existir

A EXISTIR surgiu em 2001, por iniciativa de um grupo de pais de crianças com Síndrome de Down, com o propósito de constituir uma entidade privada, sem fins lucrativos, que apoiasse crianças portadoras de necessidades especiais, em especial a Síndrome de Down. Fundamos a Entidade em fins de 2004, com o seu registro em 25.01.2005, tendo por objetivo um projeto diferenciado, ou seja, trabalho em grupos de crianças com Síndrome de Down a partir dos 2 anos de idade.

sexta-feira, 30 de junho de 2017



10 Brincadeiras Antigas para Resgatar Imediatamente
 1. PULAR CORDA
E eu abri
Senhoras e senhores: ponham a mão no chão
Senhoras e senhores: pulem de um pé só
Senhoras e senhores: dêem uma rodadinha
E vão pro olho da rua (comando para a criança sair e dar a vez ao colega)
2. ESTÁTUA
3. BOLA DE GUDE
4. ESCRAVOS DE JÓ
  • Erguer e abaixar o copo até o chão, cantando uma musiquinha para ajudar a manter o ritmo do movimento, ex: “sobe o copo, desce o copo, sobe o copo, desce o copo”;
  • Pegar o copo oferecido pela criança à esquerda e passá-lo para a criança à direita (“pega e passa, pega e passa”). É bom que esse movimento não ocorra no ar, mas no chão, mantendo-se o copo à frente da criança, pois é mais difícil manter o ritmo quando o movimento é executado no ar;
  • Treinar o movimento de zigue-zague, ou seja: sem soltar o copo, leva-lo à direita, à esquerda e à direita novamente, cantando o“zigue-zigue-zá”.
Escravos de Jó jogavam caxangá (cada criança passa o objeto para a criança à sua direita. Lembre-se: realizando o movimento no chão, o objeto à frente do corpo, fica mais fácil manter o ritmo)
Tira, (erguer o objeto)
põe, (pôr o objeto no chão)
deixa ficar (as crianças dão as mãos)
Guerreiros com guerreiros (voltar a passar o objeto para a criança à direita)
fazem zigue, (colocar o objeto à frente do corpo à direita, sem soltar)
zigue, (colocar o objeto à frente do corpo à esquerda, sem soltar) 
 (colocar o objeto à frente do corpo à direita)
5. CABANINHA
6. DANÇA DAS CAVEIRAS/TUMBALACATUMBA
  • Três – jogam xadrez
  • Quatro – tiram o sapato
  • Cinco – apertam o cinto
  • Seis – imitam chinês
  • Sete – mascam chiclete
  • Oito – comem biscoito
  • Nove – dançam o rock
  • Dez – lavam os pés
  • Onze – andam de bonde
  • Doze – fazem pose
  • Uma – voltam para as tumbas
7. ESCONDE-ESCONDE
8. CASINHA
9. BAMBOLÊ
10. CANTIGAS ACUMULATIVAS


