<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087</id><updated>2012-02-08T18:50:44.937-08:00</updated><title type='text'>Associação dos Pais de Filhos com Síndrome de Down de Fortaleza</title><subtitle type='html'>A EXISTIR surgiu através de um grupo de pais de crianças com Síndrome de Down, que se reuniam a mais de 10 anos com o propósito de construir uma entidade privada sem fins lucrativos, que apoiasse crianças com Síndrome de Down. Domingos Timbó pai de uma criança com Síndrome de Down Fundou a entidade em 2004, a ASSOCIACAO INCLUSIVA DE FORTALEZA. A EXISTIR surgiu com um projeto diferenciado com trabalho em grupos com crianças com Síndrome de Down, na faixa etária de 3 a 35 anos.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>130</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-3159291198204127743</id><published>2012-02-08T18:50:00.001-08:00</published><updated>2012-02-08T18:50:44.944-08:00</updated><title type='text'>IBGE revela que Paraíba tem 18,5 mil pessoas com Síndrome de Down; Estado garante assistência</title><content type='html'>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente ao Censo 2010,&amp;nbsp; revelam que na Paraíba existem mais de 18,5 mil pessoas com Síndrome de Down.&amp;nbsp; Em média, a cada 660 crianças, uma nasce com a síndrome, que é resultado de uma mutação genética. Além das instituições filantrópicas, essas pessoas contam com a Fundação de Apoio ao Deficiente (Funad) que tem 287 usuários com esse perfil. Até o ano passado, mais de 11 mil dessas crianças, adolescentes e adultos se matricularam no sistema regular de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Estado da Saúde, (SES) em parceria com a Funad, implantou em 2011 o programa “SOS Bebê de Alto Risco”, que acompanha e orienta as famílias de gestantes com gravidez de alto risco sobre os encaminhamentos e assistência oferecida às crianças que nascem com atraso de desenvolvimento ou alguma sequela neurológica. Foi feito convênio com seis maternidades públicas e privadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Através desse programa nós pudemos auxiliar as famílias que recebem um filho com Sídrome de Down e destruir alguns mitos, preconceitos e inseguranças que possam haver entre eles. Depois disso encaminhamos essas famílias às instituições que podem fornecer assistência a essas crianças”, explicou a presidente da Funad, Simone Jordão Almeida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das crianças que chegaram à Funad com dois anos de idade e hoje já está concluindo o ensino fundamental no sistema regular de ensino é Larissa Cristina Barbosa dos Santos, de 22 anos. Ela falou da autonomia que alcançou com a ajuda dos professores da Funad e contou que aprendeu muito mais que ler e escrever. “Já fiz aulas de teatro, de dança e até de capoeira. Eu gosto muito daqui porque tenho muitos amigos, mas também tenho amigos na escola onde eu estudo”, comentou a estudante, que revelou ainda até já ter “paquerado” com um amigo na Funad. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Larissa é aluna da escola Antônio Rangel, no bairro da Torre, em João Pessoa, e contou que suas melhores amigas são as irmãs Ruama e Luainá. “Eu gosto muito de conversar com elas, mas só na hora do intervalo. Na hora da aula eu fico quieta e presto atenção na professora, mas as matérias são fáceis”, disse. Ela está no sistema regular de ensino há quatro anos, sem dificuldades e, hoje, já é independente nos estudos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jovem fez questão de mostrar seu talento para a dança e fez uma apresentação de rap ao lado de sua professora Danielle Caldas. Mas ela caprichou na dança do ventre que fez sozinha e que foi aplaudida pela sua tia Elizabeth Barbosa dos Santos. Danielle Caldas contou que o grupo de dança da Funad já fez apresentações em diversas cidades da Paraíba e também em outros estados, como Sergipe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A superação também foi destacada pela dona de casa Maria José Souza Lopes. Ela é mãe de Joyce Caroline Souza Alves, de quatro anos, que tem Síndrome de Down, e contou que, descobriu a síndrome em sua filha através do exame de cariótipo, mas disse que sempre achou que “ela tinha alguma coisa diferente, especial”. Há um ano Maria José leva sua filha à Funad e contou que verificou avanços no desenvolvimento sensorial e cognitivo de Joyce. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com um ano e cinco meses ela já começou a andar e as professoras comentaram que foi rápido o desenvolvimento dela. Agora ela já começou a falar e está naquela fase de repetir tudo que a gente fala. É uma graça”, disse, sorrindo, Maria José, que também observou que sua filha não tem doenças relacionadas, como é comum nos casos de pessoas com a síndrome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria José contou que a chegada de Joyce trouxe mais proximidade e união para sua família, até mesmo para sua primeira filha que, segundo ela, é a principal defensora de Joyce. “Tudo melhorou na nossa vida depois que ela chegou. Todos temos paciência e respeitamos o tempo que ela precisa. Ela é muito carinhosa e não tem como não amar uma pessoa tão especial assim”, exclamou.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-3159291198204127743?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/3159291198204127743/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2012/02/ibge-revela-que-paraiba-tem-185-mil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/3159291198204127743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/3159291198204127743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2012/02/ibge-revela-que-paraiba-tem-185-mil.html' title='IBGE revela que Paraíba tem 18,5 mil pessoas com Síndrome de Down; Estado garante assistência'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-3765334510773921794</id><published>2011-12-24T06:07:00.000-08:00</published><updated>2011-12-24T06:07:58.775-08:00</updated><title type='text'>Festa de Confraternização de Natal -Associação Inclusiva de Fortaleza EXISTIR</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-uR4WcE3U3AE/TvXEsbeVj3I/AAAAAAAAAXk/u57L7XpklzE/s1600/natal+existir.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A Associação Inclusiva de Fortaleza EXISTIR, nesta quinta-feira, dia 22, realizou uma grande festa em comemoração a confraternização Natalina e de final de ano na sede da entidade, entre atendidos, suas famílias, convidados e os funcionários da entidade. Na comemoração aconteceu um jantar feito pelas mães de crianças com síndrome DWON, atendidas na Associação Inclusiva de Fortaleza- EXISTIR – que participaram d&lt;span class="st"&gt;o &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;curso de culinária&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="st"&gt; realizado &lt;/span&gt;na Associação EXISTIR, &lt;span class="st"&gt;por meio de uma parceria com a SECRETARIA DE &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;AÇÃO SOCIAL&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; DO ESTADO.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;De acordo com a coordenadora da EXISTIR- Dra. Claudia 42 famílias estiveram participando da confraternização. Em sua fala, ela agradeceu o apoio que recebeu durante todo o ano, da administração, para a execução de todos os projetos e programas, e também aos parceiros da EXISTIR.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Domingos Timbó &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Fundador&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; da Associação Inclusiva de Fortaleza EXISTIR e&lt;span class="st"&gt; &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Presidente do Conselho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="st"&gt; de Administração&lt;/span&gt; da Associação, e VICE-PRESIDENTE PARA A REGIÃO NORDESTE DA FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE SÍNDROME DE DOWN&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;ao fazer o uso da palavra, agradeceu a Deus por todas as conquistas ao longo deste ano de 2011; em seguida fez um balanço das atividades realizadas, aproveitou para falar para os pais, sobre a conversa que teve com o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Ceara, deputado &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Roberto Cláudio&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;, sobre o convenio para a contratação de jovens com Síndrome de Down, em 2012, convenio este já em estudos, e que já estava agendada uma reunião para fevereiro de 2012 com pais e representantes de outras entidades, para tratar da escolha dos contratados. Domingos prosseguiu dizendo: temos que lutar pela criação de leis em benefício das pessoas com deficiência, e que todas as pessoas com deficiência precisam estar inseridas na vida social e nos serviços que o Estado e o Governo oferecem. Destacou também a a&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;tuação&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="st"&gt; &lt;/span&gt;da presidenta da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, Lourdes Lima&lt;span class="st"&gt; à &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;frente da Federação&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;,&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;que vem desenvolvendo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="st"&gt; um &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;trabalho&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span class="st"&gt; eficiente, com suas ações, para pessoas com SINDROME DWON.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="tab-stops: 355.5pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por fim, fez questão de agradecer a dedicação de todas as pessoas que neste ano estiveram envolvidas nas ações da Associação Inclusiva de Fortaleza EXISTIR. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-uR4WcE3U3AE/TvXEsbeVj3I/AAAAAAAAAXk/u57L7XpklzE/s1600/natal+existir.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-uR4WcE3U3AE/TvXEsbeVj3I/AAAAAAAAAXk/u57L7XpklzE/s320/natal+existir.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-baoS9PxTi7U/TvXEysrLfFI/AAAAAAAAAXs/_tWSNVpdnH0/s1600/natal+existir+6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-baoS9PxTi7U/TvXEysrLfFI/AAAAAAAAAXs/_tWSNVpdnH0/s320/natal+existir+6.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t5R7kXWHZsE/TvXE4CIWHLI/AAAAAAAAAX0/R2lpH9fpIlc/s1600/natal+existir+6.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-t5R7kXWHZsE/TvXE4CIWHLI/AAAAAAAAAX0/R2lpH9fpIlc/s320/natal+existir+6.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-VLvmn-bB17I/TvXE9ZKl28I/AAAAAAAAAX8/9Aqpraw_ac8/s1600/natal+exis.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-VLvmn-bB17I/TvXE9ZKl28I/AAAAAAAAAX8/9Aqpraw_ac8/s320/natal+exis.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FHhSTcbFJd4/TvXFS05pGMI/AAAAAAAAAYE/w83VOX37TVk/s1600/natal+domingos+existir.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-FHhSTcbFJd4/TvXFS05pGMI/AAAAAAAAAYE/w83VOX37TVk/s320/natal+domingos+existir.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-m8z2mt1d9pE/TvXFd4kKZnI/AAAAAAAAAYM/XuKzNNPJijg/s1600/natal+existir+8.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-m8z2mt1d9pE/TvXFd4kKZnI/AAAAAAAAAYM/XuKzNNPJijg/s320/natal+existir+8.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ltn6WDeTN9c/TvXFlVKG6cI/AAAAAAAAAYU/OJuDQ9HOmcE/s1600/natal+existir+10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-ltn6WDeTN9c/TvXFlVKG6cI/AAAAAAAAAYU/OJuDQ9HOmcE/s320/natal+existir+10.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-3765334510773921794?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/3765334510773921794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/festa-de-confraternizacao-de-natal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/3765334510773921794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/3765334510773921794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/festa-de-confraternizacao-de-natal.html' title='Festa de Confraternização de Natal -Associação Inclusiva de Fortaleza EXISTIR'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-uR4WcE3U3AE/TvXEsbeVj3I/AAAAAAAAAXk/u57L7XpklzE/s72-c/natal+existir.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-1585129996197615838</id><published>2011-12-23T13:20:00.000-08:00</published><updated>2011-12-23T13:20:07.370-08:00</updated><title type='text'>Romário e Ronaldo anunciam ingressos gratuitos para deficientes na Copa-2014</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt; 23/12/2011 - 15h00 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Romário e Ronaldo anunciam ingressos gratuitos para deficientes na Copa-2014&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Maurício Monteiro &lt;br /&gt;No Rio de Janeiro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Craques nos gramados, Romário e Ronaldo demonstraram velocidade fora das&lt;br /&gt;quatro linhas para marcar um gol de placa. Nesta sexta-feira, o deputado&lt;br /&gt;federal eleito pelo PSB-RJ anunciou ao lado de sua frente parlamentar e do&lt;br /&gt;Fenômeno, membro do Comitê Organizador da Copa (COL), a distribuição de um&lt;br /&gt;total de 32 mil ingressos gratuitos para deficientes na Copa do Mundo de&lt;br /&gt;2014. Esse total dará uma média de 500 entradas por jogo para pessoas com&lt;br /&gt;qualquer tipo de deficiência com direito a acompanhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, Romário havia visitado a sede do COL para entender melhor&lt;br /&gt;as funções de Ronaldo, que fora eleito recentemente executivo do órgão. Na&lt;br /&gt;ocasião, o Baixinho afirmou que estava muito otimista em relação à&lt;br /&gt;participação das pessoas com deficiência no Mundial. A rápida resposta&lt;br /&gt;positiva deixou o ex-camisa 11 satisfeito e emocionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Conversando com o Ricardo (Teixeira, presidente do COL) e Ronaldo, fiz um&lt;br /&gt;pedido sobre a possibilidade de termos alguma conquista para essa classe de&lt;br /&gt;pessoas com deficiência. E fiquei surpreso com a rapidez da resposta. O&lt;br /&gt;Ricardo me passou que independentemente de qualquer coisa, a CBF vai doar 32&lt;br /&gt;mil ingressos para pessoas com deficiência e seus acompanhantes. Essa é uma&lt;br /&gt;vitória dentro desse meu primeiro ano de mandato. A maior delas, porque será&lt;br /&gt;a única classe sem ter que pagar ingresso. Por isso, eu gostaria de&lt;br /&gt;aproveitar para agradecer ao Ronaldo e ao Ricardo”, disse Romário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como confederação do país sede do evento, a CBF tem o direito de comprar uma&lt;br /&gt;determinada quantidade de entradas junto à Fifa. A distribuição para&lt;br /&gt;deficientes será realizada com essa manobra. Um dos protagonistas do&lt;br /&gt;projeto, Ronaldo elogiou a luta do antigo companheiro de seleção brasileira&lt;br /&gt;pelos direitos dos portadores de deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Gostaria de dizer ao Romário, que é meu amigo e companheiro de anos, e&lt;br /&gt;também a toda sua frente parlamentar que estou orgulhoso de ver teu empenho,&lt;br /&gt;capacidade e entrega. Queria dizer que esse pedido em favor dos deficientes,&lt;br /&gt;nós é que temos que agradecer. Porque quando entrei no COL, disse que essa&lt;br /&gt;Copa deveria ser do povo e vai ser. Esse será meu principal objetivo. As&lt;br /&gt;pessoas com deficiência são uma parte importante, mesmo esquecida&lt;br /&gt;parcialmente no projeto da Lei Geral da Copa”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda recente, o projeto de distribuição de gratuidades para pessoas com&lt;br /&gt;deficiência na Copa de 2014 ainda precisa de alguns ajustes. Dentre eles,&lt;br /&gt;está a definição dos critérios de divisão dos bilhetes. Uma das&lt;br /&gt;possibilidades seria a apresentação, por parte do portador, do Código&lt;br /&gt;Internacional de Doença (CID).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Outras medidas estão previstas para serem estudadas e sacramentadas a partir&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; do próximo mês de fevereiro. Até o momento, o único consenso já definido é&lt;br /&gt;que a prioridade para recebimento das gratuidades será de portadores de&lt;br /&gt;deficiência de classes mais baixas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Slogan e Mascote&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Durante o evento, Ronaldo aproveitou ainda para revelar algumas das&lt;br /&gt;principais ações do COL previstas para o ano que vem. Segundo o membro do&lt;br /&gt;órgão responsável pela organização do Mundial, o slogan da competição deverá&lt;br /&gt;ser divulgado até o mês de março, com a mascote oficial sendo apresentada&lt;br /&gt;até o fim da temporada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-1585129996197615838?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://esporte.uol.com.br/futebol/copa-2014/ultimas-noticias/2011/12/23/roma' title='Romário e Ronaldo anunciam ingressos gratuitos para deficientes na Copa-2014'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/1585129996197615838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/romario-e-ronaldo-anunciam-ingressos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/1585129996197615838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/1585129996197615838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/romario-e-ronaldo-anunciam-ingressos.html' title='Romário e Ronaldo anunciam ingressos gratuitos para deficientes na Copa-2014'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-5045500991887474504</id><published>2011-12-18T18:19:00.000-08:00</published><updated>2011-12-18T18:19:38.653-08:00</updated><title type='text'>Síndrome de Down e Você – Um guia de saúde para as pessoas com síndrome de Down</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Síndrome de Down e você&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Você tem síndrome de Down ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Então esta cartilha é para você.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Síndrome de Down é uma coisa que acontece nos bebês mesmo antes deles&lt;br /&gt;nascerem. Mais ou menos um em cada 800 bebês que nascem no Brasil terão síndromede Down. Até hoje, ninguém sabe por quê.&lt;br /&gt;Esta cartilha foi escrita para contar a você algumas coisas sobre a síndrome.&lt;br /&gt;Esperamos ter respostas para algumas das perguntas que você pode ter.&lt;br /&gt;Esperamos que você goste desta cartilha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Por que a síndrome de Down tem este nome ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O nome vem do Dr. John Langdon Down, que escreveu sobre a síndrome em 1866.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O que é uma síndrome?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma síndrome é um conjunto de coisas diferentes que podem acontecer no seu&lt;br /&gt;corpo. Síndrome de Down não é uma doença nem um defeito, mas algumas  vezes você pode ter problemas de saúde e dificuldades por causa dela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Quem tem síndrome de Down?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um pode nascer com síndrome de Down. Não importa se:&lt;br /&gt;Você é um homem ou uma mulher&lt;br /&gt;A cor da sua pele&lt;br /&gt;Aonde você nasceu&lt;br /&gt;Se você nasceu numa família pobre ou rica&lt;br /&gt;Se o seu pai e a sua mãe estudaram muito ou pouco.&lt;br /&gt;A síndrome de Down só acontece. É importante entender que os seus pais não&lt;br /&gt;podiam fazer nada para que você não tivesse síndrome de Down. Ela não vai&lt;br /&gt;embora.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Como a síndrome de Down acontece?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A síndrome de Down acontece quando você nasce com um cromossomo a mais  em cada célula do seu corpo. As pessoas com síndrome de Down tem um uma  cópia a mais do cromossomo número 21.&lt;br /&gt;Cromossomos são pequenas partes das células que carregam os genes; e celulas&lt;br /&gt;são as pequenas partes que formam o seu corpo. Os cromossomos vêm da sua mãe e do seu pai.&lt;br /&gt;Os cromossomos carregam toda a informacão que fazem você ser exatamente  como você é, como a cor dos seus olhos e do seu cabelo, sua altura e o  formato do seu nariz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas coisas sobre síndrome de Down que podem ser vistas:&lt;br /&gt;Seus olhos podem ser amendoados, mais puxadinhos, e ter umas lindas pintinhas&lt;br /&gt;claras chamadas marcas de Brushfield.&lt;br /&gt;Seu nariz pode ser achatado e pequeno.&lt;br /&gt;Suas orelhas podem ser pequenas.&lt;br /&gt;Você pode ter um espaço entre o primeiro e o segundo dedo do pé.&lt;br /&gt;Você pode ter uma linha ao longo da palma da mão que é diferente de outras&lt;br /&gt;pessoas.&lt;br /&gt;Você pode ser um pouco mais baixo do que as outras pessoas da sua família.&lt;br /&gt;Estas coisas aparecem em muita gente, mas são mais comuns em pessoas com&lt;br /&gt;síndrome de Down.&lt;br /&gt;Se você tiver síndrome de Down, você pode se parecer um pouco com outras&lt;br /&gt;pessoas com síndrome de Down . Mas você também vai parecer com seus  pais, irmãos e irmãs. Não há ninguém no mundo exatamente igual a você.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Síndrome de Down e as maneiras de aprender&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A maioria das pessoas com síndrome de Down aprendem as coisas mais devagar.&lt;br /&gt;Você pode aprender mais devagar, ou você pode achar difícil aprender algumas&lt;br /&gt;coisas. As pessoas com síndrome de Down geralmente aprendem de várias  formas diferentes. Talvez você goste de aprender com figuras. Talvez  você tenha uma ótima memória e não precise escrever as coisas para não  esquecer.&lt;br /&gt;Muitas pessoas com síndrome de Down sabem ler. Algumas não conseguem ler  muito bem e outras lêem muito bem. Ninguém pode dizer como você vai  ler, ou quanto tempo vai levar para você aprender. Há diferentes tipos  de inteligência e você é inteligente à sua própria maneira. Você vai  aprender coisas a vida inteira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Seu corpo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por ser uma pessoa com síndrome de Down, o seu corpo e saúde podem ser um&lt;br /&gt;pouco diferentes. Existem alguns problemas pequenos e outros maiores.  Ninguém tem todos eles. Aqui estão algumas das coisas que as pessoas com  síndrome de Down podem ter:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Músculos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pessoas com síndrome de Down geralmente tem músculos que trabalham mais&lt;br /&gt;devagar, então e mais difícil fazer coisas como correr ou subir escadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Coração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O trabalho do seu coração é mandar o sangue para o seus pulmões e para todo o&lt;br /&gt;seu corpo. Assim você fica forte e se sente bem. Alguns bebês com síndrome de&lt;br /&gt;Down nascem com corações um pouco diferentes. Na maioria das vezes os médicos conseguem consertar os problemas do coração.&lt;br /&gt;Algumas pessoas com síndrome de Down podem ter que tomar remédios&lt;br /&gt;(provavelmente comprimidos). Alguns de vocês podem ter sido operados;  enquanto outros podem não ter problema algum no coração. Alguns de vocês  podem ter que tomar um comprimido para o coração antes de ir ao  dentista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Sono&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apneia do sono é muito comum. Isso quer dizer que pode ser que você não durma&lt;br /&gt;muito bem. Pode ser que você ronque, durma sentado ou com sua cabeça entre os&lt;br /&gt;joelhos. Pode ser que você acorde durante a noite.&lt;br /&gt;A gente precisa dormir para nos sentirmos descansados e termos energia para&lt;br /&gt;trabalhar, aprender e nos divertir.&lt;br /&gt;Quando não dormimos bem, isso pode causar outros problemas.&lt;br /&gt;Para ajudar você a dormir bem, você pode precisar de travesseiros extras ou um&lt;br /&gt;aparelho para você poder respirar melhor. Muitas pessoas usam este aparelho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Estômago e intestino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As pessoas com síndrome de Down são em geral muito saudáveis, mas você pode&lt;br /&gt;ter que tomar remédios (normalmente comprimidos) ou comer alguns  alimentos que ajudam o seu estômago e a sua bariga a ficarem bem.&lt;br /&gt;Seu médico pode lhe dizer o que fazer.&lt;br /&gt;Estas são algumas das coisas que você pode notar:&lt;br /&gt;Você pode arrotar muito.&lt;br /&gt;Você pode vomitar.&lt;br /&gt;Você pode ter dor no estômago ou na barriga.&lt;br /&gt;Você pode ter que correr para o banheiro muitas vezes. Quando isso acontecer,&lt;br /&gt;você pode estar com diarréia.&lt;br /&gt;Por outro lado, você pode não conseguir ir ao banheiro por muitos dias. Quando&lt;br /&gt;isso acontece, você pode estar com prisão de ventre.&lt;br /&gt;Você pode ter muita sede.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Olhos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pode ser que você precise usar óculos – isso é muito comum.&lt;br /&gt;É importante fazer exame de vista todos os anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Ouvidos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Você pode precisar de um aparelho para escutar melhor; isso é comum em  pessoas com síndrome de Down. Se você precisar que as pessoas falem mais  alto para que você possa ouvir, conte ao seu médico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Tireóide&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nossos corpos fazer tiroxina para nos ajudar a aprender, crescer e ficarmos&lt;br /&gt;bem. Seu corpo pode fazer muita ou pouca tiroxina. Os médicos precisam checar&lt;br /&gt;isso com frequência para que você possa tomar os comprimidos de que precisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Pele&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se sua pele está coçando ou quebradiça, mostre ao seu médico. Seus lábios&lt;br /&gt;podem ficar secos e quebradiços também. Algumas vezes sua cabeça coça e você&lt;br /&gt;pode ter que usar xampu anti-caspa. Lembre-se de não tomar banho muito quente porque isso pode ressecar a sua pele.&lt;br /&gt;Se você usa uma piscina pública, lembre-se sempre de tomar uma chuveirada&lt;br /&gt;quando sair. A água da piscina tem produtos químicos que podem ressecar a sua&lt;br /&gt;pele.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Pés, joelhos e quadris&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É importante que seus pés e suas pernas estejam bem para que você possa andar,&lt;br /&gt;correr, fazer esportes e sair para encontrar com os amigos. Sempre use sapatos&lt;br /&gt;que se ajustem bem aos seus pés e sejam confortáveis.&lt;br /&gt;Se você tiver problemas com os pés ou as pernas, diga a seu médico. Você pode&lt;br /&gt;precisar de um raio-X, ou ir a um fisioterapeuta. Pode ser que você precise de&lt;br /&gt;um sapato diferente ou algum apoio para o seu sapato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pescoço&lt;br /&gt;Os ossos do seu pescoço ajudam a manter a sua cabeça em pé e deixar que as&lt;br /&gt;mensagens passem do seu cérebro para o resto do seu corpo. Se as  mensagens não conseguirem chegar no seu corpo, você pode ter problemas  com seus pés e as suas pernas. Você também pode ter problemas na bexiga e  nos intestinos. Diga isso ao seu médico. Ele pode querer que você tire  alguns raios-Xs ou outros exames para poder resolver o problema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Germes&lt;br /&gt;É fácil pegar germes e ficar doente. Fique longe de pessoas gripadas, se você&lt;br /&gt;puder. Lembre-se de sempre lavar as mãos antes de comer e depois de ir ao&lt;br /&gt;banheiro. Quando você mantém suas mãos limpas, é mais fácil ficar bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cansaço&lt;br /&gt;Você pode se cansar facilmente. Você pode ficar cansado mesmo se dormir&lt;br /&gt;bastante. Você precisa fazer exercícios e comer comidas saudáveis para dar ao&lt;br /&gt;seu corpo a energia que ele precisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas perguntas que você pode ter:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Eu sou doente ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não, de jeito nenhum. Você pode ficar doente de vez em quando, mas você não&lt;br /&gt;terá todos os problemas que falamos aqui. A maioria das pessoas com síndrome de Down levam vidas saudáveis e felizes.&lt;br /&gt;E lembre-se: pessoas que não têm síndrome de Down às vezes têm problemas de&lt;br /&gt;saúde também.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Eu sou deficiente ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo pode fazer melhor algumas coisas do que outras. Se as pessoas não&lt;br /&gt;conseguem fazer alguma coisa, dizemos que elas têm uma deficiência. Não é ruim&lt;br /&gt;ter uma deficiência.&lt;br /&gt;Algumas pessoas podem chamar você de deficiente e não ver todas as coisas que&lt;br /&gt;você pode fazer.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Namoro e relacionamentos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eu posso ter um namorado ou uma namorada ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim ! Como qualquer um, pessoas com síndrome de Down querem ter amigos&lt;br /&gt;próximos e pessoas que gostem delas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Eu posso ter filhos ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se você é uma mulher com síndrome de Down, normalmente você pode ficar  grávida e ter bebês. Mas se você é um homem com síndrome de Down, pode  ser que você não seja capaz de fazer bebês. A maioria dos homens com  síndrome de Down não têm muito esperma (que é preciso para se fazer  bebês).&lt;br /&gt;Cuidar de bebês dá muito trabalho. Você precisa pensar bem antes de planejar&lt;br /&gt;se tornar mãe ou pai. Tudo bem se você decidir não querer um bebê.&lt;br /&gt;Se você quiser ser mãe ou pai, mas não puder ter um bebê, talvez você fique&lt;br /&gt;muito triste. Pode ser bom achar alguém em quem você confie para falar sobre&lt;br /&gt;isso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O meu bebê terá síndrome de Down ?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Talvez. Metade dos bebês de mães com síndrome de Down têm síndrome de Down também.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Histórias sobre síndrome de Down que não são verdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas não sabem nada sobre síndrome de Down e dizem coisas que não&lt;br /&gt;são verdade. Não leve a sério tudo que ouve sobre síndrome de Down.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 &lt;em&gt;Muitas pessoas acham que todo mundo que tem síndrome de Down é alegre e&lt;br /&gt;fácil de levar&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Não é verdade. Como todas as pessoas, isso só é certo algumas vezes. Mesmo se&lt;br /&gt;você é fácil de levar, você provavelmente quer as coisas da sua maneira de vez&lt;br /&gt;em quando. Pode ter horas em que você está chateado ou magoado.