existir

A EXISTIR surgiu em 2001, por iniciativa de um grupo de pais de crianças com Síndrome de Down, com o propósito de constituir uma entidade privada, sem fins lucrativos, que apoiasse crianças portadoras de necessidades especiais, em especial a Síndrome de Down. Fundamos a Entidade em fins de 2004, com o seu registro em 25.01.2005, tendo por objetivo um projeto diferenciado, ou seja, trabalho em grupos de crianças com Síndrome de Down a partir dos 2 anos de idade.

quinta-feira, 26 de maio de 2016


EXISTIR COMEMORA O DA DAS MÃES 2016
COM A COLABORAÇÃO DOS PROFISSIONAIS, DIRETORES, COLABORADORES, PAIS E RESPONSÁVEIS, AS MÃES DA EXISTIR ENVIDARAM ESFORÇOS PARA REALIZAR AS FESTIVIDADES DE COMEMORAÇÃO DO DIA DAS MÃES.








EXISTIR PARTICIPA DO SEMINÁRIO PROMOVIDO PELA GERAÇÃO DOWN BRASIL SOBRE NUTRIÇÃO E SUPLEMENTAÇÃO
A COM CONVITE DO GRUPO GERAÇÃO DOWN BRASIL, A EXISTIR SE FEZ PRESENTE AS PALESTRAS MINISTRADAS POR GISELE PONTES E ROGÉRIO LIMA, ONDE FOMOS AGRACIADOS COM EXCELENTES INFORMAÇÕES SOBRE O TEMA EM REFERÊNCIA.

VALE RESSALTAR QUE DITOS TEMAS AINDA SÃO POUCOS DISCUTIDOS NA SOCIEDADE, PORÉM DE GRANDE VALIA E INTERESSE PÚBLICO.







EXISTIR PARTICPA DO EVENTO “DISNEY ON ICE”
COM A COLABORAÇÃO DA OPUS PROMOÇÕES, NO DIA 20 DE MAIO DE 2015, A EXISTIR RECEBEU INGRESSOS GRATUITOS PARA PRESTIGIAR REFERIDO EVENTO, PROPRICIANDO A NOSSAS CRIANÇAS MELHORIAS NAS ATIVIDADES SOCIAIS.

REGISTRAMOS  NOSSOS AGRADECIMENTOS A TODOS QUE COLABORARAM.