TEMPO DE LEITURA: 9 MINUTOS
Criança hoje em dia só quer saber de videogame e jogos eletrônicos? Talvez, se ela só conhecer videogames e jogos eletrônicos! A verdade é que brincadeiras antigas podem interessar muito às crianças, bastando que haja um incentivo para isso. Vale a pena resgatar essas brincadeiras em sua casa, experimentando divertimentos que fizeram a infância de tantas gerações, aproveitando ainda para desenvolver habilidades como consciência corporal, lateralidade, atenção e foco, controle de impulsos e habilidades sociais.
Nesta série de artigos, você encontrará sugestões de brincadeiras simples e divertidas para incorporar ao repertório de seus filhos.
Faixa etária indicada: acima de 05 anos
Participantes: a partir de 03 para a modalidade abaixo, mas pode ser uma atividade solo
Habilidades envolvidas: Consciência corporal; Coordenação motora grossa; Ritmo; Lateralidade; Equilíbrio; Atenção e foco
Duas crianças (“batedores”) seguram cada uma em uma ponta da corda e começam a batê-la em sentido horário, enquanto uma terceira criança (ou uma terceira e uma quarta simultaneamente), posicionada entre as outras duas, salta toda vez que a corda tocar no chão. O ritmo das batidas pode variar de lento a rápido. É comum acrescentar à brincadeira uma música que envolva comandos que devem ser cumpridos pelo “saltador”. Um exemplo clássico:
Um homem bateu em minha porta
Com crianças pequenas, há algumas variações possíveis:
“Cobrinha” (a partir de 02 participantes): segurando a corda por uma das pontas, um dos integrantes começa a girá-la rente ao chão, devendo a outra criança saltá-la. Essa atividade é semelhante à brincadeira do “jacaré”, ensinada pelo professor Robson Furlan neste vídeo.
“Cobrinha (II)” (a partir de 03 participantes): havendo dois batedores, cada um segura a corda por uma das pontas e, mantendo-a rente ao chão, começam a movimentá-la para a esquerda e para a direita, simulando o movimento de uma cobra. A terceira criança deve saltar a “cobra” sem encostar nela.
Faixa etária indicada: acima de 04 anos
Participantes: a partir de 03
Habilidades envolvidas: Consciência corporal; Equilíbrio; Atenção e foco; Controle de impulsos
Um dos participantes – o “mestre” – toca uma música enquanto os outros dançam. O “mestre” interrompe a música de repente, e as demais crianças devem manter a última posição em que estavam. Vence quem conseguir manter a posição por mais tempo. Pode-se definir se dar risada conta como “mexida” ou não, pois, quando o “mestre” começar a andar por entre as crianças, fazendo caretas e tentando desconcentrá-las, vai ser difícil não cair na risada.
Faixa etária indicada: acima de 04 anos
Participantes: a partir de 02
Habilidades envolvidas: Coordenação motora fina; Orientação espacial; Atenção e foco; Controle de impulsos; Raciocínio lógico; Habilidades sociais
Há muitas possibilidades de brincar com bolas de gude (inclusive as que seu filho mesmo pode inventar). Uma das mais simples é fazer um triângulo no chão, dispondo cerca de dez bolinhas no centro. De fora do triângulo, e com o dedo indicador rente ao chão, cada jogador lança sua “bola atiradora” (uma bola que se diferencie das outras pela cor ou pelo tamanho) contra as demais bolinhas, tentando “capturá-las”, ou seja, expulsá-las do triângulo. Os jogadores se revezam, vencendo quem capturar mais bolas.
Outra possibilidade é simular uma sinuca de bolas de gude, usando para isso uma mesa com copos plásticos presos junto às quinas, um palitinho para bater nas bolas e uma bola maior, ou de cor diferente, para ser a “bola branca”. Pode-se brincar também no chão, desenhando-se um retângulo e posicionando latinhas nos ângulos para coletar as bolas (se for possível brincar em chão de terra, faça buracos em vez de usar latinhas). Vence quem colocar mais bolas dentro dos vasilhames ou dos buracos.
Faixa etária indicada: acima de 04 anos
Participantes: a partir de 04
Habilidades envolvidas: Ritmo; Lateralidade; Atenção e foco; Controle de impulsos; Memória auditiva de curto prazo
Assentadas no chão, formando uma roda, as crianças devem passar o objeto que têm em mãos para o vizinho à direita e receber, com a esquerda, o objeto da criança à esquerda.