&lt;br /&gt;Você não precisa ficar alegre o tempo todo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 &lt;em&gt;Pessoas com síndrome de Down não são tão boas quanto as outras pessoas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Não é verdade. Isso é MUITO errado. Você é uma parte importante da sua família&lt;br /&gt;e da comunidade onde você mora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3 &lt;em&gt;Pessoas com síndrome de Down não podem namorar nem ter um namorado ou namorada&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Não é verdade. Como todo mundo, você pode ter amigos próximos, sair para&lt;br /&gt;paquerar e gostar de outras pessoas. Você pode se casar, se você encontrar a&lt;br /&gt;pessoa certa, ou viver junto como companheiros. Não há razão para não fazer&lt;br /&gt;isso, mesmo se você precisar de alguma ajuda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta cartilha é somente para informação geral. Ela não substitui ajuda&lt;br /&gt;profissional quando você precisar dela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tradução: Patricia Almeida&lt;br /&gt;Original em inglês&lt;br /&gt;Canadian Down Syndrome Society&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.inclusive.org.br/www.cdss.ca"&gt;www.cdss.ca&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-5045500991887474504?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/5045500991887474504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/sindrome-de-down-e-voce-um-guia-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5045500991887474504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5045500991887474504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/sindrome-de-down-e-voce-um-guia-de.html' title='Síndrome de Down e Você – Um guia de saúde para as pessoas com síndrome de Down'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-8384432322751221314</id><published>2011-12-18T18:17:00.000-08:00</published><updated>2011-12-18T18:17:22.145-08:00</updated><title type='text'>3 comentários em “Orientações aos Sistemas de Ensino sobre o Decreto nº 7.611/2011”</title><content type='html'>&lt;a href="" id="PRINCIPAL" name="PRINCIPAL"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="comment-text"&gt;&lt;a href="" id="PRINCIPAL" name="PRINCIPAL"&gt;                   &lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa nota é uma tentativa desesperada para dizer  que nada aconteceu. E, como muito bem sabem os animadores deste blog,  TUDO aconteceu. Vejamos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;“&lt;span style="font-size: large;"&gt;O apoio financeiro às instituições especializadas&lt;/span&gt; mencionadas,  referente ao atendimento de pessoas que não estão matriculadas no ensino  regular, destina-se, especialmente, àquelas que se encontram fora da  faixa etária de escolarização obrigatória, em razão de um processo  histórico de exclusão escolar”. O que quer dizer “especialmente”? Na  nota, se quer dar um tom de “exclusivamente”, mas não é assim que está  no novo decereto. Em nenhum lugar do 7611 está dito isso. Pelo  contrário, diz-se claramente que as educação especial pode ocorrer em  escolas especiais e também em classes especiais e classes comuns da rede  regular. Não se diz aí que é para quem está fora de faixa etária. (É só  ver o Art. 8º, referente ao Art. 14º, § 1, do Decreto 6253/2007). Ou  seja: dupla matrícula na clesse comum, na classe especial, na escola  especial, mais o AEE.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 – Sobre as escolas de surdos, a nota resume-se a dizer o que o MEC  orienta, além do que já fez, mas não consegue disfarçar a tentativa de  esconder que o decreto 5626/2005 não se refere abstratamente à “educação  bilíngue”, mas a define, no seu artigo 22º, se referindo a três formas  possíveis de inclusão educacional: escolas bilíngues, classes bilíngues e  classes comuns na rede regular + AEE. Ou seja, a atual política do MEC  de procurar implementar apenas a terceira forma (aquele definida do  6571, já revogado) foi desautorizada pelo novo Decreto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3 – A versão de que o 6571 foi revogado porque todo seu conteúdo foi  mantido é uma brincadeira. Se foi mantido, por que fazer um novo  decreto? Só há uma explicação: Porque o 6571 só via uma possibilidade,  enquanto o 7611/2011 vê três possibilidades. E a Presidenta Dilma não  concorda com essa política.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="" id="PRINCIPAL" name="PRINCIPAL"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="" id="PRINCIPAL" name="PRINCIPAL"&gt;Gostaria que me ajudassem com a  seguinte dúvida: alunos da rede particular de ensino podem frequentar a  sala do AEE. Qual o embasamento legal para tal fato?&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;O AEE é um serviço que atende os alunos da rede públilca. Entretanto,  com a dupla matricula, nada impede que um aluno que frequenta a escola  regular na rede privada possa ser matriculado em um serviço  especializado de sua escolha. É o que prevê a legislação. Na prática não  sabemos como isso vai se dar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img src="http://img2.blogblog.com/img/video_object.png" style="background-color: #b2b2b2; " class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt; &lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O financiamento público às instituições privadas filantrópicas de Educação Especial&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Decreto nº 7.611/2011 não apresenta inovação com relação ao apoio financeiro às instituições privadas filantrópicas que atuam na educação especial, considerando que seus dispositivos transcrevem o art. 60 da Lei nº 9.394/1996 e o art. 14 do Decreto nº 6.253/2007, que regulamenta a Lei n° 11.494/2007, que institui o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. Igualmente, essas instituições continuam tendo o financiamento público por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola – PDDE e Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O apoio financeiro às instituições especializadas mencionadas, referente ao atendimento de pessoas que não estão matriculadas no ensino regular, destina-se, especialmente, àquelas que se encontram fora da faixa etária de escolarização obrigatória, em razão de um processo histórico de exclusão escolar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, importa ressaltar que para a transformação de sistemas educacionais em sistemas educacionais inclusivos, a atual política de Educação Especial desenvolvida pelo MEC em parceria com os demais entes federados, desde 2003, implementa ações, ampliando o financiamento público direcionado à melhoria das condições de acesso e participação dos estudantes público alvo da educação especial nas escolas da rede regular de ensino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com respeito à revogação do Decreto nº 6.571/2008, que instituiu o duplo financiamento no âmbito do FUNDEB, ressalta-se que esta medida se deu em razão de que todo seu conteúdo foi incorporado pelo Decreto nº 7.611/2011, conforme art.8º, a seguir:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Art.9º-A Para efeito da distribuição dos recursos do FUNDEB, será admitida a dupla matrícula dosestudantes da educação regular pública que recebem atendimento educacional especializado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 1º A dupla matrícula implica o cômputo do estudante tanto na educação regular da rede pública, quanto no atendimento educacional especializado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 2º O atendimento educacional especializado aos estudantes da rede pública de ensino regular poderá ser oferecido pelos sistemas públicos de ensino ou por instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, com atuação exclusiva na educação especial, conveniadas com o Poder Executivo competente, sem prejuízo do disposto no art. 14.” (NR)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, observa-se que o financiamento público da Educação Especial tem consolidado uma política de acessibilidade nas escolas das redes públicas de ensino em todo país. Esta agenda envolve a gestão dos estados, dos municípios e do Distrito Federal na construção de estratégias para a garantia de acessibilidade física, pedagógica, nas comunicações e informações. Esta política de inclusão torna-se, cada vez mais, presente nos sistemas de ensino, orientando a elaboração dos projetos pedagógicos das escolas e a formação de professores&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-8384432322751221314?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/8384432322751221314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/3-comentarios-em-orientacoes-aos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/8384432322751221314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/8384432322751221314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/3-comentarios-em-orientacoes-aos.html' title='3 comentários em “Orientações aos Sistemas de Ensino sobre o Decreto nº 7.611/2011”'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-8258195394378167338</id><published>2011-12-18T18:03:00.001-08:00</published><updated>2011-12-18T18:03:53.887-08:00</updated><title type='text'>Como manter crianças e adolescentes com síndrome de Down saudáveis – 26/12 – SP</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ATUALIZAÇÕES MÉDICAS QUE OS PAIS PRECISAM SABER!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dr. Brian Skotko&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Geneticista do programa de atendimento de crianças e adolescentes com  síndrome de Down do Hospital Infantil de Boston, Massachusetts, EUA.  Consultor das associações National Down Syndrome Society e National Down  Syndrome Congress.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta apresentação, o Dr. Brian Skotko vai fazer um apanhado sobre  todas as questões e preocupações que a maioria dos pais tem sobre seus  filhos ou filhas com síndrome de Down. As informações são baseadas nas  mais recentes pesquisas clínicas. Com sua experiência no Programa de  Síndrome de Down do Hospital Infantil de Boston, Dr. Skotko garante que  todos os pais podem antecipar condições médicas, de modo a maximizar o  potencial de seus filhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Vagas limitadas&lt;br /&gt;* Haverá tradução simultânea&lt;br /&gt;* Embora a palestra seja destinada aos familiares, os profissionais de saúde serão muito bem vindos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Local:&lt;br /&gt;Anfiteatro do Instituto da Criança – FMUSP – Portaria 2&lt;br /&gt;Rua Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 647&lt;br /&gt;Cerqueira Cesar – São Paulo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Data: 26 de dezembro de 2011&lt;br /&gt;Horário: 19:30 horas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inscrições gratuitas pelo email&lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/sindromededown/post?postID=SbLysWSAl42Dyuvd5pCJCU29Qr1Y_48TkWwIAIGrCHbf4AphfstBFC6fiL8GmjRwEXLVbNBeiSK2FQKuyFo"&gt; dra.brandao@bol.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O encontro será transmitido pela DownBrasil via Web Rádio para que o máximo de pessoas pudessem escutar a palestra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Projeto é DownBrasil e Você e o site para escutar a Web Rádio é &lt;a href="http://www.downbrasilevoce.com/" rel="nofollow" target="_blank"&gt;www.downbrasilevoce.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ORGANIZAÇÃO: Ana Claudia Brandão, &amp;nbsp;médica colaboradora da Unidade de  Alergia e Imunologia do Instituto da Criança – FMUSP e pediatra do  Centro de Especialidades Pediátricas do HIAE e do Programa Einstein na  Comunidade de Paraisópolis – responsável pelos ambulatórios de síndrome  de Down&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma realização conjunta:&lt;br /&gt;Instituto MetaSocial&lt;br /&gt;Federação das Associações Brasileiras de Sindrome de Down – FBASD&lt;br /&gt;Inclusive – Inclusão e Cidadania&lt;br /&gt;Grupo 25&lt;br /&gt;Carpe Diem&lt;br /&gt;Compass – Tradução e Interpretação&lt;br /&gt;Instituto da Criança – Hospital das Clinicas – FMUSP&lt;br /&gt;DownBrasil&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-8258195394378167338?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/8258195394378167338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/como-manter-criancas-e-adolescentes-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/8258195394378167338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/8258195394378167338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/como-manter-criancas-e-adolescentes-com.html' title='Como manter crianças e adolescentes com síndrome de Down saudáveis – 26/12 – SP'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-3348771254776101247</id><published>2011-12-18T18:02:00.000-08:00</published><updated>2011-12-18T18:02:27.294-08:00</updated><title type='text'>Novo decreto e PNE assustam defensores de educação inclusiva</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Por Priscilla Borges&lt;br /&gt;iG Brasília&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O futuro educacional das crianças e dos adolescentes com deficiências  preocupa organizações da sociedade civil. Elas temem modificações nas  políticas de educação inclusiva que hoje orientam o Brasil. O receio de  especialistas e pessoas que militam em defesa dos deficientes se baseia  no relatório final do Plano Nacional de Educação (PNE) e no decreto  presidencial nº 7611, publicado há quase um mês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relatório final do documento que define as estratégias educacionais  para o País na próxima década propõe “universalizar, para a população  de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos alunos com deficiência,  transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou  superdotação, preferencialmente, na rede regular de ensino, garantindo o  atendimento educacional especializado em classes, escolas ou serviços  especializados, públicos ou comunitários, sempre que, em função das  condições específicas dos alunos, não for possível sua integração nas  classes comuns”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra “preferencialmente”, segundo as entidades, abre espaço para  que crianças possam ser matriculadas somente em escolas especializadas,  o que vai contra as políticas educacionais atuais. Hoje, os estudantes  com algum tipo de deficiência devem frequentar escolas comuns e receber  atendimento especializado no turno contrário ao das aulas, de  preferência no próprio colégio. Se não for possível, instituições  especializadas podem atendê-los.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O texto do PNE é muito grave, porque é uma lei e contraria  expressamente a Convenção da Organização das Nações Unidas ratificada  pelo Brasil com força de emenda constitucional (Convenção sobre os  Direitos das Pessoas com Deficiência – ONU/2006, ratificada pelos  Decretos nº 186/2008 e nº 6.949/2009). Apenas o atendimento  especializado pode ocorrer fora da rede regular”, ressalta Eugênia  Gonzaga, procuradora da República em São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Eugênia, se a redação do plano não for alterada no Congresso, as  políticas para o ensino especial sofrerão um retrocesso. Ela conta que o  Ministério Público de São Paulo já foi procurado por parlamentares para  pedir auxílio técnico na elaboração de emendas que modificam essa meta.  Por outro lado, o MPF em São Paulo vai apresentar uma recomendação de  mudança em outro documento oficial que pode dar força ao texto do PNE.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o Decreto 7.611, que orienta a educação especial, assinado pela  presidenta Dilma Rousseff junto com o lançamento do Plano Nacional dos  Direitos da Pessoa com Deficiência, o Viver sem Limites. Esse documento  revoga o anterior (Decreto 6.571, de 2008) e, segundo Eugênia, deixa  dúvidas sobre como as crianças com deficiência devem ser atendidas na  rede escolar – o que pode reforçar as propostas novas do PNE.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Protestos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Organizações e associações em defesa dos deficientes, como a  Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, protestam pela  internet desde que os dois documentos foram divulgados. Há convocações  para que as pessoas enviem mensagens de repúdio aos ministros da  Educação, da Casa Civil e da Secretaria de Direitos Humanos e um  manifesto foi criado para pedir que a Convenção da ONU seja cumprida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Claudia Grabois, do movimento Inclusão Já (que lidera alguns dos  protestos), afirma que a rede quer garantias de que as políticas de  educação inclusiva não serão modificadas, apesar da ambiguidade do  decreto. “A Convenção é clara: a obrigação do Estado é oferecer ensino  inclusivo. As pessoas com deficiência precisam ter independência e  autonomia asseguradas e a eliminação da discriminação. Não há como  pensar nisso sem passar pela escola”, diz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na opinião da especialista, as famílias das crianças com deficiência  precisam reconhecer que a educação inclusiva como um direito e lutar por  ele. “Às vezes, é mais fácil falar que vai existir preconceito na  escola em vez de quebrar barreiras”, diz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na avaliação de Claudia Werneck, coordenadora da Escola de Gente –  Comunicação em Inclusão, muitas famílias ainda são “alvo de manipulação  financeira e partidária”. “As famílias de crianças com deficiência são  muito solitárias ainda, porque essas crianças não são vistas como  solução pela comunidade e sim como problema. O direito à educação  inclusiva é da criança e não da família”, ressalta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao iG, o ministro da Educação, Fernando Haddad, garantiu que as  políticas de inclusão do MEC não serão alteradas. Para ele, ao  contrário, o novo decreto beneficiará as crianças com deficiências que  ainda não estão na escola. “Vamos fazer a busca ativa”, diz. Ele explica  que o decreto autoriza, por exemplo, que o MEC compre veículos  escolares para municípios a fim de promover a inclusão de quem está fora  da escola por não ter como chegar ao colégio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O decreto incorporou os termos da Convenção e compatibiliza textos  de decretos anteriores, deixando claro que vamos fomentar a dupla  matrícula, que garante às crianças com deficiência um turno em classe  regular e outro em atendimento especializado, o que permite oferecer à  criança com deficiência o melhor ambiente para seu desenvolvimento”,  comenta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Viver sem Limites&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o MEC, o Viver sem Limites consolida ações que já eram  executadas pelo MEC: criação de salas de recursos multifuncionais nas  escolas; adequação arquitetônica de escolas; busca de crianças com  deficiência que estão fora da escola (BPC na Escola); formação de  professores e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais. O plano vai  permitir também a compra de transporte escolar acessível; formação  profissional das pessoas com deficiência (pelo Pronatec e a criação de  cargos de professores de Libras nas instituições federais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e  Inclusão do MEC, Cláudia Dutra, afirmou ao iG que o objetivo é eliminar  as barreiras para incluir as pessoas que deveriam, mas estão fora da  escola. Segundo ela, entre os 435.298 brasileiros de 0 a 18 anos que têm  deficiências e recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) –  concedido a idosos e deficientes com dificuldade para se sustentar –  206.281 (47%) não estudam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A justificativa de 52% deles é a própria deficiência. De acordo com o  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 45 milhões de  brasileiros possuem alguma deficiência. “Por isso, o BPC na escola  objetiva, nas três esferas de governo, identificar e eliminar as  barreiras e promover a inclusão escolar dessa população”, diz a  secretária. A meta é fazer com que, em quatro anos, pelo menos 378 mil  crianças estejam frequentando a escola.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A secretária conta que o MEC já transferiu R$ 81 milhões para custear  ações como reformas nas escolas (em 11.047 prédios) e adquirir recursos  para as salas multifuncionais. Até 2014, o governo investirá R$ 7,5  bilhões no plano todo.&lt;/div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;rct=j&amp;amp;q=novo%20decreto%20e%20pne%20assustam%20defensores%20de%20educa%C3%A7%C3%A3o%20inclusiva&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CC4QFjAB&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fultimosegundo.ig.com.br%2Feducacao%2Fnovo-decreto-e-pne-assustam-defensores-de-educacao-inclusiva%2Fn1597408058657.html&amp;amp;ei=ve7oTsTTBsWBgweeheXpCA&amp;amp;usg=AFQjCNHdEPK7vVAtyjV7wfREp5A0ozQV1w"&gt;Último Segundo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-3348771254776101247?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.inclusive.org.br/?p=21786' title='Novo decreto e PNE assustam defensores de educação inclusiva'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/3348771254776101247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/novo-decreto-e-pne-assustam-defensores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/3348771254776101247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/3348771254776101247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/novo-decreto-e-pne-assustam-defensores.html' title='Novo decreto e PNE assustam defensores de educação inclusiva'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-1602053968227333330</id><published>2011-12-18T18:00:00.000-08:00</published><updated>2011-12-18T18:00:11.509-08:00</updated><title type='text'>“A educação inclusiva é uma obrigação do ensino público e do privado”, diz MP</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A educação inclusiva é uma obrigação do ensino público e do privado e  exige acessibilidade pedagógica”. Com esse pensamento a Promotora de  Justiça de Defesa da Pessoa com Deficiência, Iadya Gama Maio, inicia  buscar dar visibilidade a um trabalho de conscientização das escolas  sobre a recepção e o desenvolvimento de alunos com deficiência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dessa vez a Promotoria de Justiça está trabalhando com as escolas da  rede particular de ensino. Segundo Iadya Gama o trabalho na rede pública  já está mais avançado no sentido de conscientização e fiscalização, mas  muitas pessoas ainda desconhecem os seus direitos em relação a escolas  privadas. “As escolas particulares também são obrigadas a seguir as  determinações legais no que diz respeito à recepção e à aprendizagem dos  alunos com deficiência. Mas percebemos que muitos pais desconhecem essa  obrigatoriedade, achando que apenas a rede pública de ensino deve  garantir a educação de crianças e adolescentes com deficiência, quando  qualquer escola particular também tem essa incumbência. São comuns os  casos de pessoas que acham que a escola pode se recusar a receber alunos  com deficiência alegando falta de estrutura, o que não é aceitável”,  explica a Promotora de Justiça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O trabalho de conscientização vem sendo desenvolvido pelo Ministério  Público junto às escolas privadas, inicialmente de maneira preventiva.  Em julho deste ano foi realizada uma reunião que contou com a presença  aproximada de 180 escolas da rede particular, onde foram discutidas as  questões referentes à educação inclusiva. Na oportunidade ficou  demonstrada a necessidade das escolas particulares inserirem o  atendimento educacional especializado – AEE – em seus Projetos Políticos  Pedagógicos, resultando em uma Recomendação ministerial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dando continuidade ao trabalho, no último dia 07, a 30ª Promotoria de  Justiça da Comarca de Natal, com atribuição na área de Direitos das  Pessoas com Deficiência e Idosos, recebeu representantes do Conselho  Estadual de Educação para discutir a implementação da educação inclusiva  nas escolas da rede privada. No debate buscou-se formas de garantir que  as escolas particulares assumam as mesmas obrigações da rede pública no  que se refere ao oferecimento da educação inclusiva, com as diversas  ferramentas que devem ser postas ao público-alvo da educação especial  (pessoas com deficiência, transtornos globais&amp;nbsp; de desenvolvimento e  altas habilidades/superdotação).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O objetivo maior desse trabalho é garantir que toda criança e  adolescente que possuir deficiência esteja matriculado e incluído em  qualquer escola comum, seja ela pública ou privada, sendo a eles  garantido o atendimento educacional especializado de que necessitem.  “Precisamos pensar educação inclusiva de forma mais ampla. O que  buscamos é uma inclusão pedagógica em todas as escolas, sejam públicas  ou privadas, de forma a garantir que alunos com os mais diversos tipos  de deficiência se sintam parte do processo de construção da cidadania”,  explica Iadya Gama.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-1602053968227333330?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.inclusive.org.br/?p=21780' title='“A educação inclusiva é uma obrigação do ensino público e do privado”, diz MP'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/1602053968227333330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/educacao-inclusiva-e-uma-obrigacao-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/1602053968227333330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/1602053968227333330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/educacao-inclusiva-e-uma-obrigacao-do.html' title='“A educação inclusiva é uma obrigação do ensino público e do privado”, diz MP'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-1080258020557428706</id><published>2011-12-07T18:30:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T18:30:18.176-08:00</updated><title type='text'>RECOMENDAÇÕES AOS PAIS E EDUCADORES -Síndrome de Down</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img src="http://img2.blogblog.com/img/video_object.png" style="background-color: #b2b2b2; " class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt; &lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A Secretaria de Direitos Humanos, em 21/11, informou em seu site (&lt;a href="http://www.direitoshumanos.gov.br/"&gt;www.direitoshumanos.gov.br&lt;/a&gt;) que “a III Comissão da Assembleia-Geral das Nações Unidas (AGNU) adotou, por consenso, o projeto de resolução apresentado pelo Brasil, intitulado ‘World Down Syndrome Day’ (Dia Mundial da Síndrome de Down). A data será comemorada a partir de 2012. A ONU propôs que os Estados membros comemorassem com a adoção de medidas para promover maior conhecimento sobre a Síndrome de Down”.&lt;br /&gt;A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 5% da população de um país em tempo de paz apresenta algum tipo de deficiência intelectual. No Brasil, isso corresponde a quase 10 milhões de pessoas. Entre as mais conhecidas está a síndrome de Down.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;RECOMENDAÇÕES AOS PAIS E EDUCADORES&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em entrevista ao programa “Sociedade Solidária”, da Boa Vontade TV (canal 23 da SKY), a terapeuta ocupacional Fabiana Alencar, especialista no assunto, abordou algumas recomendações aos pais e educadores no trato com crianças portadoras de deficiência intelectual.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;“Por natureza, a criança com síndrome de Down tem um processo de desenvolvimento mais lento. Contudo, se houver uma intervenção precoce, com o imprescindível apoio da família, ela vai longe. Hoje é muito comum ver pessoas com síndrome de Down trabalhando e, até mesmo, se casando”, esclareceu ela.&lt;br /&gt;Porém, faz uma ressalva: apesar dos avanços, o portador da deficiência necessitará, durante toda a vida, de alguns cuidados especiais. “Até por conta do comprometimento intelectual, da dificuldade em compreender as regras sociais. Entretanto, é uma pessoa que pode (tendo uma supervisão) morar numa residência apoiada. É importante trabalhar essas crianças vislumbrando que, no futuro, elas possam fazer sua própria comida, cuidar das suas roupas, lidar com dinheiro, mas é preciso ensiná-las e supervisioná-las sempre”, pontuou a terapeuta.&lt;br /&gt;É notório o amadurecimento da sociedade com relação aos direitos e desenvolvimento de pessoas com deficiência. As escolas especiais ainda existem, mas as regulares já disponibilizam vagas para crianças com deficiência intelectual. “Trabalhei numa instituição de educação especial, e era impressionante. Tínhamos adultos de 20, 30 anos, que passaram a vida inteira nela, porque não tinham outra oportunidade. Hoje se vislumbram algumas coisas diferentes para essa geração de pessoas com síndrome de Down, que para as outras não eram tão comuns. Nos dias atuais, a criança com deficiência está na escola para, quando ela se formar, poder, por exemplo, trabalhar. Já temos pessoas com síndrome de Down que conseguiram entrar para a faculdade”, conta Fabiana.&lt;br /&gt;Sobre os desafios da integração dessas crianças no universo escolar, explicou que “elas, desde muito cedo, em geral, fazem acompanhamento com fisioterapeuta, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional. Uma vez ingressando na escola, já vão ter um arcabouço de vivências, de conceitos e de conhecimento; porém, quando o processo começa a se desenvolver, é muito importante o trabalho terapêutico com a escola.” E esclareceu: “A gente procura trabalhar sempre, por exemplo, a repetição; para essas crianças a repetição é muito importante. Muitas vezes o material que elas vão usar é diferente do dos coleguinhas, mas elas precisam disso, e a escola tem que ter disponibilidade de mudar, de tentar outros caminhos. Às vezes, algumas professoras falam: ‘Ah, mas eu nunca tive experiência com isso, não tenho formação para isso’. A formação, lógico, é importante! Mas também é valiosíssimo ter disposição de mudar”.&lt;br /&gt;Meus agradecimentos à terapeuta ocupacional Fabiana Alencar. O tema nos remete ao respeito às diferenças, passo primacial para o surgimento da tão sonhada sociedade solidária, altruística e ecumênica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-1080258020557428706?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.jornaldebarretos.com.br/novo/2011/12/44503' title='RECOMENDAÇÕES AOS PAIS E EDUCADORES -Síndrome de Down'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/1080258020557428706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/recomendacoes-aos-pais-e-educadores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/1080258020557428706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/1080258020557428706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/recomendacoes-aos-pais-e-educadores.html' title='RECOMENDAÇÕES AOS PAIS E EDUCADORES -Síndrome de Down'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-3407336377028442932</id><published>2011-12-07T18:23:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T18:23:25.540-08:00</updated><title type='text'>Pedro Madeira medalhado no Europeu Síndrome de Down</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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" class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt; &lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="texto"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt; 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O atleta reside na Golegã onde treina com a equipa do Núcleo Sportinguista da Golegã e pratica também equitação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="texto"&gt;Decorreu entre os dias 15 e 21 de Novembro, o Primeiro Campeonato da Europa de Natação DSISO para atletas com Síndrome de Down. O complexo de piscinas Rui de Abreu em Coimbra foi o palco escolhido, o que possibilitou à selecção nacional fazer-se representar por uma numerosa comitiva. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="texto"&gt;Entre os atletas, um estreante, oriundo da Golegã: Pedro Madeira _ que para além da natação onde treina com a equipa de natação e triatlo do Núcleo Sportinguista da Golegã, se dedica também às artes equestres, competindo e fazendo a sua ocupação profissional. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="texto"&gt;Se a felicidade do atleta já era enorme pela sua primeira convocatória, as coisas não poderiam ter corrido da melhor forma pois obteve duas medalhas de ouro nos 25  metros livres e 25 metros costas, sendo ainda medalha de prata nos 25  metros bruços. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="texto"&gt;Pedro Madeira obteve ainda um novo record nacional nos 25 metros costas. A final dos 50 metros livres fugiu-lhe por pouco mas o nadador encontrava-se extremamente feliz com a sua participação, sendo que treina habitualmente de uma maneira bastante aplicada com a equipa do Núcleo Sportinguista da Golegã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="texto"&gt;Em termos colectivos Portugal teve uma excelente participação obtendo um total de 35 medalhas - 13 medalhas de ouro, 14 de prata e 8 de bronze. Filipe Santos esteve em destaque em várias provas em especial onde registou um novo record nacional: nos 200 mts livres com 2.58.61. Também Ricardo Pires e José Vieira obtiveram novos records nacionais nos 50 Mariposa e 100 bruços respectivamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-3407336377028442932?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=523&amp;id=79143&amp;idSeccao=8664&amp;Action=noticia' title='Pedro Madeira medalhado no Europeu Síndrome de Down'/><link rel='enclosure' type='' href='http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=523&amp;id=79143&amp;idSeccao=8664&amp;Action=noticia' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/3407336377028442932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/pedro-madeira-medalhado-no-europeu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/3407336377028442932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/3407336377028442932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/pedro-madeira-medalhado-no-europeu.html' title='Pedro Madeira medalhado no Europeu Síndrome de Down'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-7527025490988449567</id><published>2011-12-07T18:05:00.001-08:00</published><updated>2011-12-07T18:09:47.111-08:00</updated><title type='text'>ALTERAÇÃO DA META 4 DO PNE É INCONSTITUCIONAL! LEIA E MANIFESTE A SUA INDIGNAÇÃO! DIGA NÃO A DISCRIMINAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA!</title><content type='html'>Prezad@s&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;Mensagem postada em redes sociais sobre a alteraçao da meta 4 do PNE. No INCLUSÃO JÁ! &lt;a href="http://inclusaoja.com.br/" target="_blank"&gt;http://inclusaoja.com.br&lt;/a&gt; tem artigos, cartas e a relação de deputados e senadores.&lt;br /&gt;Escreva. Manifeste a sua indignação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deputadas e deputados, senador, vocês que participaram diretamente das  audiências e articulações para tentar alterar a meta 4 PNE e ajudar a  colocar pessoas com deficiência em "lugares apropriados", vocês  carregarão o peso da violação dos direitos humanos, por que educação é  direito central, DIREITO HUMANO. Mas, caso você não faça parte dessa  lista , desconsidere. Os que trabalharam para esse fim sabem do que  estou falando.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Tenham a certeza que venceremos contra os retrocessos, por que a luta está apenas começando! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue abaixo:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;DIGA NÃO A DISCRIMINAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta pronta para ser aprovada a Lei 8035/2010, que institui o PNE, agora  com alteração da Meta 4. De acordo com o texto fica garantido o  atendimento educacional especializado em escolas, classes ou serviços  públicos comunitários sempre que , EM FUNÇÃO DAS CONDIÇÕES ESPECÍFICAS  DOS ALUNOS, NAO FOR POSSÍVEL SUA INTEGRAÇÃO EM CLASSE COMUM. &lt;/span&gt;    &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, completamente contrário aos preceitos constitucionais.&lt;br /&gt;O que esta acontecendo e' um golpe na sociedade brasileira, novamente, a  exemplo do 7611/11, que segue a mesma linha -foi articulado na Casa  Civil e assinado, ironicamente, no dia do lançamento do "Viver Sem  Limites".&lt;br /&gt;Dep. Angelo Vanhoni, por favor. Faço em público esse apelo, nos ouça,  pois a alteração da Meta 4 confronta a Convenção da ONU,que tem peso de  CF, a CF, a LBBEN( inclusive) e o ECA. A universalização do acesso e  permanência na educação e' questão de direitos humanos e o Brasil,  inclusive, presta contas a ONU. Lamento a nova redação, que viola o  direito inalienável e, nos termos , "integração quando possível". E'  muito serio e uma grave violação dos direitos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso significaria um retrocesso de 23 anos e a volta da triagem  oficializada em escolas regulares (públicas e privadas), a discriminação  instituida!  Mas podemos reverter o quadro! Vamos pressionar as  Ministra dos Direitos Humanos, da Casa Civil e deputados e Senadores,  para que não rasguem a Constituição Federal e a Convenção sobre os  Direitos das Pessoas com Deficiência. &lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Abraços Inclusivos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudia Grabois            &lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-7527025490988449567?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/7527025490988449567/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/alteracao-da-meta-4-do-pne-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7527025490988449567'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7527025490988449567'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/alteracao-da-meta-4-do-pne-e.html' title='ALTERAÇÃO DA META 4 DO PNE É INCONSTITUCIONAL! LEIA E MANIFESTE A SUA INDIGNAÇÃO! DIGA NÃO A DISCRIMINAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA!'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-960491756339140412</id><published>2011-12-07T17:48:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T17:48:31.381-08:00</updated><title type='text'>Terapia pode reverter problemas de aprendizado em pessoas com Down</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img src="http://img2.blogblog.com/img/video_object.png" style="background-color: #b2b2b2; " class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt; &lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aprendizado nos portadores de Down&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisadores norte-americanos realizaram um estudo com ratos que pode ajudar no desenvolvimento de um tratamento para reverter os problemas de aprendizado associados à Síndrome de Down.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo estudo, publicado na revista científica Science Translational Medicine, aponta as regiões afetadas do cérebro e sugere possíveis formas de resolver os problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao nascer, a criança com Down não apresenta atrasos no seu desenvolvimento, mas logo cedo problemas de memória se manifestam e passam a dificultar o aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas com Síndrome de Down possuem uma cópia extra do cromossomo 21. A condição é associada a problemas nos centros de memória, dificultando o processo de coleta e uso de experiências vividas para a formação de novas memórias e no processo de aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Experiências com ratos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas da Universidade de Stanford e do Hospital Infantil Lucile Packard - na cidade de Stanford, Califórnia - trabalharam com ratos alterados geneticamente para apresentar traços associados à Síndrome de Down.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemente de outros ratos, os animais alterados geneticamente não iniciavam a construção de ninhos quando colocados em gaiolas com as quais não estavam familiarizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores constataram que, nesses animais, células localizadas em uma região do cérebro conhecida como hipocampo não estavam sendo supridas com uma substância química chamada noradrenalina ou norepinefrina, que ajuda as células nervosas a se comunicarem umas com as outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cópia extra do cromossomo 21&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema parece ser resultante de uma deterioração em outra área do cérebro do rato, o cerúleo, que normalmente se comunica com o hipocampo durante a formação da memória - e estaria, portanto, associado ao aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas acreditam que a cópia extra do cromossomo 21 que os portadores da síndrome possuem contenha um gene específico - o APP - que interfere no cerúleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eles verificaram que o aumento artificial dos níveis de norepinefrina no cérebro dos animais produz um efeito positivo quase imediato no seu comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rato começa a construir seu ninho e apresenta desempenhos melhores em outros testes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Norepinefrina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Drogas que agem no sistema da norepinefrina já foram desenvolvidas para tratamento da depressão e síndrome do déficit de atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os pesquisadores, o estudo traz esperanças de que talvez essas drogas possam ajudar também pessoas com Síndrome de Down. Eles especulam, por exemplo, que um tratamento com a droga certa poderia, talvez, ajudar o aprendizado em crianças com Down.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas precisam determinar, no entanto, se o cerúleo estaria associado ao aprendizado também em humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diretora da Downs's Syndrome Association, Carol Boys, disse que estão sendo feitas muitas pesquisas sobre esse assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Entretanto, vai demorar bastante para que esses tratamentos estejam disponíveis e seguros para uso em seres humanos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mrHK3UQ1N2Y/TuAXGWiqCcI/AAAAAAAAAXY/27Rr8rQnlTA/s1600/foto+romario.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="MsoHyperlink"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 13.5pt;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 13.5pt;"&gt;Só os ignorantes imaginam que ter um filho Down é um castigo. Ivy foi uma grande bênção. Trocaria o título de 1994 por ela"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="MsoHyperlink"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 13.5pt;"&gt;. (Romário sobre sua filha que nasceu com a síndrome).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mrHK3UQ1N2Y/TuAXGWiqCcI/AAAAAAAAAXY/27Rr8rQnlTA/s1600/foto+romario.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="288" src="http://1.bp.blogspot.com/-mrHK3UQ1N2Y/TuAXGWiqCcI/AAAAAAAAAXY/27Rr8rQnlTA/s320/foto+romario.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-960491756339140412?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://portalaquibrasil.com/noticias/ver/tratamento-pode-reverter-problemas--em-pessoas-com-down' title='Terapia pode reverter problemas de aprendizado em pessoas com Down'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/960491756339140412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/terapia-pode-reverter-problemas-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/960491756339140412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/960491756339140412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/12/terapia-pode-reverter-problemas-de.html' title='Terapia pode reverter problemas de aprendizado em pessoas com Down'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mrHK3UQ1N2Y/TuAXGWiqCcI/AAAAAAAAAXY/27Rr8rQnlTA/s72-c/foto+romario.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-685841281761710265</id><published>2011-10-19T19:26:00.001-07:00</published><updated>2011-12-07T18:12:06.963-08:00</updated><title type='text'>1º Encontro Estadual de pais e responsaveis de pessoas com Sindrome Dwon.Realização: Assembléia Legislativa do Estado do Ceará  Promoção: Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down – EXISTIR, UNIVERSODWON, MPcD, PRODWON.  Data: 07 de novembro de 2011  Hora: 09 horas Local: Assembléia Legislativa do Estado do Ceará                   Auditórios 1 e 3                   Av. Desembargador Moreira, 2.807 – Fortaleza-CE Informações Adicionais:  Email: bethrose@al.ce.gov.br Telefones: (085) 3277-2741 – 9981-0048 – 9603-8888</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt; &lt;a href="http://domingostimbo.blogspot.com/2011/12/1-encontro-estadual-de-pais-e.html"&gt;1º Encontro Estadual de pais e responsaveis de pessoas com Sindrome Dwon.&lt;/a&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 18.0pt;"&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="textos150" style="margin-bottom: 12pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16.0pt;"&gt;No  dia 07 de novembro, a Comissão da Infância e Adolescência da Assembleia  Legislativa realizou o I Encontro de Pais e Responsáveis por Pessoas  com Síndrome de Down. Reuniu pais e responsáveis de pessoas com Síndrome  Down, onde buscamos a integração dos mesmos no interesse comum, bem  como mostrar suas experiências, dificuldades e aprendizados, neste &lt;b&gt;1º ENCONTRO &lt;/b&gt;seus  integrantes deliberaram sobre diversos assuntos: A presidente da  Comissão da Infância e Adolescência, deputada Bethrose (PRP), defendeu a  educação como principal bandeira para as crianças com Síndrome de Down.  Para a parlamentar, essas crianças devem frequentar escolas regulares, e  as secretarias de Educação devem realizar um “chamado público” para que  os pais matriculem os filhos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="font-family: Arial; font-size: 16.0pt;"&gt;Valdester  Cavalcante, cirurgião-cardiopediatra e diretor do Instituto do Coração  da Criança e do Adolescente, que atua no Hospital do Coração de  Messejana, metade das crianças com Síndrome de Down sofre de cardiopatia  congênita – anormalidade na estrutura ou função do coração, que surge  nas primeiras oito semanas de gestação quando se forma o coração do  bebê. O &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;período da tarde foi reservado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; aos Trabalhos em Grupo, só com pais (quarenta e dois) e responsáveis, &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;a mesa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; de honra &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;foi presidida por LIVIA (síndrome Dwon. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;Relatos  da situação das entidades do Estado, a preocupação com o mercado de  trabalho, e a profissionalização das pessoas com Síndrome de Down, a  identificação dos fatores que dificultam esta profissionalização, a  comunicação da escola com os familiares, a interação escola-familia, a  falta de informação e capacitação da unidade escolar e seus  profissionais no trabalho com a inclusão, a falta de adaptação  curricular para um melhor aproveitamento dos/a alunas com Síndrome de  Down, o pouco contato da escola com os familiares. Outra questão foi  Criar um protocolo de intenções que defina ações de apoio às pessoas com  Síndrome de Down no Ceará, e a possibilidade de se realizar um 2º  encontro nos meses de março ou abril de 2012.Promoção: Federação  Brasileira das Associações de Síndrome de Down – EXISTIR, UNIVERSODWON,  MPcD, PRODWON. Representando a Federação Brasileira das Associações de  Síndrome de Down &lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Domingos Timbó&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; vice-presidente da região nordeste da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-685841281761710265?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/685841281761710265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/10/1-encontro-estadual-de-pais-e.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/685841281761710265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/685841281761710265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/10/1-encontro-estadual-de-pais-e.html' title='1º Encontro Estadual de pais e responsaveis de pessoas com Sindrome Dwon.Realização: Assembléia Legislativa do Estado do Ceará  Promoção: Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down – EXISTIR, UNIVERSODWON, MPcD, PRODWON.  Data: 07 de novembro de 2011  Hora: 09 horas Local: Assembléia Legislativa do Estado do Ceará                   Auditórios 1 e 3                   Av. Desembargador Moreira, 2.807 – Fortaleza-CE Informações Adicionais:  Email: bethrose@al.ce.gov.br Telefones: (085) 3277-2741 – 9981-0048 – 9603-8888'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-7523638386257448342</id><published>2011-10-02T06:49:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T06:49:38.426-07:00</updated><title type='text'>Dilma lança plano inédito para deficientes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Investimento do governo pode chegar a R$ 10 bilhões até 2014; programa deve ser apresentado nos próximos dias ,Medidas avaliadas pela presidente incluem intervenções em educação, trabalho, moradia e emprego&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NATUZA NERY&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;JOHANNA NUBLAT&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DE BRASÍLIA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O governo prepara um programa, com investimento que pode chegar a R$ 10 bilhões até 2014, para as pessoas com deficiência. O plano traz projetos de saúde, educação, inclusão ao mercado de trabalho e acessibilidade. Uma segunda versão do plano, com menor número de ações, estima gasto de R$ 7 bilhões. A presidente Dilma Rousseff deve se reunir hoje com sua equipe para conhecer a proposta e bater o martelo. O lançamento vai ocorrer nos próximos dias. Na área de educação, a previsão é reservar para pessoas com deficiência 5% de vagas nos cursos do Pronatec -lançado em abril, que prevê 8 milhões de vagas em cursos técnicos até 2014.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o Censo 2000, 14,5% da população apresenta algum tipo de incapacidade ou deficiência. Em parceria com Estados e municípios, o plano prevê a entrega de mais de mil veículos escolares adaptados nos próximos três anos. Para o mercado de trabalho, a ideia é criar um banco nacional de profissionais, espécie de agência virtual de empregos. O portal na internet será lançado em 2012.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pessoas com deficiência terão, conforme o texto preliminar obtido pela&amp;nbsp; Folha, facilidades e garantia de acessibilidade no Minha Casa, Minha Vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devem ser distribuídos milhares de kits de adaptação para moradias já construídas, como maçanetas especiais e campainhas para surdos. Detalhes&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;foram mantidos em sigilo nos últimos meses. O projeto é a nova "menina dos olhos" de Dilma e da ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil). Em número de ações, ele supera o Brasil Sem Miséria, bandeira de Dilma para erradicar a pobreza extrema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;INCLUSÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O plano prevê a implantação das "casas inclusivas", moradias para deficientes que necessitem de apoio profissional. Ampliará, ainda, o total de centros de referência e serviços de reabilitação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inicialmente não está na proposta a redução de imposto para a compra de equipamentos importados, como cadeira de rodas. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) vai apresentar um projeto de lei contemplando essa demanda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Presidente da comissão que trata do assunto e pai de uma menina com síndrome de Down, ele é um dos envolvidos no plano, ao lado de Mara Gabrilli (PSDB-SP), primeira deputada federal tetraplégica.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-7523638386257448342?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/7523638386257448342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/10/dilma-lanca-plano-inedito-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7523638386257448342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7523638386257448342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/10/dilma-lanca-plano-inedito-para.html' title='Dilma lança plano inédito para deficientes'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-5296250939197428778</id><published>2011-09-17T08:40:00.000-07:00</published><updated>2011-09-17T08:41:00.529-07:00</updated><title type='text'>MEC oferece recursos de tecnologia assistiva e educacional para escolas que queiram aprimorar a inclusão e o conhecimento do aluno com deficiência</title><content type='html'>&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;Em Belo Horizonte, a Secretaria Municipal de Educação criou uma equipe de triagem, para encontrar os alunos com deficiência, em diversas escolas. Feito isso, organiza o transporte e direciona as crianças para os colégios que têm as salas multifuncionais, mesmo que elas não estejam matriculadas naquele colégio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;Outra capital onde o programa dá frutos é Florianópolis (SC). Rosane Farencena é professora e trabalha há sete anos na área de inclusão da Escola Básica Municipal Osmar Cunha. A sala de recursos lá é chamada de Multimeios, e tem uma média de 11 alunos atendidos, até três vezes por semana. Rosane aponta a procura de professores de salas comuns por conhecimentos e auxílios para desenvolver as atividades acadêmicas dos alunos com deficiência como um dado interessante. “Nossos colegas têm se conscientizado, cada vez mais, sobre o assunto e passaram a acreditar na inclusão escolar. Isso transparece para os alunos sem deficiência, que recebem melhor os colegas e até mesmo se oferecem para serem monitores. Para o programa dar certo, a escola toda deve estar envolvida”, afirma.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;Para Rosane, um momento de grande emoção foi quando Flávia Maciel, mãe de Vinicius Magnus, 7 anos, que tem síndrome de Down, pegou a primeira prova do filho e chorou de tão contente que estava. “Ela já tinha matriculado o Vinicius em diversas escolas. Mas foi só quando chegou a nós que ele conseguiu desenvolver sua escrita e compreensão. Aquela era a sua primeira avaliação, e ele estava conosco só há dois meses”. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;Flávia conta que as outras instituições de ensino davam uma baixa perspectiva de aprendizado para o filho, que era excluído das atividades. “Nos colégios particulares só tinha decepções. Agora, não gasto nem com uma borracha e vejo que a cada dia ele aprende e se envolve mais e mais com os colegas. É gratificante ouvir dos professores o quanto o Vinícius é atento, participativo e tem vontade de aprender”, conclui orgulhosa a mãe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;Para alunos com deficiência intelectual , na fala, autismo,&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;síndrome de Down e surdos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;&lt;br /&gt;• Softwares – de comunicação aumentativa e alternativa, que utilizam símbolos, possibilitando a construção de painéis de comunicação para serem utilizados no computador onde a seleção de uma figura através do teclado resulta em emissão de voz gravada ou sintetizada. Há também o teclado digital, que pode ser personalizado em cores e tamanhos.&lt;br /&gt;• Jogos – dominós de associação de ideias e de frases, o sacolão criativo (peças de Lego para montar), dominó de animais e frutas em Libras, entre outros.&lt;br /&gt;• Esquema corporal – uma espécie de quebra-cabeça, em que as peças são partes do corpo humano. Na versão de papel e de boneco. Fundamental para as aulas de biologia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0066cc; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;Os trâmites legais &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoNormalTable" style="width: 100px;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="padding: 0cm;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td style="padding: 0cm;"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 7.5pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;A formação da sala de recursos multifuncionais dá-se por meio de processo licitatório realizado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A Secretaria de Educação efetua a adesão, o cadastro e a indicação das escolas contempladas no Sistema de Gestão Tecnológica do Ministério da Educação (Sigetc). Esse registro é feito conforme o Manual de Orientação do Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais. Para que as escolas dos municípios possam receber os aparatos, a Secretaria de Educação da cidade deve elaborar o Plano de Ações Articuladas (PAR), registrando as demandas do sistema de ensino com base na realidade educacional de cada colégio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;Outro requisito importante é que as unidades de ensino precisam ser da rede pública com registro no Censo Escolar/MEC/INEP e apresentar a matrícula de alunos da educação especial em classes comuns. Além disso, é necessário disponibilidade de espaço físico para o funcionamento da sala e professor com formação continuada em Educação Especial para atuação no Atendimento Educacional Especializado (AEE).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #0066cc; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;Qualificação com treinamento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;&lt;br /&gt;Mas não basta ter os recursos sem que o corpo docente saiba manuseá- los. Por isso, as prefeituras e o MEC oferecem cursos de especialização. De acordo com Patricia Cunha, que faz parte do núcleo de inclusão escolar da pessoa com deficiência da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, até o momento, os professores da região têm se especializado com cursos oferecidos pela prefeitura. As aulas são presenciais, todas às quintas-feiras, ou à distância, em universidades de outros Estados. A prefeitura ainda aguarda pelos recursos do Ministério da Educação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666; font-family: Verdana; font-size: 9pt;"&gt;No entanto, o MEC oferece essa formação para as cidades de Florianópolis (SC) e Rio Branco (AC). A professora Rosane frequenta a pós-graduação em atendimento educacional especializado, custeada pelo órgão. Por outro lado, a prefeitura oferece cursos contínuos de reciclagem e aprimoramento profissionais. No Norte do País, a pedagoga Dulce Faria recebe apoio do ministério, da prefeitura e ainda do governo estadual, com cursos de formação continuada direcionados à educação especial e à regular, com aulas que ensinam como ter o contato adequado com a criança com deficiência e saber lidar com os equipamentos disponíveis. “Os órgãos governamentais têm nos dado muito apoio nesse sentido. O que nos falta é as pessoas serem mais humanas em relação àquelas que têm deficiência. Um olhar construtivo, e aceitar como se não houvesse dificuldades. A inclusão ainda precisa ser melhorada, mas já é real”, finaliza Dulce.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistasentidos.uol.com.br/inclusao-social/65/artigo224408-1.asp"&gt;http://revistasentidos.uol.com.br/inclusao-social/65/artigo224408-1.asp&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-5296250939197428778?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/5296250939197428778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/normal-0-21-false-false-false.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5296250939197428778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5296250939197428778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/normal-0-21-false-false-false.html' title='MEC oferece recursos de tecnologia assistiva e educacional para escolas que queiram aprimorar a inclusão e o conhecimento do aluno com deficiência'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-332729506362630744</id><published>2011-09-17T08:26:00.000-07:00</published><updated>2011-09-17T08:26:58.344-07:00</updated><title type='text'>educação especial inclusiva é direito fundamental positivado de todas as pessoas com deficiência</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;O aluno portador de deficiência tem direito de ser inserido em todos os níveis do ensino regular, sendo avaliado não de forma homogeneizada, mas de acordo com suas diferenças e aptidões, assim como com a evolução do conhecimento adquirido a cada nível de ensino . A respeito, esclarece EUGÊNIA FÁVERO que, "mesmo que não consigam aprender todos os conteúdos escolares, há que se garantir (inclusive) aos alunos com severas limitações o direito à convivência na escola, entendida como espaço privilegiado da educação global das novas gerações" &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-332729506362630744?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/332729506362630744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/educacao-especial-inclusiva-e-direito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/332729506362630744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/332729506362630744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/educacao-especial-inclusiva-e-direito.html' title='educação especial inclusiva é direito fundamental positivado de todas as pessoas com deficiência'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-4451856022966723656</id><published>2011-09-17T08:20:00.000-07:00</published><updated>2011-09-17T08:20:08.518-07:00</updated><title type='text'>A tutela judicial da educação especial inclusiva</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img src="http://img2.blogblog.com/img/video_object.png" style="background-color: #b2b2b2; " class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt; &lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;div style="line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;O direito fundamental à educação inclusiva vem sendo reconhecido pacificamente pela jurisprudência pátria, inclusive pelo instrumento constitucional do mandado de segurança, dado seu caráter líquido e certo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(247, 247, 247); line-height: 15.6pt; margin-bottom: 8.