existir

A EXISTIR surgiu em 2001, por iniciativa de um grupo de pais de crianças com Síndrome de Down, com o propósito de constituir uma entidade privada, sem fins lucrativos, que apoiasse crianças portadoras de necessidades especiais, em especial a Síndrome de Down. Fundamos a Entidade em fins de 2004, com o seu registro em 25.01.2005, tendo por objetivo um projeto diferenciado, ou seja, trabalho em grupos de crianças com Síndrome de Down a partir dos 2 anos de idade.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Diversas associações de pessoas com síndrome de Down compareceram hoje (06) na sessão solene realizada pela Câmara Federal em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome.

 
Presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome Claudia Grabois, Associação EXISTIR Domingos Timbó, Sandra Tavares UniversoDown, 1° Vice Presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome  Maria de Lurdes Marques Lima (DF DOWN)


Representando a Associação EXISTIR Síndrome de Down de Fortaleza, Domingos Sávio Tavares Timbó.
Brasília – Diversas associações de pessoas com síndrome de Down compareceram hoje (06) na sessão solene realizada pela Câmara Federal em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome, comemorado oficialmente no dia 21 de março. O consenso entre os participantes é que ainda predomina a falta de oportunidades e a discriminação para estas pessoas.


Segundo a presidente da Federação Brasileira das Associações da Síndrome de Down, Claudia Grabois a discriminação ainda é um dos principais obstáculos para as pessoas com a deficiência. “Precisamos criminalizar a discriminação. A falta de acessibilidade é discriminação”.

De acordo com o censo demográfico de 2000, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 300 mil pessoas nasceram com a síndrome no país e 14,5% da população brasileira, cerca de 26 milhões de pessoas, têm alguma deficiência física ou mental.

Segundo Cláudia, as pessoas com deficiência sempre foram renegadas a invisibilidade social e para romper com esta condição é fundamental que elas estudem, trabalhem e tenham vida social. “Houve avanços, mas no Brasil ainda há muitas pessoas que não tem acesso à educação e ao trabalho. Queremos que estas pessoas assumam seu papel na sociedade”.

O judoca, carioca, Breno Viola, de 30 anos, é uma das pessoas que quer conquistar seus direitos. “Precisamos mostrar o talento das pessoas com deficiência. Chega! A gente precisa acabar com este preconceito. A legislação brasileira tem que sair do papel. Todo o deficiente merece estar em escola pública e ser cidadão”.

O professor de educação física, Humberto Suassuna, de 30 anos, também tem síndrome de down. Ele é personal trainer e dá aula de natação em Recife, mas garante que o preconceito é grande. “O acesso ao mercado de trabalho ainda é difícil para quem tem síndrome de down”, relata.

O mesmo ocorre com Jéssica Mendes Figueiredo, de 18 anos. Ela é estudante do 3º ano do ensino médio, em Brasília, e também tem ambições profissionais. No final do ano, fará vestibular para artes cênicas. “Meu sonho é trabalhar como atriz. Sempre sonhei em ter esta profissão”, conta.

O Brasil ratificou a Convenção da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos de pessoas com deficiência em 2009. O compromisso do país é o de implantar um sistema educacional inclusivo.

Segundo a Secretária de Educação Especial, do Ministério da Educação (MEC), Cláudia Pereira Dutra, o ministério vem eliminando o processo histórico de exclusão. “Nossas principais políticas são no âmbito da acessibilidade como a adequação arquitetônica dos prédios escolares, formação especial para docentes e a implantação de sala de recursos multifuncionais como computadores e jogos pedagógicos para ensino de libras e braile”.

Representando a Associação EXISTIR Síndrome de Down de Fortaleza, Domingos Sávio Tavares Timbó e Sandra Tavares a UniversoDown.

http://opovo.uol.com.br/saude/969811.html

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