de outubro, em Brasília.
A professora, de 34 anos, trabalha na Escola Doméstica, instituição de ensino particular. Reconhecida como a primeira professora com Síndrome de Down do País, Débora é considerada um exemplo da luta pela inclusão no ensino regular..
Na ocasião Débora falou com emoção  “Eu amo o que eu faço. Amo meus alunos, amo o meu trabalho e também eu gosto muito da minha equipe de trabalho.” ” É importante também para incluir muitas pessoas como eu”, completou.
Débora que sempre estudou em escolas regulares, tornou-se uma defensora da inclusão de pessoas com Síndrome de Down, e luta por oportunidades semelhantes às que teve durante sua formação. Ela viaja pelo Brasil e outros países, como Portugal e Argentina, dando palestras sobre o combate ao preconceito.
Ela contou que enfrentou o preconceito, mas que hoje é reconhecida pelo seu trabalho. Débora nunca estudou em uma escola especial, destinada para crianças com algum tipo de necessidade.
Além de ser a primeira professora do Brasil com Síndrome de Down, Débora integra um grupo de teatro e lançou recentemente um livro chamado “Débora conta Histórias”, que reúne fábulas infantis com mensagens de apoio ao direito de ser diferente.
Ela contou que enfrentou o preconceito, mas que hoje é reconhecida pelo seu trabalho.
Débora que sempre estudou em escolas regulares, tornou-se uma defensora da inclusão de pessoas com Síndrome de Down, e luta por oportunidades semelhantes às que teve durante sua formação. Ela viaja pelo Brasil e outros países, como Portugal e Argentina, dando palestras sobre o combate ao preconceito.
Parabéns à professora Débora Seabra!
Fontes: Universia Brasil
Pesquisa: http://www.jornalsuperabr.com.br/371/

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