quarta-feira, 25 de maio de 2016




                                  
Publicado em 23/02/2014por Mãe de Dois
Hoje tive a oportunidade de participar gratuitamente de um evento promovido pelos membros dos Amigos Especiais e Unimed Limeira, que trouxeram o mestre Dr. Zan Mustacchi para uma brilhante palestra sobre a Síndrome de Down aqui no município vizinho ao meu. Eu logicamente não podia perder, apesar de todos os conhecimentos já adquiridos com nossa gloriosa Dra. Ana Cláudia Brandão, a primeira a nos abrir as janelas desse vasto mundo do terceiro cromossomo 21.
Dr. Zan dispensa apresentações, mas quem quiser saber mais sobre ele pode acessar o sitewww.sindromededown.com.br. O especialista mundialmente conhecido reuniu em Limeira mais de 300 pessoas para ouví-lo, e iniciou sua fala com uma triste constatação: menos de 2% desse público (umas 5 pessoas) eram médicos. Segundo palavras dele, que eu concordo plenamente, mesmo em pleno século 21 (o século do cromossomo protagonista do assunto!), a Síndrome de Down ainda não teve a importância pediátrica desejada, o que basicamente se explica pela “baixa” incidência – 1 a cada 750 nascimentos, aproximadamente, no Brasil.
Na palestra, ele nos contou que sua luta pela saúde das pessoas com Síndrome de Down começou na década de 70, quando, durante uma noite em fase de Residência no hospital, deparou-se com um bebê bem novinho, muito mal, precisando desesperadamente ir para a UTI Neonatal, e naquele hospital, à época, eram poucos leitos disponíveis, em comparação à necessidade. Mas naquela noite havia 2 leitos vagos, e simplesmente pelo fato do bebê em questão possuir a Síndrome de Down (naquela época chamada de mongolismo e outros termos desprezíveis), a chefia da UTI não liberou um leito para ele (o pensamento era de que “provavelmente não ia adiantar, este já está condenado a não sobreviver”), e mesmo com todos os cuidados dedicados pelo Dr. Zan, naquela madrugada o bebê não sobreviveu. Na manhã seguinte, ele pôde constatar que os 2 leitos permaneciam vagos, à espera de doentes que não tivessem sua saúde “já comprometida pela síndrome”, como os médicos daquela época consideravam – e lamentavelmente alguns ainda consideram hoje em dia (poucos, graças à luta dos pais que insistem, ao logo do tempo, em perguntar “por que o Sr. Dr. não faz pelo meu filho com SD o mesmo que faz pelo outro, sem SD?!”).
Essa foi apenas uma das inúmeras histórias que do Dr. Zan dividiu conosco nesta manhã, e dada a minha satisfação em presenciar o compartilhamento de tamanho conhecimento e experiência, decidi reunir aqui no blog as principais informações que anotei da palestra, para que a(o)s minha(eu)s amiga(o)s que não tiveram a mesma oportunidade que eu de estar lá, possam receber pelo menos uma parte (muito superficial) do conhecimento que ele nos trouxe:
Dr. Zan considera que o desenvolvimento da população (independente de qualquer condição genética) baseia-se no tripé NUTRIÇÃO / EDUCAÇÃO / SAÚDE, inexistindo sucesso em um deles sem a presença dos demais;
É óbvio que a Síndrome de Down não tem cura, mas as 3 principais consequências que ela traz ao indivíduo apresentam soluções médicas e terapêuticas que permitem a sua modificação significativa:
O fenótipo (aparência física), onde os casos graves podem ser tratados por meio de cirurgias plásticas e outras alternativas;
A hipotonia (fraqueza do tônus muscular de todo o corpo), que é tratada por meio da estimulação precoce, basicamente a fisioterapia;
E o comprometimento intelectual, modificado a partir da estimulação neoro-sensorial que favorece o desenvolvimento global e cognitivo do indivíduo.
Dica: encostar os pés no chão (quando sentada na escola, por exemplo), é um fator importantíssimo da postura da criança para sua devida consciência e concentração;
A estimulação dos sentidos do corpo humano e da conexão entre eles ajuda na formação das “sinapses” – conexões dos neurônios, e “apalpar” e “ver” (tato e visão) são dois sentidos essenciais para o aprendizado das crianças com síndrome de Down;
O terceiro cromossomo 21 trás algumas vantagens fisiológicas ao indivíduo com SD:
Baixíssima probabilidade de desenvolver câncer sólido – e no caso da Leucemia (câncer líquido), quando tratada precocemente, a medicação convencional apresenta 100% de eficácia nas pessoas com a síndrome, enquanto os demais contam com expectativa de 75% de eficácia do tratamento;
Quem tem SD não tem hipertensão;
E nem broncoespasmo (ao contrário do que muitos pediatras consideram) devido à hipotonia muscular, então quando o peito está “chiando”, muitas vezes trata-se de umainflamação pulmonar, a ser tratada com anti-inflamatório, e não com broncodilatador (que pode inclusive ser perigoso para os cardiopatas) – óbvio que isso é uma observação genérica, sujeita, sem exceção, à avaliação médica pontual do indivíduo.
O termo “deficiência intelectual” deve, na opinião dele, ser substituído por “comprometimento intelectual”, já que a aplicação do conceito de “deficiência” não é seguramente justa com nenhum ser humano. Esse comprometimento intelectual está muito relacionado às dificuldades de sinapses (conexões entre os neurônios), já que os “alongamentos” dessas células são mais curtas nesses indivíduos, mas com grande flexibilidade. Ou seja, a criança VAI APRENDER, VAI RESPONDER AO ESTÍMULO, a família, a escola e a sociedade só precisam garantir a ela o tempo suficiente para que ela faça este “elo” entre os neurônios e essa resposta venha. Ele exemplificou com a questão da fala – pergunte, e saiba estimular e esperar pela resposta – ele orientou. Essas sucessivas conquistas são extremamente importantes para a autoestima e o desenvolvimento do indivíduo.
O cromossomo 21 possui em seu componente genético uma função “oxidante” no organismo humano, e portanto o indivíduo com Síndrome de Down possui uma “hiperoxidação” (carga 50% mais forte em vista do terceiro cromossomo presente), o que causa o envelhecimento precoce das células, com consequências relacionadas à saúde dos órgãos do corpo e até do cérebro, algo que obviamente varia muito de pessoa para pessoa. Isso explica porque muitas mães e pais não oferecem carne vermelha ao seu filho com SD;
Apenas 2% dos Cariótipos resultam no tipo “Mosaico”, e destes, apenas 5% dos casos apresentam “vantagens intelectuais” em relação aos demais tipos, o que derruba o mito que fazia muitos pais desejarem que seus filhos fossem “mosaicos”;
O Dr. Zan tem 42 pacientes com Síndrome de Down que nasceram por meio de inseminação artificial (!);
 A pessoa com Síndrome de Down não tem um ATRASO em seu desenvolvimento neuropsicomotor, e sim um ALONGAMENTO DO PROCESSO, o que é bem diferente e fácil de entender por meio deste gráfico:



Ou seja, a criança com Síndrome de Down começa, por exemplo, o processo de manter firme o  pescoço (em azul no gráfico) com a mesma idade das demais crianças, masconclui este processo um pouco mais tarde. A mesma coisa acontece com a habilidade de linguagem verbal falada (em vermelho no gráfico), que para as demais crianças, tem seu processo de aprendizado concluído até os 3 anos, e nas crianças com Síndrome de Down este processo pode alongar-se até por volta dos 8 anos.
Em relação ao desenvolvimento da fala, motivo de grande ansiedade na maioria dos pais, ele mencionou a importância do tratamento fonoaudiológico, e salientou os exames periódicos a serem feitos para certificar-se do funcionamento apropriado da mecânica auditiva da criança. Exames como o Bera, Otoemissões e Imitânciometria não podem faltar, e esses 2 últimos devem ser feitosanualmente.
Na questão nutricional, Dr. Zan enfatizou a importância dos antioxidantes Ômega 3 e 6, e da Taurina. Essa última eu nunca tinha ouvido falar, e trata-se de um aminoácido que auxilia no desenvolvimento do sistema nervoso, ajuda no crescimento da pessoa e no controle da ansiedade e da tensão. Carnes magras e peixes são ricos em taurina, e no espinafre também tem. O Zinco também é muito importante para a imunidade, o crescimento e as conexões neurológicas. É abundantemente encontrado nas ostras. (Quem sabe à milanesa?!). Risoto não dá, porque o arroz contém ácido titânico, que junto com o zinco no intestino prejudica a sua absorção…
Outras recomendações nutricionais que, na verdade, valem para qualquer pessoa: “Coma jovem e seja infiel” – na hora de escolher o frango prefira o galeto; escolha o peixe menor e mais jovem, e assim por diante (inclusive com as frutas, verduras e legumes) – quanto menos tempo em contato com o meio ambiente, menos “impuro” o alimento. E seja infiel à indústria, varie as marcas, assim você não vai acumular no seu organismo uma grande quantidade dos mesmos tipos de conservantes. E quanto a isso, prefira, é claro, as marcas que apresentam menor intervalo de tempo entre a data de fabricação e a data de vencimento do produto, pois isso significa menos conservantes.
Toda pessoa com Síndrome de Down tem um pouco de TOC – transtorno obsessivo compulsivo (e quem não tem?!). A quebra dessas “manias” muitas vezes provocam irritabilidade e até agressividade. Ao abordar essa questão ele reforçou a importância de NÃO INFANTILIZAR a pessoa com Síndrome de Down – aniquilemos aquela idéia da “eterna criança”. Muitas manias do TOC originam-se o fato de que a criança aprende algo, e não esquece, e quer fazer aquilo o máximo de vezes possível porque é algo que consegue, e que leva-o a obter inclusive um certo reconhecimento. No caso da pessoa com Síndrome de Down ela vai levar esse aprendizado por muito tempo (às vezes mais tempo do que o prazo adequado), portanto, lembre-se de sempre avançar nos ensinamentos de forma que essas pessoas evoluam em seus hábitos e pensamentos de forma proporcional à idade.
A irritabilidade relatada por alguns pais também pode estar associada aohipotireoidismo (lembrando a importância do exame periódico), e a irritabilidade também pode ser, eventualmente (em caso de recomendação médica), tratada com a homeopatia Barita Carbônica, que pode ajudar no tratamento da instabilidade emocional.
O evento também teve uma breve fala da 1ª. Dama de Limeira, Deise Hadich, que revelou ter um irmão com Síndrome de Down, nascido na década de 70, que apesar de toda a falta de esclarecimento daquela época, conseguiu se desenvolver dentro de um contexto de inclusão proporcionado principalmente através da dedicação dos seus pais.
A palestra foi encerrada com 2 conceitos com os quais eu, pessoalmente, me identifico muito:
1                   Vamos elaborar novos conceitos, e não em mudar preconceitos. Que tal a idéia de que somos todos iguais em nossas diferenças?
2                    Não existem “graus” da Síndrome de Down, como muitos leigos perguntam. O que existem são diferenças de oportunidades. A oportunidade que cada um tem na vida é o que, geralmente, o diferencia dos demais, e infelizmente a nossa sociedade tende a oferecer mais oportunidades aos mais preparados, enquanto deveria ser o inverso. Muitas escolas fazem exame de seleção para admitir novos alunos, oferecendo um ensino melhor justamente àqueles que já são “bons”. Pais, não desistam de oferecer ao seu filho com Síndrome de Down todas as oportunidades que você oferece(ria) ao seu outro filho que não tem a síndrome, e deixe-o usufruir dessas oportunidades da forma que o seu talento e a sua capacidade imprevisível permitirem.
Quando a oportunidade estiver desvinculada de qualquer preconceito, teremos seres humanos verdadeiramente livres.