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9.5pt;"&gt;EMENTA: MANDADO DE SEGURANÇA. ENSINO MÉDIO. NECESSIDADE DE ACOMPANHAMENTO DE ALUNA POR INTÉRPRETE DE LINGUAGEM DE SINAIS. A impetrante é adolescente portadora de deficiência auditiva e está impossibilitada de cursar o ensino médio, em razão da falta de professores habilitados. Nesse contexto, cabe ao Estado disponibilizá-los imediatamente de modo a cumprir os ditames legais, assegurando o direito à educação sem qualquer discriminação. CONCEDERAM A SEGURANÇA, POR MAIORIA. (SEGREDO DE JUSTIÇA) (Mandado de Segurança Nº 70033604216, Quarto Grupo de Câmaras Cíveis, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Rui Portanova, Julgado em 12/03/2010).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;Outrossim, por se tratar de direito fundamental indisponível, mesmo quando violado individualmente, pode ser perseguido pelo Ministério Público na condição de substituto processual, tal como prevê o art. 6º da Lei nº 7.853/89.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;Com efeito, inúmeras são as ações propostas pelo Órgão Ministerial para garantir a educação &lt;span class="qterm2"&gt;especial&lt;/span&gt; inclusiva, a exemplo da ação civil pública do Ministério Público do Rio Grande do Sul que motivou o seguinte julgado:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(247, 247, 247); line-height: 15.6pt; margin-bottom: 8.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 9.5pt;"&gt;EMENTA: AÇÃO CIVIL PÚBLICA. DIREITO DO ADOLESCENTE AO ATENDIMENTO EM ESCOLA &lt;span class="qterm2"&gt;ESPECIAL&lt;/span&gt;  E TRANSPORTE DE QUE NECESSITA. PRIORIDADE LEGAL. OBRIGAÇÃO DO PODER PÚBLICO DE FORNECÊ-LO. BLOQUEIO DE VALORES. CABIMENTO. 1. Os entes públicos têm o dever de fornecer gratuitamente o atendimento &lt;span class="qterm2"&gt;especial&lt;/span&gt; e o transporte de que necessita o menor, cuja família não tem condições de custear. 2. A responsabilidade dos entes públicos é solidária e a exigência de atuação integrada do poder público como um todo, isto é, União, Estados e Municípios para garantir a saúde de crianças e adolescentes, do qual decorre o direito ao fornecimento de ensino &lt;span class="qterm2"&gt;especial&lt;/span&gt;, está posto no art. 196 da CF e art. 11, §2º, do ECA. 3. É cabível a antecipação de tutela quando ocorre a presença das hipóteses do art. 273 do CPC. 4. É cabível o bloqueio de valores quando permanece situação de inadimplência imotivada do ente público, pois o objetivo é garantir o célere cumprimento da obrigação de fazer estabelecida na decisão judicial. Recurso desprovido. (SEGREDO DE JUSTIÇA) (Agravo de Instrumento Nº 70034910448, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Sérgio Fernando de Vasconcellos Chaves, Julgado em 12/05/2010).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-4451856022966723656?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/4451856022966723656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/tutela-judicial-da-educacao-especial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/4451856022966723656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/4451856022966723656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/tutela-judicial-da-educacao-especial.html' title='A tutela judicial da educação especial inclusiva'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-4485080221278042921</id><published>2011-09-17T08:18:00.001-07:00</published><updated>2011-09-17T08:18:55.275-07:00</updated><title type='text'>A educação especial nas escolas privadas</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;div style="line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;As escolas particulares exercem função sujeita à autorização e à fiscalização pelo Poder Público no que se refere ao cumprimento das normas gerais da educação nacional (art. 209, da Constituição Federal). Em face disso, possuem as mesmas obrigações impostas à rede pública de ensino pela política nacional de educação inclusiva adotada pelo Estado brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;Sem falar que o direito das pessoas com deficiência à educação inclusiva se impõe, plenamente, nas relações entre particulares, à vista da denominada eficácia horizontal dos direitos fundamentais (&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Drittwirkung&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;Nessa perspectiva, as escolas particulares devem possuir acessibilidade arquitetônica, disponibilizar intérpretes para alunos surdos, material pedagógico em braille para os alunos cegos, assim como outros instrumentos do AEE, sem que haja cobrança de taxa adicional &lt;sup&gt;[10]&lt;/sup&gt;. Ademais, seus dirigentes não podem recusar matrícula por motivo de deficiência, sob pena de crime (art. 8º, I, da Lei nº 7.853/89).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;Como consequência, uma escola privada só pode ser autorizada a funcionar ou a continuar funcionando pelos respectivos Conselhos de Educação quando atenda às normas de acessibilidade como um todo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-4485080221278042921?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/4485080221278042921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/educacao-especial-nas-escolas-privadas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/4485080221278042921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/4485080221278042921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/educacao-especial-nas-escolas-privadas.html' title='A educação especial nas escolas privadas'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-264719121552899987</id><published>2011-09-17T08:17:00.001-07:00</published><updated>2011-09-17T08:17:41.091-07:00</updated><title type='text'>A educação especial inclusiva nas escolas públicas</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;div style="line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;No que tange ao sistema público de ensino, o Governo Federal presta apoio técnico e financeiropara a implantação das salas multifuncionais de recursos nas escolas públicas (Programa de Implantação das Salas de Recursos Multifuncionais); para a capacitação dos professores, gestores e demais profissionais da educação (Programa Educação Inclusiva); e para adequação arquitetônica dos prédios escolares (Programa Escola Acessível) .&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;Além disso, quando há matrícula de aluno portador de deficiência na rede regular de ensino e, concomitantemente, no AEE prestado na própria escola, em outra escola pública ou em instituição comunitária, filantrópica ou confessional, o cômputo do coeficiente do FUNDEB é dobrado, conforme o art. 9º-A, do Decreto 6.253/2007.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 18pt;"&gt;Isso significa que os Estados, Distrito Federal e Municípios recebem a mais por cada aluno portador de deficiência matriculado em suas respectivas rede de ensino, que frequente o AEE &lt;sup&gt;[09]&lt;/sup&gt;. Sem falar nas verbas específicas para acessibilidade e para implantação de sala de recursos direcionadas pelo MEC.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;Por consequência, não se justifica a rotineira desculpa de que a rede pública de ensino não tem condições de receber alunos portadores de deficiências, por faltar-lhe recursos para as adaptações necessárias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;Cuida-se de dever legalmente imposto, consistindo crime, nos termos do art. 8º, I, da Lei nº 7.853/89, punível com 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa, a ação do agente responsável que "recusar, suspender, procrastinar, cancelar ou fazer cessar, sem justa causa, a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado, por motivos derivados da deficiência que porta".&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-264719121552899987?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/264719121552899987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/educacao-especial-inclusiva-nas-escolas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/264719121552899987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/264719121552899987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/educacao-especial-inclusiva-nas-escolas.html' title='A educação especial inclusiva nas escolas públicas'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-2857022862063858919</id><published>2011-09-17T08:16:00.000-07:00</published><updated>2011-09-17T08:28:34.064-07:00</updated><title type='text'>O Atendimento Educacional Especializado (AEE)</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;De acordo com o novo norte da educação &lt;span class="qterm2"&gt;especial&lt;/span&gt;, as pessoas portadoras de deficiência (física, mental, intelectual ou sensorial), transtornos globais do desenvolvimento (síndrome de Aspeger, síndrome de Rett, autismo, por exemplo), assim como altas habilidades/superdotação devem ser matriculadas, concomitantemente, no ensino regular e no Atendimento Educacional &lt;span class="qterm2"&gt;Especial&lt;/span&gt;izado (AEE), previsto no art. 208, III, da Constituição Federal de 1988 .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;O AEE consiste no conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar ao ensino regular, mas nunca substitutiva(art. 1º, § 1º, do Decreto nº 6.571/2008) . Destina-se a oferecer aquilo que há de específico na educação de um aluno com deficiência sem impedi-lo de frequentar, quando em idade própria, ambientes comuns de ensin.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Esse atendimento deve ser ofertado no turno      oposto ao do ensino regular, quer na própria escola em que o aluno estuda,      em outra escola do ensino regular ou em instituição comunitária,      confessional ou filantrópica sem fins lucrativos . Todavia, nos termos do      art. 208, III, da Constituição Federal, deve ser feito, preferencialmente,      na rede regular de ensino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nas escolas da rede regular, o AEE pode ser feito nas salas de recursos multifuncionais, que são ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos para oferta desse tipo de atendimento, a exemplo dos livros didáticos e paradidáticos em braile, áudio e em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) &lt;sup&gt;[06]&lt;/sup&gt;, &lt;i&gt;laptops&lt;/i&gt; com sintetizador de voz e outros equipamentos descritos no § 2º, do Decreto nº 6.571/2008.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Outrossim, o AEE deve contar com professor específico, atuando conjuntamente com os demais professores do ensino regular. Já no caso dos alunos surdos, deve haver, obrigatoriamente, intérprete de libras nas salas de aula para tradução simultânea do conteúdo repassado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; line-height: 15.6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Como matérias específicas do AEE, tem-se o ensino da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), ensino da língua portuguesa para surdos, do código braille, de orientação e mobilidade, da utilização do soroban, da educação física adaptada, dentre outras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.6pt; margin: 8.4pt 0cm 8.4pt 23.25pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Apesar de sua abrangência, o AEE não é sinônimo de educação &lt;span class="qterm2"&gt;especial&lt;/span&gt;, mas apenas um dos seus aspectos. Essa abrange, também, outras ações que garantam a educação inclusiva, tais como: a) a formação de professores e demais profissionais da educação para o atendimento educacional inclusivo, que pode ocorrer através das plataformas de educação à distância do Ministério da Educação e Cultura - MEC; e b) a adequação arquitetônica de prédios escolares para acessibilidade&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 15.6pt; margin: 8.4pt 0cm 8.4pt 23.25pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10.5pt;"&gt;O AEE prestado por essas instituições não podem substituir a rede regular de ensino. Portanto, as mesmas devem encaminhar seus usuários, quando em idade escolar, para à educação básica das escolas oficiais, inclusive para a Educação de Jovens e Adultos - EJA, de acordo com o critério cronológico. Conforme o Plano Nacional de Educação de 2001-2010, esse prazo se expira em 2011. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-2857022862063858919?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/2857022862063858919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/o-atendimento-educacional-especializado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/2857022862063858919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/2857022862063858919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/o-atendimento-educacional-especializado.html' title='O Atendimento Educacional Especializado (AEE)'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-558879944192194058</id><published>2011-09-07T05:29:00.001-07:00</published><updated>2011-09-07T05:29:50.086-07:00</updated><title type='text'>Presidenta Dilma Rousseff sanciona lei que permite trabalho para beneficiários do BPC</title><content type='html'>A alteração na Lei Orgânica de Assistência Social autoriza pessoas com deficiência a trabalhar como aprendizes, sem perder o benefício. Também assegura que o beneficiário, se necessário, retorne ao BPC sem passar pela reavaliação médica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) poderão tentar o mercado de trabalho sem perder o benefício. A presidenta Dilma Rousseff sancionou, nesta quinta-feira (1º), conforme publicado no Diário Oficial da União, projeto de lei que altera a Lei Orgânica de Assistência Social (Loas), muda a definição conceitual de pessoa com deficiência e amplia a possibilidade de inclusão profissional desse público. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Antes, a pessoa com deficiência perdia o benefício caso tivesse atividade remunerada, inclusive como microempreendedor individual. A partir de agora, o beneficiário pode ingressar no mercado de trabalho e ter o benefício suspenso temporariamente. Se nesse período o beneficiário não conseguir se manter no trabalho ou não adquirir o direito a outro benefício previdenciário, ele retorna ao BPC sem precisar passar pelo processo de requerimento ou de avaliação da deficiência e do grau de impedimento pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O período de suspensão não é determinado pela lei, mas o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), responsável pela gestão do BPC, proporá ao Legislativo que seja de dois anos. Embora operacionalizado pelo INSS, o BPC não é pensão vitalícia nem aposentadoria. Os beneficiários passam por revisão do INSS a cada dois anos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aprendiz – Outra alteração na lei permite que pessoas com deficiência contratadas na condição de aprendizes continuem recebendo o BPC junto com a remuneração salarial durante o período do contrato. “Conforme a lei trabalhista, o contrato de aprendiz é para quem tem entre 16 e 24 anos, está vinculado ao ensino e é remunerado por hora de trabalho. No caso da pessoa com deficiência, não há limitação de idade”, explica a diretora da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) do MDS Maria José de Freitas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A lei também define que pessoa com deficiência é aquela que tem impedimentos de longo prazo (pelo menos de dois anos) de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. Os impedimentos podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade, em igualdade de condições com as demais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O BPC é um benefício mensal no valor de um salário mínimo concedido ao idoso, com 65 anos ou mais, e à pessoa com deficiência, de qualquer idade, que comprovem não possuir meios para se manter ou cuja família não tenha recursos para mantê-los. Em ambos os casos, é necessário que a renda bruta familiar per capita seja inferior a um quarto do salário mínimo por mês. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O benefício é gerido pelo MDS e operacionalizado pelo INSS. O recurso para pagamento do BPC sai do Fundo Nacional de Assistência Social. A previsão orçamentária para este ano é de R$ 23,1 bilhões. São 3,5 milhões de beneficiários em todo o País, dos quais 1,8 milhão de pessoas com deficiência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Projeto piloto – Em parceria com a Federação Nacional das Associações para Valorização de Pessoas com Deficiência (Fenapave) e os ministérios da Educação e do Trabalho e Emprego, o MDS realiza projeto piloto do BPC Trabalho em dez cidades, com o objetivo de promover a inserção de pessoas com deficiência, entre 16 e 45 anos, no mercado de trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os municípios de São Paulo e Santo André, no interior paulista, executam o projeto desde o ano passado. Nesta quinta-feira (1º), a secretária nacional de Assistência Social, Denise Colin, assinou a ampliação do projeto para mais oito capitais: João Pessoa (Paraíba), Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Recife (Pernambuco), Belém (Pará), Campo Grande (Mato Grosso do Sul), Teresina (Piauí), Fortaleza (Ceará) e Curitiba (Paraná). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O BPC Trabalho prevê visitas domiciliares, diagnóstico social e encaminhamento aos serviços da assistência social. Com apoio das entidades socioassistenciais, os beneficiários são avaliados quanto ao potencial de trabalho e suas demandas, identificadas para inserção profissional. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-558879944192194058?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.pantanalnews.com.br/contents.php?CID=75375' title='Presidenta Dilma Rousseff sanciona lei que permite trabalho para beneficiários do BPC'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/558879944192194058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/presidenta-dilma-rousseff-sanciona-lei.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/558879944192194058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/558879944192194058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/presidenta-dilma-rousseff-sanciona-lei.html' title='Presidenta Dilma Rousseff sanciona lei que permite trabalho para beneficiários do BPC'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-5860537127059998949</id><published>2011-09-02T16:37:00.000-07:00</published><updated>2011-09-02T16:37:09.356-07:00</updated><title type='text'>Ministra vai ao Conade e discute ações do plano para pessoas com deficiência</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;img src="http://img2.blogblog.com/img/video_object.png" style="background-color: #b2b2b2; " class="BLOGGER-object-element tr_noresize tr_placeholder" id="ieooui" data-original-id="ieooui" /&gt; &lt;style&gt;st1\:*{behavior:url(#ieooui) }&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable	{mso-style-name:"Tabela normal";	mso-tstyle-rowband-size:0;	mso-tstyle-colband-size:0;	mso-style-noshow:yes;	mso-style-parent:"";	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;	mso-para-margin:0cm;	mso-para-margin-bottom:.0001pt;	mso-pagination:widow-orphan;	font-size:10.0pt;	font-family:"Times New Roman";	mso-ansi-language:#0400;	mso-fareast-language:#0400;	mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, participou nesta sexta-feira (19/8) da 75ª reunião do Conade (Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência), quando apresentou as linhas gerais de um amplo plano de políticas para pessoas com deficiência que está em desenvolvimento pelo governo. &amp;nbsp;&lt;b&gt;O plano envolve&amp;nbsp;14 ministérios e deverá ser lançado no próximo mês. A ideia é agregar e organizar as ações já existentes e ampliá-las em diversas áreas.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante a reunião, os conselheiros apresentaram sugestões ao plano, que, quando finalizado, será apresentado integralmente e validado pelo Conade, segundo informou a ministra. &amp;nbsp;“Nosso esforço vai ser muito grande para contemplar as contribuições de vocês”, afirmou Gleisi.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, Maria do Rosário, a presença da ministra-chefe da Casa Civil&amp;nbsp; no conselho representa a prioridade que o governo federal e a presidenta Dilma Rousseff dispensam às pessoas com deficiência.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Não tivemos que fazer panelaço. &lt;b&gt;O governo foi quem veio a nós espontaneamente&lt;/b&gt;”, comemorou um dos conselheiros, José Alcides Marton da Silva, representante da Unisert (Organização Nacional da Comunidade Científica União Brasileira dos Serviços de Referência em Triagem Neonatal).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;“Por muito tempo, o governo brasileiro não deu a devida atenção às pessoas com deficiência e essa responsabilidade ficou com a sociedade civil organizada. Temos que ser humildes e reconhecer o esforço que a sociedade civil fez”, afirmou Gleisi. “Não há hipótese de fazermos algo de maneira dissociada da iniciativa privada”, concluiu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-5860537127059998949?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.casacivil.planalto.gov.br/?p=6897' title='Ministra vai ao Conade e discute ações do plano para pessoas com deficiência'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/5860537127059998949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/ministra-vai-ao-conade-e-discute-acoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5860537127059998949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5860537127059998949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/09/ministra-vai-ao-conade-e-discute-acoes.html' title='Ministra vai ao Conade e discute ações do plano para pessoas com deficiência'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-8574103677650936469</id><published>2011-05-15T15:20:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T15:20:04.688-07:00</updated><title type='text'>Recolhi vários testemunhos do Youtube, e aqui partilho com voces.Sandra Morato Mãe da Sara</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque vivemos tempos de mudança, e é imperativo uma mudança de Mentalidades, Comportamentos e Atitudes. Esta foi a missão que a minha filha Sara trouxe para mim ao nascer com Trissomia 21/Sindrome de Down, mostrar ao mundo que "Ser Diferente é Normal" e que crianças com necessidades especiais, só precisam de Tempo, Recursos e Apoio, com muito AMor para conseguirem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recolhi vários testemunhos do Youtube, e aqui partilho com voces. Esta é uma missão voluntaria, não remunerada, nem sempre reconhecida, nem sempre valorizada, mas decerto ENRIQUECEDORA e que ajudará outros pais a ver mais além, e contribuirá para professores, educadores, tecnicos e legisladores perceberem que só com muito Investimento, Entrega, Trabalho, Disciplina e muito muito AMOR se consegue chegar para além do que a visão alcança e fazer destas crianças e jovens, adultos de um amanhã onde Integração, Inclusão e Respeito sejam realidades consolidadas e onde a sociedade seja de facti um lugar comum a Todos , onde Todos possam dar o seu contributo para o Futuro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Bem Haja!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sandra Morato&lt;br /&gt;Mãe da Sara - a Luz! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ye8cdcfFApE&amp;amp;feature=grec_index" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=Ye8cdcfFApE&amp;amp;feature=grec_&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;index&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ye8cdcfFApE&amp;amp;feature=grec_index" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=Ye8cdcfFApE&amp;amp;feature=grec_&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;index&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=GIg1kv2sChM&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=GIg1kv2sChM&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=GIg1kv2sChM&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=GIg1kv2sChM&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=iF4PWtO1DJs" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=iF4PWtO1DJs&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=iF4PWtO1DJs" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=iF4PWtO1DJs&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=oq3FZFSaBEM" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=oq3FZFSaBEM&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=oq3FZFSaBEM" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=oq3FZFSaBEM&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=B1l6YS03S-g&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=B1l6YS03S-g&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=B1l6YS03S-g&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=B1l6YS03S-g&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=BBlAx1OtuDg&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=BBlAx1OtuDg&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=BBlAx1OtuDg&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=BBlAx1OtuDg&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=IKWLC4nYWcA&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=IKWLC4nYWcA&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=IKWLC4nYWcA&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=IKWLC4nYWcA&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=so1y6_ATMiI&amp;amp;feature=fvwrel" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=so1y6_ATMiI&amp;amp;feature=fvwrel&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=so1y6_ATMiI&amp;amp;feature=fvwrel" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=so1y6_ATMiI&amp;amp;feature=fvwrel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=exB_8nBBNs0&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=exB_8nBBNs0&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=exB_8nBBNs0&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=exB_8nBBNs0&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=h_M4638QCeQ&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=h_M4638QCeQ&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=h_M4638QCeQ&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=h_M4638QCeQ&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=J5-wQNXo_hM&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=J5-wQNXo_hM&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=J5-wQNXo_hM&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;v=J5-wQNXo_hM&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-8574103677650936469?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/8574103677650936469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/05/recolhi-varios-testemunhos-do-youtube-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/8574103677650936469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/8574103677650936469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/05/recolhi-varios-testemunhos-do-youtube-e.html' title='Recolhi vários testemunhos do Youtube, e aqui partilho com voces.Sandra Morato Mãe da Sara'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-4647575826654565665</id><published>2011-05-15T14:17:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T14:17:02.425-07:00</updated><title type='text'>Ecocardiograma pode ser garantido a bebês com Down em Mato Grosso do Sul será obrigatória.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;A partir de agora a realização de exames de ecocardiograma em recém-nascidos portadores de síndrome de Down em Mato Grosso do Sul será obrigatória. O projeto de lei é de autoria do deputado Zé Teixeira (DEM).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Para  o democrata, a incidência de doenças cardíacas congênitas na população  geral é menor que 1% e essa associação chega a 50% nas crianças com  Síndrome de Down, o que representa a principal causa de mortalidade nos  primeiros anos de vida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;A proposta garante a realização do  ecocardiograma em todos os estabelecimentos públicos e privados de  saúde, credenciados ao SUS (Sistema Único de Saúde).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;b&gt;Entenda a Síndrome -&lt;/b&gt;  Síndrome de Down ou Trissomia do cromossoma 21 é um distúrbio genético  causado pela presença de um cromossoma 21 extra total ou parcialmente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a síndrome em 1862. A  sua causa genética foi descoberta em 1958 pelo professor Jérôme  Lejeune, que também reconheceu uma cópia extra do cromossoma 21.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;A  síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e  menores na estrutura corporal. Geralmente, está associada a algumas  dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim  como de aparência facial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Ela é bastante identificada no  nascimento. Pessoas com Síndrome de Down podem ter uma habilidade  cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a  moderado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. É a ocorrência genética mais comum, estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 8pt;"&gt;Fonte: Portal ALMS&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-4647575826654565665?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/4647575826654565665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/05/ecocardiograma-pode-ser-garantido-bebes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/4647575826654565665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/4647575826654565665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/05/ecocardiograma-pode-ser-garantido-bebes.html' title='Ecocardiograma pode ser garantido a bebês com Down em Mato Grosso do Sul será obrigatória.'