Aparentemente muito simples, essa brincadeira é na verdade bastante desafiadora: basta ver que muitas vezes os participantes se perdem nos comandos, ou não seguem o ritmo da música, “embolando” a sincronização. Por isso, talvez seja necessário treinar isoladamente os movimentos antes de cantar a música.
Supondo que o objeto selecionado para a brincadeira seja um copo plástico, vale a pena treinar com a criança, previamente, os seguintes movimentos:
Quando os movimentos já estiverem treinados, comece a cantar a música, combinando o ritmo da melodia à execução dos movimentos:
[Repetir: “Guerreiros com guerreiros”…]
Com crianças mais novas, de 4 ou 5 anos, pode-se propor uma variante mais simples, que consiste em passar o objeto para a direita durante a música, seguindo o ritmo, e, ao cantar “zigue-zigue-zá”, manter o objeto parado no chão, com a mão direita sobre ele.
Faixa etária indicada: acima de 02 anos
Participantes: a partir de 02
Habilidades envolvidas: Habilidades sociais; Imaginação e criatividade
Poucas brincadeiras conseguem ser mais simples e estimular tanto a imaginação quanto essa. Com lençóis e o apoio de uma mesa e cadeiras, monte uma cabaninha. Dentro dela, as crianças podem colocar colchonetes, almofadas, ou até fazer divisórias, dependendo do espaço disponível. É uma boa idéia reunir-se à noite na cabaninha com lanternas para contar histórias, simular um acampamento etc.
Faixa etária indicada: acima de 04 anos
Participantes: a partir de 02
Habilidades envolvidas: Consciência corporal; Coordenação motora; Atenção e foco; Ritmo; Memória auditiva de curto prazo
Canta-se a música e as crianças devem fazer mímica das ações das caveiras (a melodia pode ser facilmente encontrada na internet):
Quando o relógio bate a uma
Todas as caveiras saem da tumba
Tumba alá catumba
Tumba alá catá.
Quando o relógio bate as duas
Todas as caveiras saem pras ruas
Tumba alá catumba
Tumba tá alá catá.
Faixa etária indicada: acima de 06 anos
Participantes: a partir de 03
Habilidades envolvidas: Orientação espacial; Controle de impulsos; Habilidades sociais
Uma das crianças fará o papel de perseguidor, tapando os olhos e contando até cem enquanto os outros se escondem. Após terminar de contar, o perseguidor vai atrás dos demais. Quem for encontrado e tocado pelo perseguidor fica fora do jogo.
Há variações dessa brincadeira, como o pique-esconde: o perseguidor não precisa tocar no jogador, mas apenas gritar seu nome, depois de avistá-lo, e sair correndo para o “pique” – neste caso, o jogador flagrado também correrá em direção ao pique, saindo a salvo se chegar lá antes do perseguidor.
Faixa etária indicada: acima de 02 anos
Participantes: a partir de 02
Habilidades envolvidas: Controle de impulsos; Raciocínio lógico; Habilidades sociais
Como a “Cabaninha”, essa brincadeira é muito simples e ajuda a desenvolver habilidades sociais. Você pode ceder utensílios para serem utilizados na “casinha”, ou seus filhos podem produzi-los usando sucata. A simulação da vida real é uma ótima maneira de despertar na criança a noção de responsabilidade.
Faixa etária indicada: acima de 03 anos
Habilidades envolvidas: Consciência corporal; Coordenação motora grossa; Equilíbrio; Orientação espacial; Lateralidade; Ritmo
Com um pouco de treino, as crianças (especialmente as meninas) conseguem manter o bambolê girando em volta da cintura. Pode-se tocar uma música durante a brincadeira. Se houver mais de uma criança, vence quem mantiver o bambolê no ar por mais tempo, devendo a outra pagar prenda.
Faixa etária indicada: acima de 03 anos
Habilidades envolvidas: Atenção e foco; Controle de impulsos; Ritmo; Memória auditiva de curto prazo
Aprender essas canções, além de ser um ótimo passatempo, desenvolve a memória auditiva de curto prazo, a atenção e a consciência fonológica de seu filho. Dentre as canções cumulativas mais conhecidas, podemos citar “A velha a fiar”, “A árvore da montanha”, “Fui visitar minha tia em Marrocos”, “Lá em casa” e “Meu galo”.
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FONTE: http://comoeducarseusfilhos.com.br/blog/10-brincadeiras-antigas-para-resgatar-imediatamente/?utm_source=email_regular&utm_medium=text_link&utm_campaign=10_brincadeiras_antigas_resgatar&inf_contact_key=59034785888b54d3ea4c1d59e45eeb05e6fe95b2dbf13defa738579d6bee63a3