Fonte: https://maedobruno.wordpress.com/2014/02/23/uma-au

terça-feira, 17 de maio de 2016


Por Que a Inclusão Social Não Acontece de Verdade?



Ah, são tantos os motivos que o blog resolveu enumerar alguns e pedir para que você leitor nos ajude a completar essa vasta lista.

Então vamos lá, não temos inclusão de verdade por que:

Uma grande parcela da sociedade não enxerga as pessoas com deficiência, como sendo ser humano comum, com limitações e potenciais...
As pessoas com deficiência são vistas por muitos como totalmente incapaz.
A família não busca os direitos da pessoa com deficiência
Lugar da pessoa com deficiência é em casa. Nesse quesito já "evoluímos", pois antigamente, o sujeito com deficiência ficava mesmo era no hospital.
A pessoa com deficiência é sempre colocada como, café com leite!!!
As empresas que são obrigadas, pela lei de cotas, a empregar pessoas com deficiência, separam para essas pessoas as vagas mais básicas e simples, o que eu chamo de subemprego. E não deixam o deficiente crescer dentro da empresa.
A acessibilidade fica sempre em terceiro, quarto plano, nunca é prioridade.
A pessoa com deficiência é sempre visto como coitadinho (a)!!!
A grande maioria das pessoas olham primeiro para deficiência, para só depois, bem depois, olharem para o sujeito!!!
Pessoa com deficiência não tem vontades, é um objeto!!!
A mídia coloca uma pessoa para fazer o papel de uma pessoa com deficiência, mas é incapaz de colocar o sujeito que realmente tem uma deficiência, para fazer o papel!!!!!

Como falei no início do post, gostaríamos da participação do leitor, nos ajude a completar esta lista e conscientizar a sociedade sobre cada item, e da  importância que se faz a inclusão social para todos.

Inclusão não é só para quem está excluído, e sim para o ser humano que é considerado "diferente", então vamos juntos buscar uma verdadeira inclusão social em nosso país.

E você amigo (a) acha que a inclusão, não acontece de verdade porque?


Um texto de Damião Marcos e Carolina Câmara.


Fonte: http://www.inclusaodiferente.net/2016/05/por-que-inclusao-social-nao-acontece-de.html