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-7200521714983350497</id><published>2011-05-15T14:06:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T14:06:59.361-07:00</updated><title type='text'>Três anos após dar à luz, mãe portadora de síndrome de down revela detalhes de seu dia a dia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Calma gente, não está doendo, está tudo bem”. Era dessa forma que  Maria Gabriela Andrade Demate, portadora de síndrome de down, tentava  acalmar os pais e os dois irmãos ao seguir para uma maternidade em  Campinas, no interior de São Paulo, onde daria à luz sua primeira filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com  27 anos, ela engravidou do marido, o estudante Fábio Marchete de  Moraes, com quem já mantinha um relacionamento há 3 anos e meio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  dois se conheceram na APAE (Associação de Pais e Amigos dos  Excepcionais), por volta dos 7 anos de idade, mas logo Fábio, que tem  retardo intelectual devido a um acidente vascular pós-parto, saiu da  escola. Anos depois, quando retornou, Gabriela já namorava outro rapaz  que também tinha síndrome de down, porém ela se lembrou dos presentinhos  que ganhava do colega de infância e ficou balançada. “Ele me dava caixa  de bombom, correntinha, dava tudo”, relembra Gabriela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante  algum tempo, a estudante se viu em um triângulo amoroso, mas logo que se  deu conta da situação a comerciante Laurinda Ferreira de Andrade, de 55  anos, disse que a filha precisava se decidir com quem realmente queria  manter um relacionamento. ”Ela ficou levando o Erick e o Fábio no  banho-maria, mas chegou uma hora que falei: você pode até namorar, mas  só um, porque desse jeito você já está exagerando. Foi aí que ela optou  pelo Fábio, com quem está até hoje”, revela a mãe da moça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  decisão não foi muito difícil, já que a aluna cobiçada usou um critério  muito simples que não deixou qualquer dúvida na hora da escolha. "O  Fábio saía à noite para comer lanche, ia na praça, fazia tudo, e o outro  não”, conta Gabriela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o apoio dos pais, o casal reatou o romance e, passado algum tempo, não conseguia mais se desgrudar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando  começaram a namorar os dois não queriam mais se separar, ficavam juntos  o tempo todo. Com seis meses de namoro ninguém segurava mais. Foi ai  que resolvemos colocar uma cama na minha casa e uma cama na casa da  sogra dela e os dois passavam um tempo em cada lugar até que não se  desgrudaram mesmo. Como o Fábio tem mais dificuldade de largar a mãe  dele, os dois mudaram para lá”, diz Laurinda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como qualquer outro  casal, Fábio e Gabriela mantinham relações sexuais frequentes, porém  não imaginavam que poderiam gerar um filho. Na época em que descobriu a  gravidez, a jovem já tinha passado por pelo menos três médicos que  garantiram que ela não tinha chances de ter um bebê. Porém, um  geneticista alertou que isso poderia ocorrer, sim, sem esperar que ela  já estivesse grávida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Lembro que fiquei encantada com a ideia,  mas a Gabriela foi categórica ao dizer que não queria ser mãe porque  filho dava muito trabalho. Como ela tomava anticoncepcional e começou a  sentir umas dores de estômago, a levei ao médico para colocar um método  contraceptivo intra-pele e nesse ir e voltar ela já estava grávida”,  afirma a comerciante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A surpresa da gravidez&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laurinda,  mãe de Gabriela, percebeu que a filha estava mais “cheinha”, mas nunca  imaginou que ela pudesse estar esperando um filho. “Eu sempre chamava a  atenção dela por estar comendo muito e achei estranho o tamanho da  barriga, porém não liguei muito. Foi quando o Fábio contou para um amigo  que a barriga dela estava dando socos. Ao levá-la ao médico descobrimos  que a Gabriela estava de seis meses. A Valentina nasceu com oito meses e  alguns dias, o que quer dizer que eu soube da gravidez e exatamente  dois meses depois minha neta já tinha nascido”, recorda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior  preocupação dos familiares foi em relação ao fato da estudante não ter  feito o pré-natal e não ter acompanhado a gestação. “Durante a gravidez  ela fez natação, equitação, musculação e estava fazendo balé, então era  um ritmo de exercício físico imenso”, afirma Laurinda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém,  enquanto a mãe se descabelava, Gabriela mantinha a calma e o otimismo.  “Ela nunca teve medo de nada porque sempre foi muito conversado esse  tipo de coisa em casa. Só ficou um pouco com receio da cesárea porque  queria tentar o parto normal, mas expliquei que era muito mais difícil e  ela aceitou numa boa”.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Laurinda acabou dando todo o apoio que ela mesma não teve quando a  filha nasceu. Há 30 anos, não se tinha nenhuma  informação sobre o que  era a síndrome de down. “O meu sonho era ter uma  menina, porque eu já  tinha um menino de quatro anos, e você espera sair  de um parto com um  filho lindo, maravilhoso e perfeito, de preferência o  mais lindo da  maternidade. Foi um choque quando um dos médicos disse  que ela iria  andar, falar, teria problemas cardíacos e iria morrer”,  relata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A  notícia caiu como uma bomba. Desorientada, a  comerciante procurou um  geneticista para saber detalhes da enfermidade e  chegou a passar dias  trancada dentro de casa, chorando, sem querer  mostrar a filha para  ninguém. “Um dia uma amiga minha chegou e falou:  não tem o que fazer, é  para sempre. Não é uma coisa que tenha cura, mas  se você estiver mal e  quiser ficar trancada dentro de casa será uma  opção de vida sua.  Agora, se você quiser sair com ela e enfrentar o  povo, que com certeza  vai ‘cair matando’, é outra opção sua. Nisso me  deu um estalo, me  questionei por quanto tempo ia ficar ali chorando e  decidi encarar o  mundo. Vesti minha filha com a melhor roupa, a  embonequei mesmo, e fui  para a rua”, lembra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A chegada de Valentina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laurinda  lembra que durante a gravidez de Gabriela ficou bastante perdida por  conta da rapidez em que os fatos aconteceram. ”Costumo dizer que fiquei  cega, surda e muda neste período. No dia em que a bolsa estourou, eu  estava na maior correria, com pedreiros em casa construindo o quarto que  seria da Valentina, e não percebi que ela estava prestes a ter a  criança. Por volta das 7h da manhã, a Gabriela me disse que tinha feito  xixi na cama, mas só na hora do almoço é que eu fui descobrir que na  verdade a bolsa tinha rompido, mesmo porque ainda não estava no tempo do  parto. Foi uma loucura, fomos voando para Campinas e ela tranquilizando  a gente. Eu quase morri”, diverte-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valentina chegou ao mundo  um mês antes do previsto sem herdar a síndrome de down da mãe e a  deficiência intelectual do pai. “Minha neta é uma verdadeira benção,  linda, maravilhosa, inteligente e meiga. É a consequência da vida que a  Gabriela sempre levou. Eu fiz questão de que ela tivesse uma vida  normal, que conseguisse o máximo que quisesse na vida e sempre procurei  realizar todos os seus sonhos na medida do possível. As pessoas acham  que os deficientes não têm sonhos, só precisam de cuidados, mas isso não  é verdade. Eles têm muitos sonhos”, alerta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Papeis invertidos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora  não more com a filha, que hoje tem 3 anos, Gabriela orgulha-se ao falar  de Valentina e lamenta quando sua mãe, que é quem cria a menina,  precisa dar algumas broncas. “Ela passa mal sempre que vê a gente  chamando a atenção da Valentina e diz que não gosta porque sente um  aperto no peito. É o instinto materno mesmo”, afirma Laurinda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valentina  foi registrada pelos pais biológicos após a avó enfrentar algumas  dificuldades no Cartório de Registro Civil da cidade de Socorro, onde  moram. "Eu não tinha dúvidas de que isso seria possível, só gostaria que  tivesse sido com mais respeito", conta ela que passou cerca de dois  meses lutando para que o local aceitasse o pedido depois de alegarem que  Fábio não conseguia declarar a paternidade, nem dizer seu endereço  residencial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clique &lt;a href="http://www.band.com.br/diadasmaes/galeria.asp?ID=1000004018#0" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; e veja mais fotos da família!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No  dia a dia, Gabriela costuma levar a filha à escola com a mãe e adora  brincar com a menina. “Ela me chama de mãe, a gente pula na cama  elástica, assiste televisão. Ela é bem boazinha comigo”, diz a jovem que  também não poupa elogios à mãe. “Ela [Laurinda] me leva até café na  cama e eu ajudo a arrumar a cozinha”, ressalta.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a avó,  Valentina é bastante apegada à mãe. “Ela é completamente apaixonada pela  Gabriela e a chama de minha mamãe gorducha (risos). Quando ela chega, a  Valentina já fica cheia de manha, faz birra. Acabei meio que assumindo o  papel de mãe e ela o de avó, que deixa fazer tudo”, confessa.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ser questionada pelo &lt;strong&gt;eBand&lt;/strong&gt; se gostaria de ter outro filho, Gabriela é categórica. “Não, eu operei, um já está bom”.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Enfim, casados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um  ano após o nascimento de Valentina, Gabriela e Fábio oficializaram a  união com direito a uma festança que movimentou a pacata cidade de  Socorro. “Fizemos uma cerimônia religiosa no melhor clube no dia 19 de  março de 2009, quando minha neta completou 1 ano. A Gabriela casou de  branco e a Valentina entrou de daminha”, conta a avó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabriela também lembra a data com carinho. “Foi muita gente, estava tudo lotado, minhas tias, meus tios, meu pai”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante  a entrevista, ela estava passando alguns dias na casa da mãe, perto da  filha e longe do marido. “Eu estou doentinha e a Valentina também. O  Fábio está lá na nossa casa, cuidando, mas ele liga todo dia porque está  com saudade”, diz envaidecida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-7200521714983350497?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.band.com.br/diadasmaes/conteudo.asp?ID=100000418774' title='Três anos após dar à luz, mãe portadora de síndrome de down revela detalhes de seu dia a dia'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/7200521714983350497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/05/tres-anos-apos-dar-luz-mae-portadora-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7200521714983350497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7200521714983350497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/05/tres-anos-apos-dar-luz-mae-portadora-de.html' title='Três anos após dar à luz, mãe portadora de síndrome de down revela detalhes de seu dia a dia'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-1519481215818704966</id><published>2011-04-14T18:51:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T19:08:22.261-07:00</updated><title type='text'>Dia Internacional  e Estadual da Síndrome de Down é comemorado em Fortaleza</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-AWkvIqmzzLE/TaeXBfHQMtI/AAAAAAAAAVc/eh_2JAhvVnY/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+018.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; 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A data, 21/3, foi escolhido por fazer referência à trissomia (21-3), característica presente em pessoas com esta alteração genética. A primeira comemoração do Dia ocorreu em 2006.&lt;br /&gt;&lt;span id="more-10464"&gt;&lt;/span&gt;Em fortaleza, a data foi incluída no Calendário Oficial do estado por meio de projeto de lei do deputado Vanderley Pedrosa. No Dia &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;da Síndrome de Down, palestras e eventos alusivos ao tema serão organizadas pelo Poder Executivo e por entidades que trabalham pela inclusão das pessoas portadoras da Síndrome.&lt;br /&gt;Todas as pessoas estão sujeitas a ter um filho com Síndrome de Down, independentemente da raça ou condição sócio-econômica. No Brasil, acredita-se que ocorra um caso em cada 600 nascimentos, isso quer dizer que nascem cerca de 8 mil bebês com Síndrome de Down por ano. Diferente do que muitas pessoas pensam, a Síndrome de Down não é uma doença, mas sim uma alteração genética que ocorre por ocasião da formação do bebê.&lt;br /&gt;Os seres humanos são formados por células. Essas células possuem em sua parte central um conjunto de pequenas estruturas que determinam as características de cada um, como: cor de cabelo, cor da pele e altera. Tais estruturas são denominadas cromossomos.&lt;br /&gt;O número de cromossomos presente nas células de uma pessoa é 46 (23 do pai e 23 da mãe), e estes se dispõem em pares, formando 23 pares. No caso da Síndrome de Down, ocorre um erro na distribuição e, ao invés de 46, as células recebem 47 cromossomos. O elemento extra fica unido ao par número 21. Daí também, o nome de Trissomia do 21. Ela foi identificada pela primeira vez pelo geneticista francês Jérôme Lejeune em 1958.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Deputada Beth Rose &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;participa das comemorações do Dia do Estadual e Internacional da SINDROME DOWN &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yLc4m54013A/TaeXGqdSMDI/AAAAAAAAAVg/WYzUbZPC5gQ/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+022.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-yLc4m54013A/TaeXGqdSMDI/AAAAAAAAAVg/WYzUbZPC5gQ/s320/audiencia+publica+2011+matheu+022.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Durante todo o evento, Bethe Rose defendeu  políticas e medidas que ajudem a superar o preconceito e que contribuam  para a inclusão social dos portadores de Down, É                              na convivência com outros e com o meio ambiente                              que as necessidades de qualquer ser humano se apresentam.                              Em razão disso, é importante questionar                              os critérios que têm sido utilizados                              para distinguir as necessidades especiais das necessidades                              comuns e vice-versa, em particular no contexto escolar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-U6ReN7hGteY/TaeXMNpidvI/AAAAAAAAAVk/mhafkSh2OYw/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+023.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-U6ReN7hGteY/TaeXMNpidvI/AAAAAAAAAVk/mhafkSh2OYw/s320/audiencia+publica+2011+matheu+023.jpg" width="320" /&gt;,&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Presente ao evento, a deputada Bethrose (PRP) levantou a questão das  escolas que estão barrando a matricula de alunos com deficiência.  “Lutamos por uma educação de qualidade para todos, sem restrições. Mas,  algumas escolas particulares além de rejeitar matrículas, muitas vezes  cobram mais caro para receber alunos com qualquer tipo de deficiência”,  denuncia a parlamentar&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--509AHP1TdA/TaeXRBpLz3I/AAAAAAAAAVo/5QJx0YGswYU/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+027.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/--509AHP1TdA/TaeXRBpLz3I/AAAAAAAAAVo/5QJx0YGswYU/s320/audiencia+publica+2011+matheu+027.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bJHBYEq3Htc/TaeXWYlnmoI/AAAAAAAAAVs/FrsQ-MWiM_M/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+031.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-bJHBYEq3Htc/TaeXWYlnmoI/AAAAAAAAAVs/FrsQ-MWiM_M/s320/audiencia+publica+2011+matheu+031.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GVrB7t2PvXc/TaeXtdsu96I/AAAAAAAAAVw/FQE98BQPWzM/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+139.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-GVrB7t2PvXc/TaeXtdsu96I/AAAAAAAAAVw/FQE98BQPWzM/s320/audiencia+publica+2011+matheu+139.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-h0k0oba0d-s/TaeYDEV8EAI/AAAAAAAAAV0/TVA3ap0RqaA/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+497.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-h0k0oba0d-s/TaeYDEV8EAI/AAAAAAAAAV0/TVA3ap0RqaA/s320/audiencia+publica+2011+matheu+497.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-upyMwaoQB-g/TaeYURH6ITI/AAAAAAAAAV4/1Cz7qYuO0yE/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+509.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-upyMwaoQB-g/TaeYURH6ITI/AAAAAAAAAV4/1Cz7qYuO0yE/s320/audiencia+publica+2011+matheu+509.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-AXaIRSAEd5A/TaeYmqSw5QI/AAAAAAAAAV8/doOU7KgWSh4/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+504.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-AXaIRSAEd5A/TaeYmqSw5QI/AAAAAAAAAV8/doOU7KgWSh4/s320/audiencia+publica+2011+matheu+504.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fORaBgy6gHM/TaeY1Atz--I/AAAAAAAAAWA/Ny_Jsloi16o/s1600/DIA+INTERNACIONAL+SIND.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-fORaBgy6gHM/TaeY1Atz--I/AAAAAAAAAWA/Ny_Jsloi16o/s320/DIA+INTERNACIONAL+SIND.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RfNkRhsrfao/TaeZFXRwcdI/AAAAAAAAAWE/FAmXq0yOFFs/s1600/DOMINGOS+DIA+INTERN.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-RfNkRhsrfao/TaeZFXRwcdI/AAAAAAAAAWE/FAmXq0yOFFs/s320/DOMINGOS+DIA+INTERN.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zszVgw-REhI/TaeaHzeVfNI/AAAAAAAAAWI/62MZ6nA2MjY/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+502.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-zszVgw-REhI/TaeaHzeVfNI/AAAAAAAAAWI/62MZ6nA2MjY/s320/audiencia+publica+2011+matheu+502.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-din97gy4EhI/Taea0B-818I/AAAAAAAAAWM/HDgs5wuULBg/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+507.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-din97gy4EhI/Taea0B-818I/AAAAAAAAAWM/HDgs5wuULBg/s320/audiencia+publica+2011+matheu+507.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ey4RRWplxTA/Taem23qfQZI/AAAAAAAAAWQ/zw9wDoLJb00/s1600/boa+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ey4RRWplxTA/Taem23qfQZI/AAAAAAAAAWQ/zw9wDoLJb00/s320/boa+1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #2f464d;"&gt;Agradecemos ao digníssimo deputado VANDERLEY PEDROSA que apresentou o projeto de LEI criando o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; DIA ESTADUAL DA SÍNDROME DE DOWN 21 MARÇO &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-header"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O projeto, regido pela LEI Nº 14.658, 14 de abril de 2010 de autoria do Deputado Estadual Wanderley Pedrosa, foi divulgado no Diário Oficial&amp;nbsp; do dia 16 de abril de 2010.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O Deputado Vanderley Pedrosa, apresentou, ainda, no final de 2009, um projeto de indicação que versa sobre um AUXÍLIO-ESPECIAL destinado à educação de dependente de servidor público estadual civil ou militar, ativo ou inativo, portador de Síndrome de Down.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para o Deputado “São projetos como estes, destinados á área social, que proporcionam melhoria para o cidadão cearense”.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-1519481215818704966?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/1519481215818704966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/04/dia-internacional-e-estadual-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/1519481215818704966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/1519481215818704966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/04/dia-internacional-e-estadual-da.html' title='Dia Internacional  e Estadual da Síndrome de Down é comemorado em Fortaleza'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-AWkvIqmzzLE/TaeXBfHQMtI/AAAAAAAAAVc/eh_2JAhvVnY/s72-c/audiencia+publica+2011+matheu+018.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-5579354003340732484</id><published>2011-04-14T17:46:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T17:46:25.245-07:00</updated><title type='text'>Pais cobram capacitação de escolas para receber crianças com Down</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NHKWTSOO6mI/TaeTeNOfMsI/AAAAAAAAAVM/4LvbEZbXSqg/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-NHKWTSOO6mI/TaeTeNOfMsI/AAAAAAAAAVM/4LvbEZbXSqg/s320/audiencia+publica+2011+matheu+002.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A Comissão de Educação  da Assembleia Legislativa do Ceará promoveu na, tarde desta terça-feira  (22/03), no Complexo das Comissões da Casa, audiência publica onde se  discutiu a situação das crianças cearenses com síndrome de Down e sua  inclusão social.&lt;div class="western" style="text-align: justify;"&gt;A  responsável pelo debate e presidente da Comissão, deputada Rachel  Marques (PT), lembrou que o propósito do encontro era discutir  alternativas para a formação de uma sociedade mais igualitária. &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="aswift_2_anchor"&gt;&lt;/a&gt;“Avançamos  no fato de que essas pessoas hoje não são mais vistas como doentes,  mas, ao mesmo tempo, escolas continuam despreparadas, prejudicando no  crescimento autônomo desses jovens”, atentou Rachel.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="text-align: justify;"&gt;Presente ao evento, a  deputada Bethrose (PRP) levantou a questão das escolas que estão  barrando a matricula de alunos com deficiência. “Lutamos por uma  educação de qualidade para todos, sem restrições. Mas, algumas escolas  particulares além de rejeitar matrículas, muitas vezes cobram mais caro  para receber alunos com qualquer tipo de deficiência”, denuncia a  parlamentar.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="text-align: justify;"&gt;A  deputada Patrícia Saboya (PDT) também compareceu ao evento, e destacou a  dificuldade dos pais de jovens com síndrome de Down para conseguir  educação de qualidade e tratamento especial. “Essas famílias superam  desafios todos os dias na busca de uma vida normal para seus filhos. Por  isso a necessidade das escolas se capacitarem, pois não se trata de um  favor, é uma obrigação”, salientou Patrícia.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-deINr9yMIZ0/TaeTrH-UWSI/AAAAAAAAAVQ/qWnrfTwoT5U/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+120.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-deINr9yMIZ0/TaeTrH-UWSI/AAAAAAAAAVQ/qWnrfTwoT5U/s320/audiencia+publica+2011+matheu+120.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Representando as associações de  síndrome de Down, o vice-presidente da região nordeste da Federação  Brasileira das Associações de Síndrome de Down, Domingos Sávio Tavares,  afirmou que as instituições de ensino particular agem pensando no  dinheiro e não por consciência social. “Nossa regressão foi enorme, pois  pequenas escolas que recebiam nossas crianças foram compradas pelas  grandes instituições que não desenvolvem o mesmo trabalho, e se o fazem,  cobram 80% a mais na mensalidade”, relatou ele.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zFTOvTmILMI/TaeTzaIu4QI/AAAAAAAAAVU/DmPgB9n_cFE/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+109.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-zFTOvTmILMI/TaeTzaIu4QI/AAAAAAAAAVU/DmPgB9n_cFE/s320/audiencia+publica+2011+matheu+109.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AousgTSjEig/TaeUQh0v7MI/AAAAAAAAAVY/BTeE15TmfZM/s1600/audiencia+publica+2011+matheu+040.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-AousgTSjEig/TaeUQh0v7MI/AAAAAAAAAVY/BTeE15TmfZM/s320/audiencia+publica+2011+matheu+040.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="text-align: justify;"&gt;A integrante da  Comissão de Elaboração de Políticas Públicas para os Deficientes da  Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de Fortaleza e aluna da  Apae, Mariana Cavalcante, se pronunciou em nome dos jovens com síndrome  de Down e garantiu que, se tiverem as mesmas oportunidades, eles podem  ir muito além do que a sociedade julga. &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="aswift_3_anchor"&gt;&lt;/a&gt;“Minha  mãe trabalhou para que eu tivesse uma vida normal, o que falta é a  pessoas abrirem a cabeça para essa inclusão. Por mais rejeitados que  somos em todo o mundo, nossa militância é forte”, garantiu Mariana. &lt;/div&gt;Compareceram  à audiência também o deputado Julio César Filho (PTN), a representante  da Secretaria de Educação do Estado e técnica em educação especial, Nara  Lúcia dos Santos; o representante da Secretaria de Educação de  Fortaleza, professor Arlindo Araújo; o presidente do Conselho Estadual  dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio Alves Ferreira, entre  outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-5579354003340732484?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/5579354003340732484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/04/pais-cobram-capacitacao-de-escolas-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5579354003340732484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5579354003340732484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/04/pais-cobram-capacitacao-de-escolas-para.html' title='Pais cobram capacitação de escolas para receber crianças com Down'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-NHKWTSOO6mI/TaeTeNOfMsI/AAAAAAAAAVM/4LvbEZbXSqg/s72-c/audiencia+publica+2011+matheu+002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-213827726647062383</id><published>2011-03-20T15:00:00.000-07:00</published><updated>2011-03-20T15:00:12.267-07:00</updated><title type='text'>PROGRAMAÇÃO  Nacional 21/3 - DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;21/3 - DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;INCLUSÃO ACONTECENDO - AMPLIE ESTE EXEMPLO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PROGRAMAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nacional&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) 14/3 - 10h&lt;br /&gt;Sessão Solene em Homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down&lt;br /&gt;Proposta da Deputada Erika Kokay&lt;br /&gt;Local: Plenário Ulisses Guimarães (Câmara Federal)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www2.camara.gov.br/tv/materias/CAMARA-HOJE/194366-PORTADORES-DE-SINDROME-DE-DOWN-SAO-HOMENAGEADOS-NA-CAMARA.html"&gt;http://www2.camara.gov.br/tv/materias/CAMARA-HOJE/194366-PORTADORES-DE-SINDROME-DE-DOWN-SAO-HOMENAGEADOS-NA-CAMARA.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.inclusive.org.br/?p=18737"&gt;http://www.inclusive.org.br/?p=18737&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ojornalweb.com/2011/03/16/rosinha-critica-restricao-a-direitos-civis-de-pessoas-com-sindrome-de-down/"&gt;http://www.ojornalweb.com/2011/03/16/rosinha-critica-restricao-a-direitos-civis-de-pessoas-com-sindrome-de-down/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www2.camara.gov.br/tv/materias/CAMARA-HOJE/194366-PORTADORES-DE-SINDROME-DE-DOWN-SAO-HOMENAGEADOS-NA-CAMARA.html"&gt;http://www2.camara.gov.br/tv/materias/CAMARA-HOJE/194366-PORTADORES-DE-SINDROME-DE-DOWN-SAO-HOMENAGEADOS-NA-CAMARA.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) 21/3 – 14h as 17h&lt;br /&gt;Ato  Comemorativo do Dia Internacional da Síndrome de Down (Programa provisório)&lt;br /&gt;1º Bloco&lt;br /&gt;- Deputado Romário - pai de Ivy Bittencourt&lt;br /&gt;- Deputado Luiz Mandetta - ortopedista pediátrico&lt;br /&gt;- Senador Lindbergh Farias - pai de Beatriz Goulart&lt;br /&gt;- Jéssica Figueiredo - Relações Públicas da FBASD&lt;br /&gt;- Dr. Juan Llerena - Coordenador do Departamento de Genética Médica do Instituto&lt;br /&gt;Fernandes Figueira - FIOCRUZ&lt;br /&gt;Tema: Síndrome de Down: o acaso e a necessidade&lt;br /&gt;- Helena Werneck – Coordenadora-Geral do Instituto Meta Social, que  desenvolve ações junto a mídia para a promoção da inclusão social da  pessoa com deficiência&lt;br /&gt;“A importância da comunicação na sociedade”&lt;br /&gt;- Fernanda Honorato – Primeira repórter com síndrome de Down do mundo&lt;br /&gt;- Apresentação do grupo de dança Namasté, com o espetáculo: O Empoderamento da Pessoa com Síndrome de Down&lt;br /&gt;2° Bloco&lt;br /&gt;- Dr. Zan Mustacchi - Médico Geneticista e Pediatra; Doutor e Mestre pela USP;&lt;br /&gt;Responsável pelo Ambulatório de Genética do Hospital Infantil - Darcy  Vargas; Presidente do Depto. Científico de Genética da Sociedade de  Pediatria/SP; Diretor Clínico do CEPEC-SP; Responsável pelo Curso de  Especialização em Síndrome de Down, Pós-graduação Lato-Sensu.&lt;br /&gt;Tema: Perspectivas futuras dos aspectos clínicos e terapêuticos da síndrome de&lt;br /&gt;down&lt;br /&gt;- Teresa Costa d'Amaral - Mestre em Comunicação Social com a&lt;br /&gt;tese Deficiência e Democracia.; Criadora e primeira Coordenadora da&lt;br /&gt;CORDE/Presidência da República; Superintendente do Instituto Brasileiro  de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência e tia do Felipe Costa  de Thuin&lt;br /&gt;Tema: Preconceito, competência e mercado de trabalho&lt;br /&gt;- Rodrigo Marinho de Noronha - primeiro down Assessor Parlamentar da Câmara dos Deputados, há 8 anos&lt;br /&gt;- Apresentação do Grupo Cênico Musical Eu Danço, da APAE/DF, com o espetáculo: Orion&lt;br /&gt;- Apresentação do Grupo de Dança da APAED, com o espetáculo: O Circo&lt;br /&gt;3º Bloco&lt;br /&gt;Dr. Moacyr Daemon - Fonoaudiólogo Especialista em Motricidade Orofacial  pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia; Docente do Curso de  Fonoaudilogia da UVA e Consultor da Rede Globo de Televisão na novela  "Páginas da vida".&lt;br /&gt;Tema: A abordagem da fonoaudiologia na síndrome de down&lt;br /&gt;- Dra. Vera Brito - Mestre em Clínica Médica-Neurologia na UFRJ; Docente  do curso de Fisioterapia da Faculdade de Medicina da UFRJ Tema: A  aplicação da fisioterapia na síndrome de Down&lt;br /&gt;- Marianna Pagy - ginasta olímpica down, medalha de ouro nas Olimpíadas  Especiais de Minessota, modalidades solo e salto e bicampeã brasileira  nas mesmas modalidades&lt;br /&gt;- Apresentação da Banda Down Rítmica Juliano Varela, do Mato Grosso do Sul&lt;br /&gt;&lt;div&gt;- Abertura da exposição - Síndrome de Down: É preciso ver com outros olhos&lt;br /&gt;Local: Auditório Nereu Ramos, Anexo II da Câmara de Deputados&lt;br /&gt;http://www.inclusive.org.br/?p=18809&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.camara.gov.br/internet/jornalcamara/default.asp?selecao=materia&amp;amp;codMat=62475&amp;amp;pesq=down%7C"&gt;http://www.camara.gov.br/internet/jornalcamara/default.asp?selecao=materia&amp;amp;codMat=62475&amp;amp;pesq=down|&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2011/03/17/Brasil/Romario_promove_ato_no_Dia_Intern.shtml"&gt;http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2011/03/17/Brasil/Romario_promove_ato_no_Dia_Intern.shtml&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&amp;amp;id=60307"&gt;http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&amp;amp;id=60307&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) 15/3 e 17/3 - Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo&lt;br /&gt;Fotógrafos da agência de imagens Special Kids LA, que utiliza a  fotografia como ferramenta de inclusão farão fotos de 5 crianças com  deficiência que se inscreverem no site. A Cine Materna é uma associação  que organiza sessões de cinema para mães e seus bebês, com  ar-condicionado mais suave, som mais baixo, luzes ligeiramente acesas,  entre outros ajustes. Para conferir os filmes e locais de exibição  acesse&lt;a href="http://www.blogger.com/www.cinematerna.org.br"&gt; www.cinematerna.org.br&lt;/a&gt; . Para saber mais sobre a Special Kids LA acesse &lt;a href="http://specialkidsphotography.com.br/"&gt;http://specialkidsphotography.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=saude&amp;amp;id=22426&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) 21/3 - 14h&lt;br /&gt;STF sem Barreiras&lt;br /&gt;Exibição do filme CityDown - A História de um Diferente&lt;br /&gt;Debate com a presença dos diretores do filme&lt;br /&gt;Local: Superior Tribunal Federal sala de Sessões da Primeira Turma.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=brhFBOVIoAg"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=brhFBOVIoAg&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brasília -DF&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) 28/2 - 10h&lt;br /&gt;Apresentações da Associação Cultural Namastê&lt;br /&gt;Local: Escola Classe Infantil Nº 02 do Núcleo Bandeirante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) 6/3 - 15h&lt;br /&gt;Lançamento do Bloco Carnavalesco "DOWN NA RUA"&lt;br /&gt;Apresentação do Grupo Óbará&lt;br /&gt;Local: Eixão Sul 109&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) 8/3 - 15h&lt;br /&gt;CarnaDOWN&lt;br /&gt;Local: Eixão Sul 109&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dftv.globo.com/Jornalismo/DFTV/0,,MUL1652113-10041,00.html"&gt;http://dftv.globo.com/Jornalismo/DFTV/0,,MUL1652113-10041,00.