terça-feira, 27 de junho de 2017


2 Atividades para Crianças Desatentas

“Meu filho vive no mundo da lua. Ele não consegue prestar atenção nem se lembrar de nada que eu digo. O que há de errado com ele?” Na dica de hoje, apresento duas atividades de sequenciamento de sons que ajudarão os pequenos a vencer essas dificuldades.

desatenção das crianças é uma das queixas mais freqüentes entre os pais que acompanham o blog Como Educar Seus Filhos. Muitos pais me enviam mensagens dizendo que seus filhos vivem no mundo da lua, se esquecem com muita facilidade de instruções que acabaram de ouvir etc. Certa vez recebi uma mensagem de um pai que dizia mais ou menos o seguinte: “Carlos, um dia pedi para meu filho ir à cozinha, pegar um copo, enchê-lo de água e trazer para mim. Meu filho foi até a cozinha, mas voltou sem o copo de água, e ainda me perguntou: ‘– Pai, o que foi mesmo que o senhor me pediu pra fazer na cozinha?’”.
Cenas como essa são comuns no dia-a-dia de várias famílias. O que nós podemos fazer para melhorar a atenção das crianças? O que podemos fazer para melhorar a memória das crianças? E, sobretudo, o que podemos fazer para exercitar uma habilidade muito importante nesses casos, que é a habilidade de seqüenciamento?
No exemplo que acabei de mencionar o pai disse o que a seu filho? (1) Vá à cozinha, (2) pegue um copo, (3) encha o copo com água e (4) traga-o para mim. O que aconteceu: a criança se esqueceu de 3 desses comandos e foi à cozinha, mas voltou sem o copo de água. Ela precisa exercitar a habilidade de seqüenciamento para que mantenha na memória aquela seqüência de comandos na mesma ordem em que os ouviu.
Vou passar alguns exercícios para treinarmos essa habilidade e a exercitarmos. O primeiro exercício envolve sons não-verbais e o segundo sons verbais.
Na primeira atividade devemos usar seqüências de sons não-verbais, e para isso você pode usar aplicativos com sons de animais ou instrumentos musicais. Eu tenho aqui um brinquedinho, que costumo usar, com sons de animais que podem ser reproduzidos tocando as imagens correspondentes. É claro que antes de tudo a criança precisa associar o som a cada animal, à respectiva fonte. Uma vez que a criança tenha se acostumado aos sons, você pode passar à produção de seqüências de sons não-verbais. A criança deverá ouvir a seqüência com os olhos fechados ou vendados, ou de costas para o pai, e terá de dizer quais sons ouviu na mesma ordem em que foram produzidos.
Alguns pais podem dizer o seguinte: “Professor, eu não vou comprar um brinquedo parecido com aquele que o senhor mostrou, muito menos baixar um aplicativo no meu celular. Eu não posso praticar essa atividade em minha casa usando outros recursos?”. Ora, é claro que sim. Se você tem instrumentos musicais em sua casa, você pode utilizá-los a fim de produzir seqüências de sons não-verbais, como instrumentos de sopro e percussão. Porém, se você não tem instrumentos musicais, você pode usar brinquedos como mordedores ou bonecos de borracha.
Para terminar, vamos à segunda dica, a segunda atividade de hoje. É uma atividade muito simples em que seu filho terá de seguir instruções verbais. Você deve elaborar instruções verbais e introduzir vários comandos e seqüências de comandos. Seu filho deverá executar esses comandos na mesma seqüência, mantendo a mesma ordem.
Por exemplo: você vai ao quarto de seu filho e percebe que vários objetos estão esparramados pelo chão. Você diz então: “– Filho, pegue determinado objeto e faça com que ele pule sobre aquele outro. Depois, pegue certo objeto e o coloque dentro daquela caixa”. Seu filho então tem de executar cada comando seguindo essa ordem. Você poderá dar diversas instruções com vários comandos, estendendo o número de comandos de acordo com a capacidade de seu filho.
São essas as atividades que reservei para que você melhore a atenção, a memória e exercite essa habilidade tão importante, que é a habilidade de seqüenciamento de seus filhos.
Fonte: http://comoeducarseusfilhos.com.br/blog/2-atividades-para-criancas-desatentas/?utm_source=email_regular&utm_medium=text_link&utm_campaign=carlos_criancas_desatentas&inf_contact_key=30d07671bb2db2c212f3ec3f09f01661d212498cf74be576790b65dd31c288e3