quinta-feira, 12 de maio de 2016






Meu objetivo em socializar essas informações é proporcionar um momento de reflexão aos pais e educadores, além de oferecer sugestões práticas e me colocar à disposição para possíveis orientações à casos específicos.
Ao abordar uma síndrome, nos referimos a um conjunto de características, que pode envolver diversos âmbitos:
Cromossômico;
Sensorial;
Comportamental;
Desenvolvimento.
No caso da síndrome de down, envolve todos os âmbitos acima citados, sendo que temos diversos níveis de comprometimento, além das possíveis comorbidades que podem vir associados ao quadro, lembrando que cada caso é único. Todos também apresentam habilidades e se faz necessário desconstruir rótulos e visar uma proposta inclusiva visualizando o aluno e não apenas o diagnóstico.
Devemos considerar a existência do comprometimento intelectual, o qual interfere na compreensão, consequentemente se faz necessário, ao contexto escolar proporcionar adaptações curriculares, condizentes as necessidades cogntivas de cada caso.
Muitas escolas e pais buscam oferecer uma inclusão de qualidade, mas não encontram orientações adequadas, as necessidades que vivenciam com seus alunos, pois não basta encontrar caminhos teóricos, pois a dificuldade encontra – se em articular com a prática.
Segue algumas sugestões que poderão qualificar a prática pedagógica e familiar:
Orientações para o ambiente FAMILIAR e ESCOLAR referente aos casos na educação infantil:
Estimular em todos os momentos de maneira lúdica, contextualizada e com recursos sensoriais ( visual, tátil, auditiva, gustative e olfativa );
Sugiro que explorem diversos espaços no ambiente familiar, escolar e social, proporcionar regras e limites, conforme os respectivos ambientes que estiver inserido;
Proporcionar momentos de diálogo, contação de histórias com o uso de imagens, música, esportes e expressão corporal;
Estimular as áreas do conhecimento: psicomotricidade, linguagem oral e escrita, raciocínio lógico matemático, habilidades sociais e atencionais, através de recursos audiovisuais;
O melhor momento de buscar acompanhamento terapêutico é quando se depara com o diagnóstico, nos setores, conforme as prioridades de cada caso, como por exemplo: fonoaudiologia, fisioterapeuta, psicopedagoga, terapeuta ocupacional, entre outros necessários.
Orientações para o ambiente FAMILIAR referente aos casos à partir do 1º ano do ensino fundamental:
Delegar responsabilidades para que possa obter compromissos com o estudo, como por exemplo: separar e guardar o seu material, organizar sua mochila, selecionar o conteúdo que deverá estudar para prova, etc…;
No momento das lições de casa orientá – lo de maneira que o conduza a pensar sobre a resposta sem transmitir a resposta correta e respeitando o seu ritmo de aprendizagem e principalmente no momento do registro;
Orientar que o momento de estudar para prova deverá ocorrer com antecedência, pois um dia antes não será o suficiente, mas se conseguir todos os dias separar ao menos trinta minutos e no máximo duas horas ao lado do filho (a). O mesmo irá conseguir memorizar e compreender o conteúdo com mais facilidade e o momento anterior a prova não se tornará um martírio para os pais e o respectivo filho;
Estimulá – lo através do elogio, mostrando que acredita em seu potencial e que é capaz de executar a respectiva tarefa com qualidade;
Proporcionar regras e limites, conforme o ambiente que estiver inserido;
No momento de leitura esteja ao seu lado e solicite que realize em voz alta, pois assim diminui a probabilidade em se distrair, mas é importante que esta leitura ocorra em pequenos trechos e após a mesma solicite que relate o que compreendeu, em seguida escreva da maneira que verbalizou, caso não tenha compreendido a pessoa que estiver acompanhando – o deverá ler o respectivo trecho e posteriormente solicitar que explique o que entendeu, desta forma poderá interpretar melhor o conteúdo.
Orientações para o ambiente ESCOLAR referente aos casos à partir do 1º ano do ensino fundamental:
Primeiro passo do educador é aplicar a avaliação diagnóstica em todos os alunos, independente de serem laudados, pois assim serão identificados os pré requisitos de aprendizagem, analisando os casos de inclusão, é primordial está estratégia para promover a adaptação curricular, sendo que a mesma será temática, conforme o conteúdo abordado em sala, mas será aplicado aos respectivos casos de maneira menos elabarada;
Orientá – lo durante a elaboração de sua atividade de maneira que o conduza a pensar sobre a resposta sem transmitir a resposta correta e respeitando o seu ritmo de aprendizagem e principalmente no momento do registro;
Sugiro que sente na frente para que possa focar mais atenção ( de preferência no centro da sala );
Sugiro o uso de material concreto e recursos audiovisuais, não apenas para os casos de inclusão, mas com certeza irá contribuir para os demais alunos;
Dependendo do resultado da avaliação diagnóstica pedagógica e das orientações dos profissionais que acompanham os casos de inclusão, sugiro que as avaliações sejam adaptadas e que possam ser aplicadas individualmente, e que respeitem o ritmo de execução de cada aluno;
Necessitam de atenção individualizada em sala de aula e principalmente no momento da execução das atividades propostas e no auxílio da compreensão das mesmas.

Fonte:http://www.danielatrigo.com.br/sindrome-de-down-e-a-educacao-inclusiva/

segunda-feira, 9 de maio de 2016




EXISTIR PARTICIPA DO TERCEIRO BATE PAPO COM SUPERVISÃO DE DANIELLE ALBUQUERQUE
A EXISTIR PARTICIPOU NO DIA 07 DE MAIO DE 2016, DO BATE PAPO PROMOVIDO PELO GRUPO GERAÇÃO DOWN, ONDE TIVEMOS OPORTUNIDADE DE ESCLARECER DÚVIDAS COM RELAÇÃO A AVALIAÇÃO AUDITIVA DE PESSOAS, DESDE JÁ NOSSOS SINCEROS AGRADECIMENTOS PELO EXCELENTE CONTEÚDO DE APRENDIZADO.