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) 18/3 - 18h&lt;br /&gt;Exposição: "Várias Linguagens Artísticas" Artesanato, literatura, artes&lt;br /&gt;plásticas, dança, teatro e música&lt;br /&gt;Local: Foyer da Sala Martins Penna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) 18/3 - 20h&lt;br /&gt;Empoderamento da Pessoa com Síndrome de Down" de Dança Cigana Artística&lt;br /&gt;Inclusiva&lt;br /&gt;Local: Sala Martins Penna - Teatro Claúdio Santoro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) 19/3 - 19h&lt;br /&gt;Downceteria&lt;br /&gt;Local: SQS 109 Bloco D Salão de festas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) 20/3 - 9h&lt;br /&gt;Caminhada no Parque da Cidade&lt;br /&gt;- Apresentação do Grupo Batalá&lt;br /&gt;- Alongamento com a orientação da equipe do Espaço Plural&lt;br /&gt;- Caminhada&lt;br /&gt;- Matroginástica, uma atividade com pais e filhos - Equipe do Espaço&lt;br /&gt;Plural (Dra. Luciana Aguiar).&lt;br /&gt;Local: Parque da Cidade em frente à Administração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) 21/3 - 19h&lt;br /&gt;Exposição de Pintura de Lucio Piantino&lt;br /&gt;Local: Mezanino da Sala Villa Lobos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13) 27/3 - 18h&lt;br /&gt;Culto Ecumênico&lt;br /&gt;Local: Igreja Rainha da PAZ (Eixo Monumental)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14) 28/3 - 19h&lt;br /&gt;Sessão Solene em Homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down&lt;br /&gt;Proposta da Deputada Rejane Pitanga&lt;br /&gt;Local: Plenário da Câmara Legislativa do DF&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;João Pessoa – PB&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15) 20/3 – 17h&lt;br /&gt;Missa em ação de graças na Igreja Jesus Ressuscitado&lt;br /&gt;Local: Conjunto dos Bancários&lt;br /&gt;(participação dos filhos com SD na celebração)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16) 20/3 - 18:30h – Mobilização da AME Down (com distribuição de folders informativos sobre a Síndrome de Down)&lt;br /&gt;Local: Busto de Tamandaré - Praia de Tambau&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17) 21/3 – 9h&lt;br /&gt;Voto de Aplauso do Dep. Estadual Tião Gomes na Assembléia Legislativa da  Paraíba em Comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18) 21/3 – 10h – Assinatura do Convênio entre a FUNAD e as Maternidades Publicas e Privadas de João Pessoa.&lt;br /&gt;10:30h – Ação Conjunta da FUNAD&lt;br /&gt;junto a ECT no Projeto "Desafio Ambiental"&lt;br /&gt;11h – Apresentação Cultural do&lt;br /&gt;Núcleo de Vivência e Artes da FUNAD;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19) 21/3 – 16:00h&lt;br /&gt;Movimento de Mobilização Down, uma parceria entre a FUNAD e demais Associações.&lt;br /&gt;Apresentações de Dança do Núcleo de Vivência e Artes, Usuários Down's e Terapeuta Ocupacional FUNAD;&lt;br /&gt;Cia de Dança Helena Holanda;&lt;br /&gt;Cia de Dança da APAE: Somos Iguais;&lt;br /&gt;Apresentação Musical dos Usuários da CODAVI Roberto e Dayane;&lt;br /&gt;Exposição de Trabalhos realizados na FUNAD;&lt;br /&gt;Distribuição de informativos sobre a SD.&lt;br /&gt;Local: Antiga Gameleira (Bahamas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20) 21/3 – 15h&lt;br /&gt;Caminhada inclusiva em comemoração ao dia internacional da síndrome de Down&lt;br /&gt;Associação Inclusiva de Fortaleza - Existir&lt;br /&gt;Local: Praça dos Estressados, no calçadão da Avenida Beira-Mar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21) 22/3 – 14:30h&lt;br /&gt;Audiência Publica na Assembleia Legislativa do Ceará&lt;br /&gt;"Situação de crianças cearenses com síndrome de Down no estado do Ceará”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22) 26/3 – 14:30 h&lt;br /&gt;Debate 1: "Avaliação e dificuldades das pessoas com SD na salade aula” - Psicopedagoga Léa Freitas&lt;br /&gt;Debate 2: "Como incluir a pessoa com SD na Informática" - Professor Cristiano Paulino.&lt;br /&gt;Entrega de Certificados aos convidados e Coffee Break&lt;br /&gt;Local: Escola Municipal Gov. Leonel Brizola (Av. Beira Rio, Tambauzinho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rio de Janeiro - RJ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23) 20/3 - 15h&lt;br /&gt;CaminhaDOWN - Caminhada organizada pelo grupo RJDown&lt;br /&gt;Local: Ponto de partida - Jardim de Alah. Chegada - Baixo Bebê (Venâncio Flores) - Leblon&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.inclusive.org.br/?p=18747"&gt;http://www.inclusive.org.br/?p=18747&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24) 20/3 - 20h&lt;br /&gt;Baile III - Festa organizada pela Sociedade Síndrome de Down&lt;br /&gt;Local: Clube do Arouca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25) 21/3 – 8h às 15h&lt;br /&gt;Abertura – Prof. Edimilson Migowski - Diretor IPPMG e Enf. Bruno Leite Moreira - vice-diretor IPPMG&lt;br /&gt;“Genética Médica na Atenção à Síndrome de Down”- Profa. Marcia Ribeiro, Diretora Adjunta de Atividades Acadêmicas IPPMG/UFRJ&lt;br /&gt;“A Reabilitação em Crianças com Síndrome de Down” – Profa. Lívia Borgneth, Médica Fisiatra do Núcleo RDN/IPPMG&lt;br /&gt;“Mecanismos de Apoio à Inclusão” – Ana Paula Pacheco – Pedagoga, Profa. da Sociedade Síndrome de Down&lt;br /&gt;Relatos e Depoimentos&lt;br /&gt;“Atenção Fisioterapêutica no SUS para a Síndrome de Down” – Dra. Carla Trevisan M. Ribeiro, Instituto Fernandes Figueira/FIOCRUZ&lt;br /&gt;“Segredos do Cérebro Humano” – Prof. Stevens Rehen, LaNCE/UFRJ&lt;br /&gt;Apresentação de Grupo Dança Cigana - Sociedade Síndrome de Down&lt;br /&gt;Confraternização&lt;br /&gt;Local: Salão Nobre – IPPMG/UFRJ - Rua Bruno Lobo, 50, na Cidade Universitária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26) 26/3 - 16h&lt;br /&gt;Show - Don't Let me Down II - de Hamilton Catete&lt;br /&gt;Pessoas com síndrome de Down não pagam&lt;br /&gt;Local: Teatro da Justiça Federal - Av. Rio Branco 241 - Centro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;São Luis - MA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27) 21/3 - 6:30h&lt;br /&gt;Programa Bom Dia Mirante – TV Mirante&lt;br /&gt;Entrevista sobre síndrome de Down&lt;br /&gt;Dra. Patrícia da Silva Sousa Carvalho, neurologista infantil e professora da UFMA&lt;br /&gt;Apresentação de dança - Grupo de Dança Semear&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28) 25/3 - 18h&lt;br /&gt;Mesa Redonda "A Importância da Atividade Física e da Arte no Desenvolvimento da Pessoa com Síndrome de Down&lt;br /&gt;Dorlene Caldas - Fonoaudióloga&lt;br /&gt;Lindison Ribeiro Educador Físico - Professor de karaté e representante do Grupo Irmão Down&lt;br /&gt;Rosineia Silva - Pedagoga especialista em educação especial&lt;br /&gt;Amazonilde Serra - Terapeuta Ocupacional e representante do Grupo de Mães Acolhedoras&lt;br /&gt;Marcelly Melo - Fisioterapeuta&lt;br /&gt;Eduardo Jansen - representante do Grupo de Dança Semear&lt;br /&gt;Jadson Melo - Ator e Diretor de Teatro&lt;br /&gt;Apresentação de karatê e de dança com os jovens com Síndrome de Dowm  (grupo de dançar Semear), grupo de mães acolhedoras (dançando e  encantando), três&lt;br /&gt;ritmos (forró, romântico, rock), com a participação especial do Grupo Irmão Dowm&lt;br /&gt;Local: Faculdade Santa Terezinha – CEST, na Av. Casemiro Junior – Anil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29) 2/4 - 16:30h&lt;br /&gt;Chá Beneficente&lt;br /&gt;Local: Sitio Ideal (eventos) na Estrada de Ribamar, KM 17&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Aracaju - SE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30) 20/3 - 14h&lt;br /&gt;Caminhada em Comemoração ao Dia Internacional da Pessoa com Síndrome de Down&lt;br /&gt;Local: Saindo do Calçadão da 13 de Julho em direção ao Parque da Sementeira&lt;br /&gt;http://www.infonet.com.br/saude/ler.asp?id=110847&amp;amp;titulo=saude&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31) 20/3 - 17h&lt;br /&gt;Domingo no Parque Especial&lt;br /&gt;Atrações: Casa do Zé e Orquestra Sinfônica de Sergipe&lt;br /&gt;Local: Parque da Sementeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32) 21/3 – 19h&lt;br /&gt;Palestra “Direitos da Pessoa com Síndrome de Down”- Dr Byron Emanuel de Oliveira Ramos&lt;br /&gt;Local: Auditório do Conselho Regional de Odontologia - Rua Vila Cristina, 589&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cuiabá - MT&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33) 24 e 25/3&lt;br /&gt;Inclusão Acontecendo – Amplie este Exemplo - Sessão Solene e palestras em Homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down&lt;br /&gt;“Cidadania, Um Direito de todos” - Dr. Miguel Slhessarenko Junior, Promotor de Justiça de Mato Grosso - MT&lt;br /&gt;“A Evolução da Genética na Síndrome de Down” - Dr. Francis Maciel Galera, Médico Geneticista do HJU – Cuiabá - MT&lt;br /&gt;“Vida Independente da Pessoa com Síndrome de Down”- Pamela Gonçalves , Terapeuta Ocupacional - Alves - SP&lt;br /&gt;Local: Auditório da FIEMT – Av. Historiador Rubens de Mendonça (em frente à entrada do bairro Morada do Ouro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Natal – RN&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34) 21/3&lt;br /&gt;Lançamento da cartilha de orientações a pais e profissionais em parceria com UNIMED NATAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35) 21/3&lt;br /&gt;Assinatura de convênio com SESI/SENAI/PSAI para programa de capacitação de pessoas com deficiência a partir dos 14 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fortaleza – CE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36) 22/3 - 14:30h&lt;br /&gt;Audiência Pública “A Situação das Crianças Cearenses com Síndrome de Down, por ocasião do Dia Internacional da Síndrome Down”&lt;br /&gt;Proposta pelo Presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Ceará,  Deputado Roberto Cláudio, e a Presidente da Comissão de Educação,  Deputada Rachel Marques&lt;br /&gt;Local: Auditório Deputado Castelo de Castelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21/03&lt;br /&gt;6:45h &lt;br /&gt;Domingos Timbó é entrevistado pelo pelo radialista Antonio Viana falando sibre as comemorações do DIA INTERNACIONAL E DIA ESTADUAL DA SINDROME DE DOWN e sobre o trabalho da ASSOCIAÇÃO EXISTIR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21/03&lt;br /&gt;&lt;span id="search"&gt;Domingos Timbó&amp;nbsp; Vice -Presidente da região Nordeste &lt;/span&gt;&lt;span id="search"&gt;&lt;em&gt;da Federação Brasileira de &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;SINDROME DE DOWN&lt;span id="search"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;em&gt;entrevistado&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="search"&gt;&lt;em&gt; pela TV&amp;nbsp; e &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="search"&gt;&lt;em&gt;Radio &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="search"&gt;&lt;em&gt;Assembléia falando sobre o trabalho&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; da EXISTIR&amp;nbsp; e as comemorações do DIA ESTADUAL E O DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN.e sobre inclusão das crianças nas escolas particulares.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span id="search"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span id="search"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span id="search"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;21/03- 13:00h&lt;br /&gt;Existir - Associação Inclusiva de Fortaleza é uma entidade sem fins  lucrativos, fundada em fevereiro de 2004, por iniciativa de Domingos  Timbó, pais, amigos e responsáveis por crianças com Síndrome de Down.comemora em sua sede O DIA ESTADUAL E O DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21/03 17:00h &lt;br /&gt;&lt;span id="search"&gt; Associação Inclusiva de Fortaleza - &lt;em&gt;Existir&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="search"&gt;&amp;nbsp; Comemoração ao &lt;em&gt;Dia Internacional&lt;/em&gt; da &lt;em&gt;Sindrome&lt;/em&gt; de Dow&lt;/span&gt;&lt;span id="search"&gt; Local: Praça dos Estressados, no calçadão da Avenida &lt;em&gt;Beira&lt;/em&gt;-&lt;em&gt;Mar&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span id="search"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span id="search"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Recife – PE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37) 21/3 - 15h&lt;br /&gt;Amanda Ferreira, estudante universitária de&lt;br /&gt;Pedagogia que tem síndrome de Down, será entrevistada pelos jovens do grupo de jovens com síndrome de Down da Integrarte&lt;br /&gt;Local: Clube Internacional do Recife - Rua Benfica, 505 - Madalena&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Salvador - BA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38) 21/3 - 8h as 17h&lt;br /&gt;III Jornada Comemorativa ao Dia Internacional da Síndrome de Down 2011&lt;br /&gt;Promoção: Programa Genética &amp;amp; Sociedade (IBIO/UFBA), CEEBA, APAE, Ser Down. Apoio: Pró-Reitoria de Extensão (UFBA)&lt;br /&gt;- “O papel da S.Down no desenvolvimento da Genética Médica e na inclusão  social das diferenças e deficiências” - Lilia M. Azevedo Moreira (UFBA)&lt;br /&gt;~Depoimento de pais e/ou familiares sobre avanços e dificuldades atuais no&lt;br /&gt;tratamento de problemas específicos de saúde&lt;br /&gt;- “A importância da parceria entre as associações” - Lívia Teixeira  Borges (Ser Down), representantes da ABA (Associação Baiana do  X-Frágil), AFAGA (Associação de Famílias da Gente Autista), APALBA (  Associação das Pessoas com Albinismo na Bahia)&lt;br /&gt;- Depoimentos de pessoas com síndrome de Down: Superação das dificuldades e expectativas futuras&lt;br /&gt;- “Caminhos possíveis para a efetivação da inclusão nas escolas: Alzira  de Castro Gomes (CEEBA), representantes do Projeto Incluir e de escolas  com histórico de inclusão.&lt;br /&gt;- Apresentações de dança, exposição e filme.&lt;br /&gt;Local: CEEBA (Centro de Educação Especial da Bahia) -R Macapá - Ondina ·&lt;br /&gt;(71) 3245-7396. Inscrições (Gratuitas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Itabuna - BA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39) 21/3&lt;br /&gt;Distribuição de panfletos educativos. Apresentação de Artesanatos.&lt;br /&gt;Aprendendo Down e CEPEI (Centro Pedagógico de Educação Inclusiva - Município)&lt;br /&gt;Local: Praça Olinto Leone&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Itapetinga - BA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40) 25 e 26/3&lt;br /&gt;I Seminário Internacional Ser Inclusão&lt;br /&gt;"Educar na Diversidade"- Prof. José Pacheco (Portugal)&lt;br /&gt;"Aspectos Clínicos na SD"- Prof. Zan Mustacchi (SP)&lt;br /&gt;"Construindo Experiências... 10 anos depois"- Dra. Celia Kalil Mangabeira (BA)&lt;br /&gt;"Inclusão na Prática"- Dra Rossana Ramos (PE)&lt;br /&gt;"Alfabetizar na Diversidade Mental"- Dra. Ivalda Cesarina (BA)&lt;br /&gt;"Alfabetizar na Diversidade Visual"- Prof. Isabel Cristina da Silva (BA)&lt;br /&gt;"Alfabetizar na Diversidade Auditiva"- Prof. Lucilia F. S. Lopes (BA)&lt;br /&gt;"Políticas Públicas na Inclusão" - Joiran Medeiros da Silva - Sec de  Educação Continuada, "Alfabetização e Diversidade" - MEC (DF)&lt;br /&gt;Psico-Espaço, UESB, UESC /Aprendendo Down e FBASD&lt;br /&gt;Local: Campus Juvino Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Curitiba - PR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41) 21/3 - 9h às 17h&lt;br /&gt;Reviver Down Curitiba, terá uma tenda com jovens com Sd informando as  pessoas, sobre a Sd, mostras de trabalhos, pinturas, fotos, etc...  feitas por pessoas com SD&lt;br /&gt;Local: Calçadão da XV, próximo ao Bondinho, na Boca Maldita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vitória - ES&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;42) 15/3&lt;br /&gt;Grupo sob a coordenação do psicólogo e sexólogo Carlos Boechat que  trabalhará com os adolescentes e seus pais o tema sexualidade. Serão 10  horas, em seis encontros semanais, com início em 15/03 e término 19/04&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43) 21/3&lt;br /&gt;Alusão á data feita pelo Deputado Estadual Cláudio Vereza&lt;br /&gt;Apresentação cultural de dança com Gilson Flôres&lt;br /&gt;Local: Assembléia Legislativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;44) 21/3&lt;br /&gt;CASSI (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil) exibirá o clipe em sua recepção durante todo o dia 21.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;45) 26/3&lt;br /&gt;Econtro com apresentações culturais, panfletagem e lanche.&lt;br /&gt;Local Praça dos Namorados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;São Paulo – SP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;46)  20/3 - 9h&lt;br /&gt;Picnic Happy Down - Todos devem comparecer de camiseta branca e levando lanche&lt;br /&gt;Local: Parque Ibirapuera (na marquise em frente à OCA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;47) 21/3&lt;br /&gt;A Diretoria da Associação Down Brasil, o Prof. Dr. Zan Mustacchi e a  Diretoria do Hospital Infantil Darcy Vargas se reunirão para tratar de  plano para o futuro da atenção às crianças com síndrome de Down.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;48) 21/3 – 9h&lt;br /&gt;Comemoração do Dia Internacional da Síndrome Down&lt;br /&gt;Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural&lt;br /&gt;Local: Câmara dos Vereadores de São Paulo – Plenário Prestes Maia no 1º andar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49) 26/3 - 9h às 16h&lt;br /&gt;“VI Curso Teórico-Prático – A linguagem escrita em crianças com síndrome de Down na fase pré-escolar”&lt;br /&gt;Informações: Valéria: (11) 8132-0378, (valeria_mondin@ig.com.br), Fabiana: (11) 8898-3137, (fafa.alencar@gmail.com)&lt;br /&gt;Local: Auditório do CEPEC-SP - Rua Morishigue Akagui, 51 – Morumbi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sorocaba - SP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;50) 13/3 - 10h às 12h&lt;br /&gt;Encontro matinal de Domingo na Pista de Caminhada do Campolim&lt;br /&gt;Local: Pista de Caminhada do Campolim (Esquina da Av. Antonio Carlos Comitre c/ Av. Domingos Julio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51) 17/3 - 12h&lt;br /&gt;Sessão na Câmara Municipal de Sorocaba com pauta especial sobre o Dia Internacional das Pessoas com Síndrome de Down&lt;br /&gt;O Vereador José Francisco Martinez fará uma homenagem a todos jovens com  Síndrome de Down de Sorocaba que de destacaram em suas atividades nos  últimos anos&lt;br /&gt;Local: Câmara Municipal de Sorocaba - Av. Eng. Carlos Reinaldo Mendes, 2945 - Alto da Boa Vista&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=278777"&gt;http://portal.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=278777&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;52) 19/3 - 19h&lt;br /&gt;Evento anual com a presença de pais, familiares, amigos, profissionais da área, empresários, e autoridades&lt;br /&gt;Orientações e explanações gerais sobre a Síndrome de Down, apresentações  de jovens e adolescentes, coquetel para integração e convivência de  todos os participantes&lt;br /&gt;Local: Instituto Humberto de Campos&lt;br /&gt;Rua Humberto de Campos, 541 - Jd. Zulmira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Campinas - SP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;53) 21/3 - 8:30h&lt;br /&gt;Vamos falar de Inclusão: Trabalho, Educação, Família e Sociedade&lt;br /&gt;Com Maria Tereza Egler Mantoan, Guirlanda Maria de Castro Benevides e Maria&lt;br /&gt;Carolina Marques&lt;br /&gt;Local: Fundação Síndrome de Down&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Taubaté - SP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54) 25/3 – 19h&lt;br /&gt;1º Encontro em Comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down&lt;br /&gt;Associação para Síndrome de Down de Taubaté – ASSID, em parceria com a Faculdade Anhanguera Educacional de Taubaté.&lt;br /&gt;Mesa redonda com Médicos, Fisioterapeutas, Enfermeiros, Assistentes Sociais, Pedagogos, Psicopedagogos e Psicólogos.&lt;br /&gt;Local: Faculdade Anhanguera Educacional - Auditório&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ribeirão Preto – SP&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;55) 26/3 - 8:30&lt;br /&gt;Palestra promovida pela RibDown&lt;br /&gt;Inclusão: da teoria à prática - Fábio Adiron&lt;br /&gt;Local: Moraes Cursos Praça Rotary Clube, nº 70 City&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ourinhos - SP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56) 22/3 - 19:30h&lt;br /&gt;Comemoração ao Dia Internacional da Sindrome de Down (21/03)&lt;br /&gt;Mini palestras com profissionais da área da educação e saúde, além de debate a&lt;br /&gt;respeito da Sindrome de Down nos dias de hoje&lt;br /&gt;Local: Câmara Municipal de Ourinhos- SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Avaré - SP&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;57) 19/3 – 9h as 15h&lt;br /&gt;Grupo DOWN Avaré e CMPPD (Conselho Municipal)&lt;br /&gt;Barracas de informação na praça de escola estadual, no centro da cidade.&lt;br /&gt;- Abertura com solenidades(vereadores, professores convidados, imprensa,etc)&lt;br /&gt;- Apresentação da banda musical, formada por pessoas com deficiência&lt;br /&gt;- Apresentação de capoeira  com alunos com deficiência&lt;br /&gt;- Dinâmica com alunos estagiários da Faculdade de Educação Física&lt;br /&gt;- Almoço com todos os familiares do Grupo Down na referida escola&lt;br /&gt;- Barraca da APAE, com exposição de quadros e produtos alimentícios;&lt;br /&gt;- Barraca com fisioterapeutas da APAE, para esclarecimento de dúvidas e informações;&lt;br /&gt;- Barraca do grupo Down Avaré, com apresentação de slides no data show e  exposição de fotos e distribuição de folhetos informativos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Piracicaba – SP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;58) 21/3 – 9h às 16:30h&lt;br /&gt;Inclusão Acontecendo; Amplie Esse Exemplo. "&lt;br /&gt;Informação e orientação na Associação Síndrome de Down de Piracicaba&lt;br /&gt;Local: Eça de Queiroz, 2867, Vila Monteiro&lt;br /&gt;http://www.jpjornal.com.br/capa/default.asp?acao=viewnot&amp;amp;idnot=144916&amp;amp;cat=114&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Novo Hamburgo – RS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;59) 12/3 – 9:30h&lt;br /&gt;Reunião festiva com almoço, oferecido gratuitamente para os associados e parceiros (Palestras, dinâmicas e reflexões)&lt;br /&gt;Local: Sala de reuniões, na casa azul da empresa Conforto - Rua Vital  Brasil, nº90, Rincão dos Ilhéus Estância Velha (Proximo ao restaurante  Atlântico)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pelotas - RS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60) 21/3 - 10h&lt;br /&gt;Sessão Solene na Câmara de Vereadores&lt;br /&gt;"A pessoa com síndrome de Down hoje: entraves e avanços" - Gilsenira Rangel&lt;br /&gt;"Com a voz, os Downs, falando sobre o que significa para eles ser Down e o que esperam da sociedade"&lt;br /&gt;- Momento cultural com o grupo de dança Dow Projeto Carinho, da UFPel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;61) 25/3 - 9:30&lt;br /&gt;CaminhadaDown&lt;br /&gt;Caminhada pelo calçadão com distribuição de panfletos, sobre a inclusão&lt;br /&gt;Vestimenta: camiseta branca&lt;br /&gt;Ponto de encontro: Centro de Eventos do Mercosul - Andrade Neves, esquina Lobo da Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;62) 27/3 - 19h às 22h&lt;br /&gt;Confraternização com discoteca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Porto Alegre - RS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;63) 20/3 - 15:00&lt;br /&gt;Encontro e piquenique no Jardim Botânico&lt;br /&gt;Rua Dr. Salvador França, 1427&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fzb.rs.gov.br/jardimbotanico/visitacao/comochegar.htm"&gt;Como chegar?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mais informações em &lt;a href="http://br.groups.yahoo.com/group/rs_down/"&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/rs_down/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.inclusive.org.br/?p=13581"&gt;+ Sobre a síndrome de Down&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Contatos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Maria de Lourdes Marques Lima - Presidente da FBASD&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:mlouml@hotmail.com"&gt;mlouml@hotmail.com&lt;/a&gt; -  &lt;a href="mailto:presidentefbasd@gmail.com"&gt;presidentefbasd@gmail.com&lt;/a&gt; - 61 9249-6914&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucio Carvalho - Coordenador de Comunicação&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:lucioscjr@uol.com.br"&gt;lucioscjr@uol.com.br&lt;/a&gt; - 51 9738-0654&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-213827726647062383?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/213827726647062383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/03/programacao-nacional-213-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/213827726647062383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/213827726647062383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/03/programacao-nacional-213-dia.html' title='PROGRAMAÇÃO  Nacional 21/3 - DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-7766158328454817076</id><published>2011-03-17T16:56:00.000-07:00</published><updated>2011-03-17T16:56:45.542-07:00</updated><title type='text'>Romário promove ato no Dia Internacional da Síndrome de Down</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-GiZE5GNpLGs/TYKfpmWd_6I/AAAAAAAAAVI/D975HvorBrI/s1600/20080924120000_22531_large_a-emocao-de-romario-no-aniversario-da-filha-ivy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="255" src="https://lh6.googleusercontent.com/-GiZE5GNpLGs/TYKfpmWd_6I/AAAAAAAAAVI/D975HvorBrI/s320/20080924120000_22531_large_a-emocao-de-romario-no-aniversario-da-filha-ivy.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" class="MateriaT"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="titulo" colspan="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt; &lt;td class="data" colspan="2"&gt;Quinta-feira, 17/03/2011 - 16:14&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div&gt;           &lt;/div&gt;&lt;div class="anuncio1" style="text-align: justify;"&gt;&lt;noscript&gt;&amp;lt;a href='http://www.jornaldamidia.com.br/adserver/adclick.php?n=af049af6' target='_blank'&amp;gt;&amp;lt;img src='http://www.jornaldamidia.com.br/adserver/adview.php?what=zone:3&amp;amp;amp;n=af049af6' border='0' alt=''&amp;gt;&amp;lt;/a&amp;gt;&lt;/noscript&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Brasília - O deputado federal  Romário (PSB/RJ) promove na próxima segunda-feira, dia 21 de março, ato  para comemorar o Dia Internacional da Síndrome de Down. No evento,  especialistas das áreas médica e genética vão falar sobre como melhorar a  qualidade de vida, o desenvolvimento intelectual  e a  profissionalização de pessoas com a síndrome. O ato será realizado na  Câmara dos Deputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pai de uma menina down, Ivy Bittencourt,  que participará do evento, Romário alerta que o Brasil precisa avançar  nas políticas de atendimento aos deficientes intelectuais. "Estamos  dando visibilidade ao tema, como forma de apoiar famílias e disseminar o  conhecimento e boas iniciativas." Romário assinala que o poder público  deve reproduzir modelos de excelência no atendimento aos deficientes,  que hoje só são encontrados na iniciativa privada. Ele garante que, com  assistência adequada, as famílias e os deficientes terão mais qualidade  de vida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt" style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" class="MateriaT"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="titulo" colspan="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td align="right" class="data" colspan="2"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-7766158328454817076?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/7766158328454817076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/03/romario-promove-ato-no-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7766158328454817076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7766158328454817076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/03/romario-promove-ato-no-dia.html' title='Romário promove ato no Dia Internacional da Síndrome de Down'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-GiZE5GNpLGs/TYKfpmWd_6I/AAAAAAAAAVI/D975HvorBrI/s72-c/20080924120000_22531_large_a-emocao-de-romario-no-aniversario-da-filha-ivy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-8544860137672362962</id><published>2011-03-12T14:40:00.000-08:00</published><updated>2011-03-12T14:44:30.412-08:00</updated><title type='text'>Dia Internacional da Síndrome de Down 2011</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-igeAzblhQtg/TXv2DWgva-I/AAAAAAAAAVE/Tp9vj35t2uo/s1600/foto+existir+6.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="https://lh4.googleusercontent.com/-igeAzblhQtg/TXv2DWgva-I/AAAAAAAAAVE/Tp9vj35t2uo/s400/foto+existir+6.bmp" width="225" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-8544860137672362962?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.youtube.com/CanalFBASD' title='Dia Internacional da Síndrome de Down 2011'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/8544860137672362962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/03/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/8544860137672362962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/8544860137672362962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/03/blog-post.html' title='Dia Internacional da Síndrome de Down 2011'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-igeAzblhQtg/TXv2DWgva-I/AAAAAAAAAVE/Tp9vj35t2uo/s72-c/foto+existir+6.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-7197516437250335493</id><published>2011-03-03T03:23:00.000-08:00</published><updated>2011-03-03T03:23:40.085-08:00</updated><title type='text'>Da possibilidade de interdição parcial do portador de Síndrome de Down</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="f"&gt;&lt;cite&gt;&lt;span style="color: #0e774a;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Alexandre, meu primo querido, atleta profissional e portador de síndrome de down, à época com 26 (vinte e seis) anos completos, precisava viajar para a Europa (Portugal) para participar de um Campeonato Mundial de natação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/cite&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Por ser maior incapaz, sua mãe, Terezinha, procurou-me para saber se haveria necessidade de decretação de sua interdição para que Alexandre pudesse sair do país. Confidenciou-me que havia procrastinado ao máximo esse requerimento, pois temia que Alexandre perdesse o direito de votar, papel para ele considerado de suma importância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Preocupada em tornar o processo o menos doloroso possível para a família e sabedora das qualidades e virtudes de Alexandre, decidi pesquisar sobre o assunto, pois, embora advogada e professora, não atuo na área de Direito de Família.