Ritalina, a Droga Legal que Ameaça o Futuro
É uma situação comum. A criança dá trabalho, questiona muito, viaja nas suas fantasias, se desliga da realidade. Os pais se incomodam e levam ao médico, um psiquiatra talvez.  Ele não hesita: o diagnóstico é déficit de atenção (ou Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH) e indica ritalina para a criança.
O medicamento é uma bomba. Da família das anfetaminas, a ritalina, ou metilfenidato, tem o mesmo mecanismo de qualquer estimulante, inclusive a cocaína, aumentando a concentração de dopamina nas sinapses. A criança “sossega”: pára de viajar, de questionar e tem o comportamento zombie like, como a própria medicina define. Ou seja, vira zumbi — um robozinho sem emoções. É um alívio para os pais, claro, e também para os médicos. Por esse motivo a droga tem sido indicada indiscriminadamente nos consultórios da vida, a ponto de o Brasil ser o segundo país que mais consome ritalina no mundo, só perdendo para os EUA.
A situação é tão grave que inspirou a pediatra Maria Aparecida Affonso Moysés, professora titular do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, a fazer uma declaração bombástica: “A gente corre o risco de fazer um genocídio do futuro”, disse ela em entrevista ao Portal Unicamp. “Quem está sendo medicado são as crianças questionadoras, que não se submetem facilmente às regras, e aquelas que sonham, têm fantasias, utopias e que ‘viajam’. Com isso, o que está se abortando? São os questionamentos e as utopias. Só vivemos hoje num mundo diferente de mil  anos atrás porque muita gente questionou, sonhou e lutou por um mundo diferente e pelas utopias. Estamos dificultando, senão impedindo, a construção de futuros diferentes e mundos diferentes. E isso é terrível”, diz ela.
O fato, no entanto, é que o uso da ritalina reflete muito mais um problema cultural e social do que médico. A vida contemporânea, que envolve pais e mães num turbilhão de exigências profissionais, sociais e financeiras, não deixa espaço para a livre manifestação das crianças. Elas viram um problema até que cresçam. É preciso colocá-las na escola logo no primeiro ano de vida, preencher seus horários com “atividades”, diminuir ao máximo o tempo ocioso, e compensar de alguma forma a lacuna provocada pela ausência de espaços sociais e públicos. Já não há mais a rua para a criança conviver e exercer sua “criancice”.
E se nada disso funcionar, a solução é enfiar ritalina goela abaixo. “Isso não quer dizer que a família seja culpada. É preciso orientá-la a lidar com essa criança. Fala-se muito que, se a criança não for tratada, vai se tornar uma dependente química ou delinquente. Nenhum dado permite dizer isso. Então não tem comprovação de que funciona. Ao contrário: não funciona. E o que está acontecendo é que o diagnóstico de TDAH está sendo feito em uma porcentagem muito grande de crianças, de forma indiscriminada”, diz a médica.
Mas os problemas não param por aí. A ritalina foi retirada do mercado recentemente, num movimento de especulação comum, normalmente atribuído ao interesse por aumentar o preço da medicação. E como é uma droga química que provoca dependência, as consequências foram dramáticas. “As famílias ficaram muito preocupadas e entraram em pânico, com medo de que os filhos ficassem sem esse fornecimento”, diz a médica. “Se a criança já desenvolveu dependência química, ela pode enfrentar a crise de abstinência. Também pode apresentar surtos de insônia, sonolência, piora na atenção e na cognição, surtos psicóticos, alucinações e correm o risco de cometer até o suicídio. São dados registrados no Food and Drug Administration (FDA)”.
Enquanto isso, a ritalina também entra no mercado dos jovens e das baladas. A medicação inibe o apetite e, portanto, promove emagrecimento. Além disso, oferece o efeito “estou podendo” — ou seja, dá a sensação de raciocínio rápido, capacidade de fazer várias atividades ao mesmo tempo, muito animação e estímulo sexual — ou, pelo menos, a impressão disso. “Não há ressaca ou qualquer efeito no dia seguinte e nem é preciso beber para ficar loucaça”, diz uma usuária da droga nas suas incursões noturnas às baladas de São Paulo. “Eu tomo logo umas duas e saio causando, beijando todo mundo, dançando o tempo todo, curtindo mesmo”, diz ela.