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Qual não foi a minha surpresa e alegria ao descobrir Eugênia Augusta Gonzaga Fávero, procuradora da República e mãe de uma criança também especial, autora do livro “Direito das Pessoas com Deficiência”. Em sua obra a autora destaca a importância da interdição que, “se aplicada corretamente, não implicará em restrição, mas em garantia de direitos”. (in Direito das Pessoas com Deficiência: Garantia de Igualdade na Diversidade, Rio de Janeiro: WVA Editora, 2007, p. 239).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;2 DA POSSIBILIDADE DE INTERDIÇÃO PARCIAL DAS PESSOAS PORTADORAS DA SÍNDROME DE DOWN&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Este artigo, portanto, tem a finalidade de alertar os pais, amigos, familiares, membros do Ministério Público, juizes e advogados militantes da possibilidade de interdição parcial de um maior portador da síndrome de down.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;No Brasil, esta prática infelizmente não tem sido comum, pois muitos advogados sequer sabem dessa possibilidade e, quando ingressam com ações dessa natureza, apenas requerem a decretação da interdição, sem o cuidado de especificar se total ou parcial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O Código Civil Brasileiro vigente dispõe, em seu artigo 4º, inciso III, que são relativamente incapazes “os excepcionais, sem desenvolvimento mental completo”. O artigo 1.767, incisos IV, em perfeita sintonia com citado dispositivo legal, estabelece estarem sujeitos a curatela “os excepcionais sem completo desenvolvimento mental”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Já o artigo 1.767, em seu inciso I, dispõe que estão sujeitos à curatela “aqueles que, por enfermidade ou deficiência mental, não tiverem o necessário discernimento para os atos da vida civil”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;No entanto, como bem observado por Eugênia Augusta Gonzaga Fávero “entendemos que o inciso I trata das situações relacionadas à doença mental ou de deficiência mental muito grave, que levem a total falta de discernimento para a prática de atos da vida civil, conforme definido no art. 3º, do Código Civil, que se refere à incapacidade total e, conseqüentemente, leva ao decreto de interdição total.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Em relação ao inciso IV do artigo 1.767 do CC/2002, leciona a citada autora que:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“O inciso IV, por sua vez, fala em „excepcionais‟, termo que já caiu totalmente em desuso, mas acertou ao mencionar, sem completo desenvolvimento mental‟, ou seja, porque é exatamente o que diferencia a deficiência mental da doença mental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;[...] Apesar da dificuldade do legislador em lidar com os termos adequados em relação à deficiência, concluímos que as inovações trazidas são muito positivas, porque, diferentemente do Código anterior, fica absolutamente clara a possibilidade de se pleitear apenas a interdição PARCIAL das pessoas com deficiência mental. Aliás, o Código é expresso, no seu art. 1.772, no sentido de que, pronunciada a interdição das pessoas a que se referem os incisos III e IV do art. 1.767, o juiz assinará, segundo o estado ou o desenvolvimento mental do interdito, os limites da curatela que poderão até resumir-se às restrições constantes do art. 1.782”. (Op. cit. p. 241 e 242 respectivamente)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O art. 1.772 do citado diploma legal dispõe que, ao pronunciar sobre a interdição das pessoas mencionadas nos incisos III e IV do art. 1.767, “[...] o juiz assinará, segundo o estado ou o desenvolvimento mental do interdito, os limites da curatela, que poderão circunscrever-se às restrições constantes do art. 1.782”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Alexandre é um atleta de alto nível, possui, atualmente, quase 200 (duzentas) medalhas e é, ainda, bolsista nacional do programa do Ministério do Esporte (Lei 10.891/2004) desde 2005 em virtude de suas conquistas nos campeonatos brasileiros patrocinados pela Associação Brasileira de Desportos de Deficientes Mentais (ABDEM).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Seu último feito foi a conquista de pódio no Campeonato das Américas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;É, ainda, músico, toca guitarra e participa do coral da igreja que freqüenta, tendo, inclusive, gravado um CD sob orientação do maestro da paróquia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Possui título de eleitor e faz absoluta questão de votar desde que completou 16 (dezesseis) anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Além disso, Alexandre já ministrou duas palestras para os alunos de graduação do Instituto UNA de Tecnologia – UNATEC, oportunidade em que narrou a sua trajetória na natação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;3 RELATIVAMENTE OU TOTAMENTE INCAPAZ?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Portanto, face às inúmeras atividades e conquistas de Alexandre, constatei o que para mim, conhecendo-o há quase três décadas, já era o óbvio: sua condição lhe permitiria que fosse enquadrado nos artigo 4º, inciso III e 1.767, inciso IV, do CC/2002; o que significa dizer que seu quadro é de incapacidade relativa e, portanto, sua interdição poderia ser apenas parcial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Nesse sentido, observa Eugênia Fávero que:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;“Caso a pessoa a ser interditada necessite de uma proteção maior, mas que não chegue a tolhê-la totalmente, pois tem discernimento, ainda que limitado, deve ser solicitada a interdição parcial que a equipara ao menor de 16 (dezesseis) a 18 (dezoito) anos. Nesta hipótese, assim como qualquer adolescente, ela não poderá casar sem autorização dos pais, abrir conta em banco sozinha, mas desde que assistida em todos os atos, poderá levar uma vida praticamente normal, trabalhando, estudando, votando, etc”. (Op. cit., p. 249).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Em entrevista concedida à BBC Brasil, a citada autora destaca que os portadores da Síndrome de Down devem ser parcialmente interditados, mas não totalmente, como de praxe:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;BBC Brasil: Uma pessoa que nasceu com síndrome de Down tem seus direitos automaticamente interditados?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Fávero: Não é automático. São os pais ou a pessoa que detém a guarda da pessoa, que entram com o processo de interdição quando o portador tem 21 anos. Eles precisam passar uma procuração alegando que a pessoa é “incapaz”. Geralmente, os juízes dá a interdição total facilmente, basta dizer que a pessoa tem síndrome de Down. Nós estamos lutando para que as entidades orientem os pais a pedir a interdição parcial. Assim a pessoa com Down ficaria com os direitos de um jovem de 16 anos, que pode votar, assinar contratos de trabalho, adquirir bens e até vender, desde que com a assistência dos pais. Os pais são apenas coadjuvantes da vontade do filho que seria considerado relativamente incapaz. Mas o Judiciário é resistente à interdição parcial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;É mais fácil hoje um juiz brasileiro conceder a interdição total dos direitos de uma pessoa com síndrome de Down do que a parcial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A gente tem só, que eu saiba, dois casos de interdição parcial no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Isto acontece porque os pais não sabem que existe interdição parcial e porque os advogados não se preocupam em se informar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;4 CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Sendo assim, propus a ação de interdição parcial de Alexandre e obtivemos o êxito esperado! Atribuo, contudo, esse mérito a esse jovem lutador e campeão, Alexandre, que demonstrou, para o perito médico que o examinou, que não estavam diante de um simples ser humano portador da síndrome de down, mas de uma pessoa especial e diferenciada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O objetivo, portanto, desse artigo é alertar e orientar a população, principalmente os parentes, advogados, juízes e membros do Ministério Público, sobre a possibilidade de interdição parcial das pessoas portadoras da síndrome de down e da importância da perícia médica para atestar se a incapacidade, no caso, é total ou parcial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;5 REFERÊNCIAS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;FÁVERO, Eugênia Augusta Gonzaga. Direito das Pessoas com Deficiência: Garantia de Igualdade na Diversidade. Rio de Janeiro: WVA Editora, 2007.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-7197516437250335493?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.direitonet.com.br/artigos/exibir/5863/Da-possibilidade-de-interdicao-parcial-do-portador-de-sindrome-de-down' title='Da possibilidade de interdição parcial do portador de Síndrome de Down'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/7197516437250335493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/03/da-possibilidade-de-interdicao-parcial.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7197516437250335493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7197516437250335493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/03/da-possibilidade-de-interdicao-parcial.html' title='Da possibilidade de interdição parcial do portador de Síndrome de Down'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-4839759635181222566</id><published>2011-02-23T16:48:00.000-08:00</published><updated>2011-02-23T16:48:29.452-08:00</updated><title type='text'>21 de março 2011 - Dia Internacional da Síndrome de Down</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A Comissão de Educação da Assembleia do Ceará aprovou, na tarde desta terça-feira (22/02),&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;requerimento de autoria da deputada Rachel Marques (PT) e do deputado federal Artur Bruno (PT). O requerimento n° 03/2011 pede a realização de audiência Pública para tratar da situação de crianças cearenses com Síndrome de Down, por ocasião do Dia Internacional da Síndrome de Down, que é comemorado no dia 21 de março.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;No Brasil, trezentas mil pessoas tem Síndrome de Down. Por ano, são oito mil bebês nascendo para um mundo de desafios extras, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Desafio extra, pois como se não bastassem as duras batalhas de um mundo competitivo, das limitações impostas pelo Down e do preconceito, as pessoas com síndrome terão de lutar contra as estatísticas. Dados de 2007 da Relação Anual de Informações Sociais mostram que as pessoas com deficiência intelectual ocupam apenas 2,4% dos postos de trabalho destinados a pessoas com necessidades especiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-4839759635181222566?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/4839759635181222566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/21-de-marco-2011-dia-internacional-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/4839759635181222566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/4839759635181222566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/21-de-marco-2011-dia-internacional-da.html' title='21 de março 2011 - Dia Internacional da Síndrome de Down'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-6425969166227784836</id><published>2011-02-23T16:36:00.000-08:00</published><updated>2011-02-23T16:36:07.811-08:00</updated><title type='text'>Ajude o Senado a fazer leis melhores. Participe.</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.senado.gov.br/noticias/opiniaopublica/senado_inclusivo.asp"&gt;O formulário disponível neste link destina-se a elaborar leis que beneficiarão as pessoas com deficiência.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;&lt;a href="http://www.senado.gov.br/noticias/opiniaopublica/senado_inclusivo.asp"&gt;www.senado.gov.br/noticias/opiniaopublica/senado_inclusivo.asp&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-6425969166227784836?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.senado.gov.br/noticias/opiniaopublica/senado_inclusivo.asp' title='Ajude o Senado a fazer leis melhores. Participe.'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/6425969166227784836/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/ajude-o-senado-fazer-leis-melhores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/6425969166227784836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/6425969166227784836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/ajude-o-senado-fazer-leis-melhores.html' title='Ajude o Senado a fazer leis melhores. Participe.'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-9021527687621127253</id><published>2011-02-20T17:48:00.000-08:00</published><updated>2011-02-20T17:48:01.451-08:00</updated><title type='text'>Marginal ataca criança com Síndrome de Down</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Se a Justiça não tomar medidas mais severas que a Lei permite, os casos  de estupros, em breve serão apenas noticias. Este ano, são incontáveis  os casos. Desta vez o caso aconteceu na Rua Tenente Portela / Serraria  Benck, bairro Jardim Primavera, em Pimenta Bueno. O infrator é R.M. De  acordo com a Polícia, a vítima possui Síndrome de Down e foi arrastada   para o matagal para prática Sexual. Através de denúncia anônima a  guarnição chegou ao local e a criança estava tão assustada que não  conseguia falar mas fazia gestos informando que o agente estava tentando  violentá-lo sexualmente. Ambos foram encaminhados ao HPS Ana Neta, em  Pimenta Bueno. A denúncia chegou a Polícia por volta das 8 horas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-9021527687621127253?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.rondoniagora.com/noticias/marginal-ataca-crianca-com-sindrome-de-down-2011-01-31.htm' title='Marginal ataca criança com Síndrome de Down'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/9021527687621127253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/marginal-ataca-crianca-com-sindrome-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/9021527687621127253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/9021527687621127253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/marginal-ataca-crianca-com-sindrome-de.html' title='Marginal ataca criança com Síndrome de Down'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-4169302491623361583</id><published>2011-02-20T17:40:00.000-08:00</published><updated>2011-02-20T17:40:32.669-08:00</updated><title type='text'>Colegas: filme narra sonhos de jovens com síndrome de Down</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Com Lima Duarte no elenco, a comédia brasileira Colegas foi premiada antes da estreia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  Quando recebeu o convite para participar do longa Colegas - O Filme, o  ator Lima Duarte dedicou-se na hora ao projeto. Ele interpreta o  jardineiro Seu Arlindo e também narra a história sobre os sonhos de três  jovens com síndrome de Down: Stalone, Aninha e Márcio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  O trio é interpretado por atores também portadores da síndrome, Ariel  Goldenberg, Rita de Cássia Niess Pokk e Breno Viola, respectivamente.  Lima Duarte conta como o personagem conduz a trama.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  - O jardineiro também trabalha como guardião do instituto onde os  meninos estão; ele cuida dos garotos e fica muito amigo deles. Arlindo  diz, inclusive, que o carro também pertence a eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  Espertos, os três se aproveitam da bondade do amigo e furtam o carro do  jardineiro. Inspirados pelo filme Thelma &amp;amp; Louise, o trio resolve  fugir para realizar os sonhos. Stalone quer conhecer o mar, Márcio quer  voar e Aninha busca um marido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  O longa, que já recebeu Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de  Paulínia em 2008, tem direção e roteiro de Marcelo Galvão (Rinha). O  cineasta conta que foi criado com um tio que tem a síndrome de Down, e  daí surgiu a ideia do filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  - Meu tio tem uma maneira de ver o mundo que sempre me encantou. Eles  (os portadores) têm uma pureza e uma simplicidade de encarar a vida que  nos ensina muito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  Galvão acrescenta que o filme não trata de inclusão, mas colocar os  atores principais no elenco já foi uma forma de apresentá-los de forma  natural ao público.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  - A ideia sempre foi deixá-los tão inclusos de forma que as pessoas os  vejam como atores e não como jovens com síndrome de Down interpretando  papeis em um filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  O elenco ainda conta com a participação de Théo Werneck, Marco Luque,  Juliana Didone, Maytê Piragibe, Leonardo Miggiorin, Oswaldo Lot, entre  outros. A estreia está programada para o segundo semestre deste ano.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-4169302491623361583?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://180graus.com/cultura/colegas-filme-narra-sonhos-de-jovens-com-sindrome-de-down-402878.html' title='Colegas: filme narra sonhos de jovens com síndrome de Down'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/4169302491623361583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/colegas-filme-narra-sonhos-de-jovens.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/4169302491623361583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/4169302491623361583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/colegas-filme-narra-sonhos-de-jovens.html' title='Colegas: filme narra sonhos de jovens com síndrome de Down'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-748827286979520826</id><published>2011-02-20T17:34:00.000-08:00</published><updated>2011-02-20T17:43:59.231-08:00</updated><title type='text'>Filhos de Angelina Jolie têm Síndrome de Down, afirma revista</title><content type='html'>&lt;span class="leadArtigo"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="left" src="http://diariodigital.sapo.pt/images_content/jolie040211.jpg" /&gt; Ambas as crianças, com apenas dois anos, estão a levar muito tempo a  perceber as coisas, confundem nomes e terão menos à-vontade que os  irmãos Shiloh, Pax, Maddox e Zahara (os três últimos adoptados), diz a  publicação. &lt;br /&gt;A família ter-se-á começado a questionar sobre a possibilidade de as  crianças terem algum problema quando Brad vinha com os filhos passar  férias no Missouri, com os parentes. &lt;br /&gt;Segundo a Star, um dos empregados teria perguntado se os gémeos não  teriam alguma deficiência, o que deixou Angelina muito irritada e na  defensiva. &lt;br /&gt;Ainda não foram divulgadas declarações oficiais do casal sobre a matéria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-748827286979520826?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.tvi24.iol.pt/moda-e-social/angelina-jolie-sindrome-de-down-gemeos-viviane-knox-leon-brad-pitt/1231363-4061.html' title='Filhos de Angelina Jolie têm Síndrome de Down, afirma revista'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/748827286979520826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/os-gemeos-do-casal-de-actores-brad-pitt.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/748827286979520826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/748827286979520826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/os-gemeos-do-casal-de-actores-brad-pitt.html' title='Filhos de Angelina Jolie têm Síndrome de Down, afirma revista'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-2479821112296142216</id><published>2011-02-20T17:26:00.000-08:00</published><updated>2011-02-20T17:26:52.165-08:00</updated><title type='text'>Carta Aberta da Sociedade Civil ao Senador Lindbergh Farias</title><content type='html'>sábado, 19 de fevereiro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta aberta da sociedade civil sobre a comissão de defesa dos direitos da pessoa com deficiência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue  abaixo carta aberta da sociedade civil ao Sen Lindbergh Farias para a  adesao de assinaturas.  Nestes últimos dias acompanhamos movimentos no  Senado e na Camara em relaçao aos projetos de lei sobre PcD. No bojo  deste movimento, propos o Sen Lindbergh a criaçao de uma comissao  temporaria para aperfeicoamento da legislaçao sobre os direitos das  Pessoas com deficiência Antecedendo a formaçao desta comissao o  mencionado senador convocou a sociedade civil para uma reuniao aberta no  proximo dia 21, as 15hs, no senado. Como o tempo é muito curto, varias  lideranças nao poderao comparecer e nao poderao ser ouvidas. Por este  motivo, estamos propondo o envio da carta aberta da sociedade civil. Se  voce esta de acordo com o texto, a sua assinatura com o seu nome, e/ou o  nome da sua organização ( origem local, estadual, nacional ou   internacional ) será de grande importância para defender a Convençao  sobre os Direitos das Pessoas com deficiência e para balizar um processo  de real consulta e participaçao da sociedade civil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se concondarem, assinem e divulguem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regina Atalla&lt;br /&gt;Claudia Grabois&lt;br /&gt;Alexandre Mapurunga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta Aberta da Sociedade Civil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao Senador Lindbergh Farias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao  tempo que enviamos cordiais saudações, gostaríamos de parabenizar V.  Exa. pela iniciativa de consultar e contar com a participação da  sociedade civil neste processo de aperfeiçoamento da legislação sobre os  Direitos das Pessoas com Deficiência, atitude que demonstra respeito  para com os protagonistas desta luta, cuja historia e militância nos  credenciam e nos qualificam como legítimos interlocutores e  especialistas neste complexo tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na impossibilidade de estamos  presentes na Reunião Preparatória que irá discutir, dentre outros temas,  o Aperfeiçoamento da Legislação sobre Direitos das Pessoas com  Deficiência, conforme Requerimento de sua autoria para constituição da  Comissão Temporária Interna sobre o referido assunto, no dia 21 de  fevereiro, nós, ativistas e representantes de organizações da sociedade  civil, abaixo assinados, gostaríamos de registrar o seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 –  Qualquer aperfeiçoamento da legislação sobre os Direitos das PcD deve  estar em consonância com a Convenção sobre os Direitos da Pessoas com  Deficiência, ratificada pelo Brasil como emenda constitucional, cujo  texto foi construído com intensa participação da sociedade civil dos  países membros da ONU, inclusive do Brasil, que adotou o seguinte lema:  Nada sobre as Pessoas com Deficiência, sem as pessoas com Deficiência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2  – Esta Convenção internacional, que é o primeiro tratado de Direitos  Humanos do Século XXI, especialmente dirigido aos 650 milhões de pessoas  com deficiência, em todo o mundo, já ratificado por 97 países,  incorpora avanços e mudanças profundas na abordagem e no tratamento dos  direitos desta parcela da população no campo civil, social, político,  cultural, econômico que não podem mais ser desconsideradas em qualquer  iniciativa legislativa sobre a área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – É preciso que todos os  parlamentares saibam que 70% das pessoas com deficiência em nosso país  vivem em situação de pobreza ou de extrema pobreza; mais de 50% das  crianças e jovens com deficiência estão fora da escola; os índices de  desemprego são alarmantes, que o direito de ir e vir ainda não é uma  realidade para a maioria deste grupo. Estes indicadores resultam de um  processo histórico de marginalidade social e preconceito, que exige  respostas firmes e urgentes de nossos representantes e tomadores de  decisão para mudar esta realidade e restaurar a cidadania e a dignidade  de 27 milhões de brasileiros e brasileiras com deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 –  Que é fundamental iniciar um trabalho educativo, através de seminários,  com os parlamentares, para que conheçam e dominem todos os dispositivos  deste tratado, tendo em vista a melhor compreensão de princípios chaves  que devem orientar toda proposta legislativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – É necessário  desenvolver um processo de discussão com a intensa participação da  sociedade civil organizada, com seriedade, tempo e profundidade para a  proposição da regulamentação de vários dispositivos deste tratado  internacional que, por sua generalidade, exigem detalhamento para  conferir maior efetividade a sua aplicabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 – Considerando  o exíguo tempo de convocação desta reunião, fato que limita a  participação de lideranças do movimento, uma vez que a mobilidade das  pessoas com deficiência é mais restrita e que a maioria das organizações  não contam com recursos econômicos para o financiamento de viagens  aéreas, solicitamos que a próxima reunião seja convocada com pelo menos 1  mês de antecedência para que tenhamos condição de mobilizar os recursos  para tal participação e para que o objetivo de contar com ampla e  diversa representatividade neste processo que ora se inicia possa ser  cumprido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinaturas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.      Regina Atalla – Presidente  da Rede Latino-Americana de ONGs de Pessoas com Deficiência e suas  Famílias – RIADIS – Diretora do CVI Brasil, Diretora do CVI Bahia, Ex  conselheira do CONADE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.      Claudia Grabois – Advogada – Ex  pres da FBASD e ex conselheira do CONADE, ativista do movimento de  defesa dos direitos humanos/pessoas com deficiência – Rede Inclusiva e  Meta Social – RJ, ex diretora do IHA-SME/RJ,moderadora e mobilizadora em  redes sociais na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.      Alexandre Mapurunga – Diretor  Jurídico  da Associação Brasileira por Direitos das Pessoas com Autismo  – ABRAÇA. Membro MPcD Ceará e da Casa da Esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.       Adelino Ozores – Bacharel em Direito; Repórter TELELIBRAS da ONG Vez da  Voz; Membro da Comissão Organizadora da Rede Atitude. São Paulo – SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.      . Águeda Maria G. Coelho – Servidora Pública, Fortaleza/Ceará&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.      Alessandro Camara de Souza, cientista social, mestre em ciências  políticas e assessor da Secretaria Municipal de Acessibilidade e  Cidadania de Niterói. RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.      Alex Garcia – Pessoa Surdocega.  Presidente da Agapasm. Especialista em Educação Especial. Líder  Internacional para o Emprego de Pessoas com Deficiência (I-LEAD)  Mobility International USA. Membro da World Federation of Deafblind.  Escritor e Colunista da Revista REAÇÃO e do Portal Planeta Educação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.      Ana Cris Ferreira – Centro de Vida Independente de Niterói – CVI Niterói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.      Ana Christina de Albuquerque Ferret – Pedagoga -na luta por uma Educação Inclusiva ha 21 anos na EM Vitor Meireles – RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.    Anahi Guedes de Mello, cientista social, pesquisadora do Núcleo de  Estudos sobre Deficiência – NED/UFSC, RG: 3.306.400. SC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11.   Anastázia Ladeira – Professora e ativista do movimento de defesa dos direitos das pessoas com deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.   Angela Goes -  Profa. Aposentada, Bacharelanda em Direito, Especialista em Direito Público – Itabuna – BA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13.    Antonio Santos Pereira  – Militante do Movimento de Pessoas com  deficiência – Artista -  Integrando do Grupo Perspectivas em  Movimento.-BA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14.   Antonio R. Navarro – Professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15.  Argemiro de Paula Garcia Filho – coordenador da Associação de Familiares e Amigos da Gente Autista – AFAGA – BA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16.    Arnaldo Fernandes – Graduado em Direito, Assessor Parlamentar em  Fortaleza e membro do Movimento de Pessoas com Deficiência. CE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.    Bárbara Parente – Bacharel em direito, pós-graduanda em Segurança  Pública e Direitos Humanos,  ativista do movimento de defesa das pessoas  com deficiência – Blog Conversando sobre Inclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18.   Benvinda Maria de Sá, R.G.  8.412.736,  MOVIMENTO DOS SEM CALÇADAS, FORTALEZA-CE, voluntária do LIVRO FALADO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19.   Breno Viola – Rede Inclusiva – RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20.   .  Claudia Aguiar – ativista do movimento de defesa dos direitos das pessoas com deficiência-Petrópolis RJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21.    Claudio Vereza – Deputado Estadual/PT/ES – Presidente da Frente  Parlamentar Estadual em Defesa da Assistência; Vice-presidente das  Comissões de Constituição e Justiça e de Cultura e Comunicação Social   da Ass. Legislativa-ES – Membro do Conselho Deliberativo da  Apae/Vitória/ES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22.   Deborah Maria Prates Barbosa – Advogada cega usuária de Cão-Guia – RJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23.   FABIO FERNANDES DA SILVA = JORNALISTA- REPORTER DA PREFEITURA DO RJ (PARALISIA CEREBRAL)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24.   Francisco Nuncio Cerignoni – RG 4800221 – Federação das Fraternidades de Pessoas com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deficiência do Brasil – FCD Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25.   Carmelita Lopes -  HUMANITAS – Direitos Humanos e Cidadania&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26.   Celia Neder Kalil Mangabeira, médica, Coordenadora do Programa de Educação&lt;br /&gt;da Universidade Estadual de Santa Cruz Aprendendo Down. Presidente do Núcleo Aprendendo Down, associação filiada a FBASD.- BA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27.   Cleide Ramos Reis – Promotora de Justiça – MP – BA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28.  Deline Cutrim de Lima- Coletivo de Mulheres com deficiência do Maranhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29.   Domingos  Sávio Tavares  Timbó – Existir/Associação Inclusiva de fortaleza – CE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30.   Elza Ambrósio – Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência – SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31.   Eurenice Farias Martins – Existir/Associação Inclusiva de Fortaleza – CE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32.  Flavio Rossini – presidente do COMDEF Mesquita – RJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33.    Geraldo Nogueira – Presidente da COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA DA OAB-RJ – CDPD/OAB-RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34.   Hélio de Araújo – Professor e ativista do movimento de defesa dos direitos das pessoas com deficiência – PE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35.    Hélio Morais Pereira -  Administrador de Empresas -  Goiânia -  Goiás  – Deficiente visual e  colaborador voluntário em entidades locais que  apoiam os deficientes visuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36.   Heloisa Helena Ferrari  Chagas – Ex Diretora do CVI-Brasil, professora universitária, gestora  pública – Movimento Independente das Pessoas com Deficiência do Paraná –  PR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37.   Isabel de Loyola e Silva – Servidora Publica Federal – (deficiência auditiva).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38.  Isaura Maria Rodrigues – Abeadetins/almas -TO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39.  Jaime Grabois – estudante de direito, irmão de adolescente com síndrome de down e ativista de Direitos Humanos. – RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40.  Janine Andreiv Rodrigues, Técnica Judiciária Federal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;41.  Jefferson Mateus Silveira Bueno – Piracaia – SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;42.   Jorge Marcio Pereira – DEFNET&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43.   Katia Ferraz Ferreira – Educadora Ambiental – Presidente do Centro de Vida Independente de Belo Horizonte – CVI-BH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;44.   Katia Fonseca – Presidente do Conselho Nacional dos Centros de Vida Independente – CVI Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;45.   Kellerson Viana, Presidente do Conselho Municipal das Pessoas Portadoras de Deficiência de Belo Horizonte – MG&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;46.   Lilia Pinto Martins – Presidente do Centro de Vida Independente do Rio de Janeiro – CVI-Rio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;47.  Liliane Garcez, Fórum Permanente de Educação Inclusiva – SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;48.   Liorcino Léo Mendes Pereira Filho – Bacharel em Direito, Jornalista e  Coordenador Nacional da Articulação Brasileira de Gays – ArtGay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;49.   Lisabeth Aleoni Arruda, ativista do movimento de defesa dos direitos das pessoas com deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;50.   Luciana L,Pomponio  Pedagoga  – ex Presidente do Conselho Municipal de  Atenção à Pessoa Portadora de Deficiência – 2006-2007 de Vinhedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;51.  Luiz Henrique de Paula Conceição, Fórum Permanente de Educação Inclusiva – SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;52.  Luiz Eduardo dos Santos – Procurador de Justiça – Ceará&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;53.   Marcelo de Santa Cruz Oliveira, advogado e vereador da cidade de  Olinda pelo Partido dos Trabalhadores – PT, Identidade 667.365 SSP/PE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54.   Márcia Yáskara Guelpa – Presidente da CERCI – Centro de Estudos e  Resgate da Cultura Cigana e representante da etnia cigana na Comissão  Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;55.  Marcio Castro de Aguiar – Vice-Presidente Adjunto para América Latina da&lt;br /&gt;Rehabilitation International.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56.  Maria de Lourdes Marques Lima- presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down-FBASD . DF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;57.   Maria Lúcia F. Gonçalves – Membro Fundador do Movimento Orgulho  Autista do Brasil, Conselheira de Saúde do DF e Membro da ABRAÇA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;58.   Mariene Martins Maciel – secretária da Associação de Familiares e  Amigos da Gente Autista AFAGA – Conselheira do Conselho Estadual dos  Direitos da Pessoa com Deficiência da Bahia. BA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;59.  Marilza Vieira de Matos- Cega, filósofa e aposentada. BA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;60.   Marta Gil -  Coordenadora Executiva do  Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas – SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;61.    Maurício Coppini – Servidor Público – Filho de paciente com Esclerose  lateral Amiotrófica – Voluntário do Grupo de Trabalho da ABRELA-  Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;62.   Melissa Bahia – Supervisora das Políticas de Empregabilidade para Pessoas com&lt;br /&gt;Deficiência  da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte do Estado da Bahia –  SETRE – Conselheira titular do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa  com Deficiência – COEDE-Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;63.   Messias Tavares – militante do movimento pelos direitos da pessoa com deficiência (FCD-ONEDEF-CONED-CONADE-IIDI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;64.   Naira Rodrigues Gaspar – SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;65.    Narli Blanco Resende Pinto de Souza – Conselheira do Conselho  Municipal de Saúde de Curitiba, Membro da comissão municipal de saúde da  Pessoa com Deficiência de Curitiba, membro do FoPEI . PR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;66.    Naziberto Lopes de Oliveira – Psicólogo – Coordenador do MOLLA –  Movimento pelo Livro e Leitura Acessíveis no Brasil. – SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;67.    Neivaldo Augusto Zovico – Professor, Coordenador Nacional de  Acessibilidade para Surdos da Federação Nacional de Educação e  Integração de Surdos – FENEIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;68.   Ninfa Cunha de Santana –  Artista e Integrando do Grupo Perspectivas em Movimento  Artístico e  Cultural de Inclusão da Pessoa com Deficiência – Bahia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;69.    Patricia Almeida, Presidente de honra do DF Down, Meta Social e  Inclusive, moderadora dos grupos RJ Down e Síndrome de Down.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;70.   Paulo Romeu – criador do Blog da Audiodescrição. SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;71.   Regina Cohen, Núcleo Pró Acesso e Rede Inclusiva – RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;72.   Roberto Luiz Warken – Sociólogo, Especialista em Educação Sexual, Mestre em Educação e Cultura – Florianópolis – SC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;73.    Ronaldo André Bácry Brasil, Presidente do Conselho Municipal dos  Direitos da Pessoa com Deficiência de Manaus-CMDPD-MANAUS, Presidente do  Centro de Vida Independente do Amazonas-CVI-AM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;74.   Selene  Penaforte – Doutora em Educação – Conselheira do Conselho Estadual de  Educação do Ceará – Prof. universitária  do curso de Especialização em  Atendimento Educacional Especializado – UFC – RG: 2006009254250&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;75.    Silas Lima – Servidor público, pessoa com deficiência física,  voluntário (ativista digital) de entidade de defesa dos direitos dos  deficientes visuais – Ismac-MS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;76.   Suely Viola – Rede Inclusiva – RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;77.    Thereza Neumann Santos Freitas, Eng Eletricista – Presidente do  Sindicato dos Engenheiros do Ceará – Senge – CE – Diretora da Federação  Nacional dos Engenheiros e conselheira do Fundo Nacional de Habitação de  Interesse Social e Conselheira do CREA – CE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;78.   Tuca Munhoz –  Pastoral das Pessoas com Deficiência da Arquidiocese de São Paulo e o  Instituto MID para a Participação Social das Pessoas com Deficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;79.    Waldir Macieira da Costa Filho, Promotor de Justiça dos Direitos da  Pessoa com Deficiência no Pará, Vice-Presidente da AMPID, ex-conselheiro  do CONADE. PA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;80.   Wladmir gabriel Ronsini – Presidente da ADEFIP – ASSOCIAÇÃO DOS DEFICIENTES FÍSICOS DE POÇOS DE CALDAS-MG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81.   Xyco Theophilo, perambulante sobre rodas, Fortaleza – CE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;82.   Zenira Rebouças Ferreira – FCD/BA -  (Fraternidade Crista de Pessoas com Deficiência)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-2479821112296142216?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/2479821112296142216/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/carta-aberta-da-sociedade-civil-ao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/2479821112296142216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/2479821112296142216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/02/carta-aberta-da-sociedade-civil-ao.html' title='Carta Aberta da Sociedade Civil ao Senador Lindbergh Farias'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-8784937045240056071</id><published>2011-01-25T04:05:00.000-08:00</published><updated>2011-01-25T04:05:37.313-08:00</updated><title type='text'>Processo de Inserção de Síndrome de Down na Escola Inclusiva</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O processo de inclusão de uma criança com Síndrome de Down na escola regular, haja visto que o procedimento de inclusão, exatamente por diferenciar da arcaica prática da integração, desafia os sistemas sociais comuns a realizar mudanças fundamentais em seus procedimentos e estruturas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A inclusão social é, portanto um processo que contribui para a construção de um novo tipo de sociedade através transformações, pequenos e grandes, seja nos ambientes físicos, na mentalidade das pessoas e do próprio Portador de Necessidades Educativas Especiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O estilo de vida independente compreende movimento, filosofia, programas, processos fundamentais para que a inclusão, ocorra com as pessoas Portadoras de Deficiência terão maior participação de qualidade na sociedade, tanto na condição de beneficiários dos bens e serviços que ela dispõe, como também na de contribuintes ativos no desenvolvimento social, econômico, cultural e política da nação. Através da pesquisa bibliográfica permitiu traçar um quadro visível das questões que norteiam o processo de Inserção do Portador de Síndrome de Down na escola, inclusive nos induzindo a conhecer de forma minuciosa o caminho percorrido pelo Portador de Síndrome de Down como também todos os membros que fazem parte da incansável luta rumo a sucessos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Deve-se haver inclusão na educação, no lazer, na sociedade, no coração. Quando isso se realizar, podemos falar de vida inclusiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O acesso à escola contribui consideravelmente para o processo de desenvolvimento humano, visto que é por meio dela que o PNEE é integrado socialmente a partir da apreensão das normas e regras que são definidas pelo grupo sócio-cultural. Assim, a proposta colocada através da Declaração de Salamanca de 1994, garante a inclusão na escola regular ao PNEE portador de necessidades educativas especiais – Síndrome de Down, de modo que esses indivíduos, apesar das diferenças físicas que são manifestadas, terão seu direito é garantido. Estudar o contexto de inserção na escola regular ao aluno portador de Síndrome de Down é relevante, pois ele traz marcado no seu corpo o resultado de fatores biológicos que certamente é alvo de olhares diferenciados na sala de aula, e no momento de luta em relação a inclusão como medida favorável ao exercício da tolerância em relação a estas pessoas diferentes, o tema em questão passa a ser objeto de amplas repercussões no âmbito educacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Deve-se compreender que a temática proposta para o estudo oferece amplas oportunidades de desenvolver reflexões no sentido de entender o quadro diferenciado que os portadores da Síndrome de Down enfrentam na escola regular, onde obstáculos estão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;presentes desde os olhares discriminatórios de alunos, pais e demais atores que circundam no ambiente da escola, até a qualificação do professor que certamente influenciará no processo de aquisição do saber dos sujeitos portadores de Síndrome de Down. Quando é analisado o quadro social revelado pela sociedade capitalista, pensa-se&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;que as diversas maneiras favoráveis a exclusão estão presentes nas relações que se processam entre os seres, de modo que a escola idealizada no mundo capitalista almeja formar a mão-deobra para o processo produtivo e conseqüentemente reproduzir as relações de dominação e submissão, não foi idealizada para atender a todos; muito menos estes marcados pelas suas diferenças e especificidades, de modo que as relações de exclusão se fazem presente no momento em que a sociedade assume e legitima o preconceito, a discriminação e a violência simbólica nos diversos indivíduos que buscam através da escola sua inserção nas oportunidades aos bens culturais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Pensar nas diversas maneiras de exclusão, especialmente quando se revela através&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;das deficiências que os sujeitos apresentam, levou-nos a investigar o processo de acesso à escola ao portador de necessidades educativas especiais - Síndrome de Down, visto que alguns fatores de ordem estrutural devem impedir um atendimento de qualidade oferecido a eles através da escola, tais como: a ausência de profissionais qualificados para atendê-los, o preconceito, a discriminação, o desconhecimento de pais e professores das anomalias apresentadas por esses indivíduos, revelam em grande parte as barreiras que se sucedem na construção de uma sociedade inclusiva. Apesar de constar na Lei constitucional o acesso à escola aos portadores de necessidades educativas especiais ser garantida. Contudo, o usufruto desses direitos ainda é marcado pela resistência que se instalou na escola e a ausência de recursos que favoreçam a obtenção de fato de um ensino de qualidade. Assim, a proposta inclusiva demarca a possibilidade de elaboração dos direitos ao portador de necessidades educativas especiais de exercer plenamente sua cidadania.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Ao considerar a escola como instituição favorável a transformação social a partir da inclusão , oportunidades educativas surgiram, é necessário promover amplas discussões&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;visando oferecer oportunidades de mudanças na escola, de modo que ela atenda de fato as necessidades de acesso ao mundo do saber pelos portadores de necessidades educativas especiais em particular o Portador da Síndrome de Down. O mundo recortado pela presença de atitudes discriminatórias e preconceituosas aparecem na sonegação dos direitos educacionais e nesse contexto favorável a inibição de atitudes excludentes a LDB 9394/96 garante a inclusão do Portador de Necessidades Educativas Especiais na escola regular, contudo é necessário olhar a realidade encontrada na escola pública brasileira em que os níveis de qualidade do ensino, são afetados pela ausência de conhecimentos acadêmicos pelos profissionais que atuam na escola, a falta de recursos materiais e humanos se revelam favoráveis a presença da evasão e repetência, sem levar em consideração que o portador de necessidades educativas especiais não dispõe de uma estrutura satisfatória ao atendimento de suas necessidades, resultando uma obtenção de nível de ensino comprometido qualitativamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Diante da realidade na escola pública brasileira é relevante pesquisar o tema objeto de investigação no sentido de favorecer ao educador um quadro compreensivo da problemática que envolve a participação do portador da Síndrome de Down apresenta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;distúrbios que merecem ser acompanhados de perto por especialistas na escola. Sob esta ótica deseja-se buscar respostas para alguns questionamentos que surgem, tais como: É construído o processo de acesso do Portador de Síndrome Down na escola? Que papel desempenha o diretor, os professores e pais neste acesso? Como é possível promover a integração do Portador da Síndrome de Down na Escola?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Pensa-se que estas respostas podem ser obtidas mediante a pesquisa bibliográfica que se propõe, pois os subsídios que foram consultados podem oferecer amplas informações que se fazem necessárias ao processo de inclusão do portador de Síndrome de Down na escola. Assim, a pesquisa proposta objetiva discutir a inclusão do portador de Síndrome de Down na escola, visto que é necessário entender este processo visa oportunizar e divulgar informações pertinentes a esta temática. Também busca-se descrever o processo de acesso ao Portador de Síndrome de Down na escola, uma vez que as oportunidades educacionais a ele tem sido constantemente sonegadas em virtude do descaso que se instalou socialmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A partir dos objetivos propostos busca-se conhecer como a direção da escola, os professores e pais podem desempenhar um importante papel no sentido de combater as barreiras que o preconceito e discriminação descreveram em relação a presença do Portador de Síndrome de Down na escola regular. Assim, é objetivado identificar os fatores que interferem diretamente e indiretamente no processo de inclusão do Portador de Síndrome de Down.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Deve-se levar em consideração que o estudo proposto a partir dos objetivos definidos podem ser favoráveis a construção de um novo olhar na questão da inclusão do Portador de Síndrome de Down na escola, resultando em momentos destinados ao rompimento das situações preconceituosas e discriminatórias que se revelam por décadas nas escolas em relação a presença dos portadores de necessidades educativas especiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O estudo proposto foi desenvolvido através de pesquisa bibliográfica sobre a temática em exposição oferecendo amplas oportunidades de construção de conhecimentos significativos. Optou-se por essa modalidade de pesquisa em virtude do acesso as informações disponibilizadas e escolheu-se a biblioteca da Universidade da Amazônia como suporte para a realização do estudo, devido a facilidade de acesso e o amplo acervo bibliográfico disponibilizado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O estudo vai ser realizado em três meses, sendo que a partir do mês de agosto, setembro e outubro serão destinados a elaboração de resenhas e resumos do material sugerido para pesquisa pelo orientador, em seguida estes conhecimentos serão disponibilizados através da pesquisa bibliográfica é possível estabelecer um quadro compreensivo das questões que demarcam a inclusão do Portador de Síndrome de Down na escola regular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A EDUCAÇÃO ESPECIAL: CLASSIFICAÇÃO, MODALIDADES E TIPOS DE&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;ATENDIMENTOS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A criança portadora de necessidades educativas especiais é uma criança que apresenta diferenças e é com essas diferenças que os educadores precisam trabalhar e também com estas os pais devem ajustar seu modo de ver seus filhos, conscientizando-se que eles são diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;No entanto a nova LDB (Lei de Diretrizes e Bases), Lei 9394/96, defende uma educação especial inserida no sistema regular de ensino. No artigo 58 da mesma, o conceito de educação especial segundo o qual “entende-se por educação especial para os efeitos dessa lei, a modalidade de educação escolar, oferecido preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Esta posição legal contempla uma educação integrada no sentido de excluir no meio dos ditos normais, as crianças portadoras de necessidades especiais, levando em consideração que, a criança excepcional seria melhor estimulada nos aspectos cognitivo, social e afetivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O parágrafo 2º da referida Lei “assegura que o entendimento educacional será feito em classes, escolas e serviços especializados, sempre que em função das condições específicas dos alunos não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Segundo WERNECK (1995), a Síndrome de Down “é um atraso no desenvolvimento neuropsicomotor” (p.57), ou seja, a criança portadora da síndrome sustenta a cabeça, senta, engatinha, anda e fala mais tarde do que as outras crianças ditas normais e isto se dá devido uma alteração no cromossomo 21 no início da gestação materna. É conhecido por mongolismo, devido as características da raça mongol que a criança apresenta logo ao nascer trata-se de síndrome porque existem um grupo de sinais que caracterizam a condição como: musculatura flácida, mãos grossas e curtas, nariz achatado, baixa estatura, cabelos lisos e finos, voz rouca e baixa, pés pequenos largos e grossos, dentição irregular e tardia, pele áspera que tende a escamar, apresenta no aspecto físico uma frouxidão generalizada (hipotonia). Para entender melhor esta alteração é necessário ter um conhecimento a mais sobre o cromossomo. Estes, são elementos que compõem as nossas células e são responsáveis pela transmissão de características de pais para filhos. O ser humano possui 46 cromossomos em cada célula do seu corpo. Apenas o esperma do homem e o óvulo da mulher possuem 23 cromossomos cada um. Na concepção, os cromossomos da célula do esperma do pai juntam-se com os 23 cromossomos da célula do óvulo da mãe. O óvulo fertilizado tem 46 cromossomos e se chama “ovo”, começa a se dividir e crescer para formar o bebê. Daí, você ter a altura do seu pai, o cabelo de sua mãe, etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;As crianças com Síndrome de Down tiveram algum problema na divisão das células do cromossomo 21. As pessoas ditas normais possuem em todas as células do corpo 46 cromossomos organizados em 23 pares e as portadoras de síndrome de down possuem cromossomo extra, ou seja, 47 cromossomos. Esse cromossomo a mais está situado no par 21, porém, existem casos em que as pessoas com Síndrome de Down não apresentam 47 cromossomos em suas células, mas só em algumas delas. Diz-se, então, que apresentam Síndrome de Down Mosaico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;As considerações apresentadas por WERNECK (1995), a respeito da Síndrome de&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Down são assim chamada porque há muito tempo, 1866, “um Lorde Inglês chamado J.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Langdon Down, descreveu pela 1º vez essa síndrome, que mais tarde recebeu o seu nome”(p.58). Mas, ele apenas reuniu as características que certas pessoas apresentam em comum, tais como: olhos oblíquos como os de orientais (daí o nome de mongolismo erroneamente dado à síndrome), língua projetada para fora da boca, etc. Somente em 1959, Lejaine e seus colaboradores descobriram a origem da Síndrome de Down, que está numa formação ou na divisão da célula ovo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Qualquer casal pode ter um filho com Síndrome de Down, por isso ao se planejar um filho, existem exames que previnem o nascimento de pessoas com tal problema. Esses exames são: pré-nupcial (vai saber se cada um dos pais tem alguma alteração nas células que transmitirão ao futuro bebê); pré-natal (verifica se o bebê em gestação é ou não Portador de Síndrome de Down) e aconselhamento genético(é feito depois que o casal teve um filho com Síndrome de Down e serve para evitar o risco de outros filhos virem a nascer com mesma síndrome genética).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Como vimos, por se tratar de uma alteração na formação genética do bebê, a&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Síndrome de Down não tem cura, mas uma boa educação, estimulação e dedicação fará com que o Portador de Síndrome de Down se desenvolva ao máximo seu potencial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A EDUCAÇÃO DO PORTADOR DE SÍNDROME DE DOWN&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Ao longo da história da educação no Brasil, sempre foi o centro de atenção e preocupação das necessidades da classe dominante da sociedade e durante o império, período caracterizado por uma sociedade rural e descolarizada, foi possível manter o deficiente mental no anonimato, escondendo-os da sociedade que sentia-se incomodada de sua presença. Neste contexto a própria escola se encarregava de selecionar os “normais”, usando como critérios modelos de normalidade criados por ela, não com bases em razão patológicas, genéticas e neurológicas, mas fundamentadas no comportamento diferente em relação aquele esperado pelos ditos “normais”. A deficiência estava situada historicamente e trazia a marca das expectativas sociais, do modelo de homem, baseado principalmente em atributos valorizados pelas relações sociais, surgidas em determinado modo de produção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A constituição de 1824, a primeira do Brasil, prometia “instrução primária e gratuita a todos como inerente do direito civil e político”. No entanto, a educação das crianças deficientes mentais encontrou pouca manifestação no país, porque a sociedade de então já se protegia do adulto deficiente, na mesma constituição, privando do direito político o&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;incapacitado físico ou moral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A educação do deficiente por não ser motivo de preocupação para a sociedade vigente, vamos encontrar historicamente apenas duas instituições para deficientes mentais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Uma junto ao hospital Juliano Moreira (1874), em Salvador, a outra, Escola México, no Rio de Janeiro, ambas sob a dependência administrativa do Estado prevalecendo o descaso com a educação popular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Os médicos que anteriormente eram responsáveis pelos deficientes perceberam a importância da pedagogia, à medida que criavam instituições escolares ligadas à hospitais psiquiátricos já era a percepção da importância da educação, que tinha como desafio sistematizar conhecimentos que fizeram com que as crianças deficientes mentais&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;participassem de alguma forma da vida em grupo social de então.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Os professores tinham como critério para avaliar a anormalidade, o grau de inteligência, em relação aos alunos da mesma idade, bem como, a observação da atenção do aluno, da sua memória. Essas crianças deveriam ser educadas em classes separadas, não só porque aprendiam com e nem como os normais. A educação dessas crianças seria da responsabilidade de todos, que deveriam fazer o que estivesse ao seu alcance para tentar corrigir as possíveis imperfeições com que se deparassem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A concepção de deficiência mental englobou diversas e variadas crianças com comportamentos divergentes das normas sociais estabelecidas pela sociedade e vinculadas nos padrões escolares. Dessa forma, a ação pedagógica, junto a essas crianças, reproduziu em parte as expectativas históricas, principalmente das camadas dirigentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Neste contexto, até bem pouco, a maioria dos educadores de crianças portadoras&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;de Síndrome de Down (deficiência mental) continuavam a insistir em buscar soluções para a educação de tais crianças em métodos tradicionais e ultrapassados. Entretanto, devido a preocupação dos educadores da área de Educação Especial vem surgindo metodologias modernas para atender a esta clientela bem como a construção do conhecimento pelo próprio aluno.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O arranjo do espaço físico implica nos princípios educacionais em que se apóia a referida prática. Assim sendo, como o espaço é fundamental processo de descoberta e construção, as classes da Escola Flor de Ipê foram organizadas no sentido de oferecer aos seus alunos uma área que pudesse construir, criar, espalhar materiais, trabalhar sozinhos e em pequenos e grandes grupos. Em períodos anteriores, sob outras orientações, as classes podiam ser pequenas, pois nessas aulas os alunos tinham apenas que se manter somente sentados frente às mesas, ouvindo o professor, observando gravuras, seguindo instruções. Oprofessor trazia pronto o material que seria utilizado e que, no geral, se resumia em lápis e folhas a serem pintadas. Atualmente, as salas de trabalho constituem um ambienteestimulante, aconchegante, favoráveis ao trabalho e à convivência harmoniosa entre seus ocupantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O processo educativo do Portador de Síndrome de Down deve ser diferenciado, segundo a proposta apresentada por WERNECK (1995), “as decisões para a organização da&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;sala, para as atividades a serem desenvolvidas nas salas são tomadas pelos alunos em&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;conjunto, sob a orientação do professor” ( p.161). Para melhor definir as áreas de trabalho que podem ser desenvolvidas simultaneamente numa sala, o espaço é organizado em cantos, cada qual com a sua especialidade. Esses cantos ajudam os alunos a se organizarem frente as opções de trabalho disponível na sala, facilitando-lhes a escolha das atividades, pelas quais desenvolverão o dia letivo. Os cantos se constituem em fontes de classificação e ordenação do pequeno mundo que é a classe. Através dele, o aluno constrói relações que o ajudarão a organizar o mundo em que vive lá fora e dentro de si próprio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O desenvolvimento das crianças portadoras de Síndrome de Down vai depender de suas condições psicomotoras. A maioria delas apresentam atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e, antigamente, não se acreditava na capacidade de aprender, pois os testes eram aplicados para avaliar o grau de inteligência e não as habilidades ou atividades que as crianças gostam de fazer. Com esse tipo de avaliação, os profissionais aconselhavam os pais a nada fazer ou interná-los em instituições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Só que, em 1961, se promulgou a 1a Lei de Amparo ao Excepcional: Lei Federal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;4.024 do Ministério da Educação (MEC), que fixou as Diretrizes e Bases da Educação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Nacional, começou-se a considerar a possibilidade de atendimento aos excepcionais quando possível no sistema geral de educação . Esta lei também propôs a doação de bolsas, empréstimos e subvenções a escolas particulares que oferecem ensino eficiente aos excepcionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Em 1971, a Lei Federal 5.692, no artigo 9º, permitiu que cada Conselho Estadual de Educação estabelecesse as suas próprias diretrizes para o atendimento aos excepcionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Para determinar as Diretrizes Básicas da Educação Especial em nível Nacional foi criado, em 1973, o Centro Nacional de Educação Especial (CENESP), que ganhou força durante esses anos e, em 1987, foi transformado em Secretaria de Educação Especial (SESP), com sede em Brasília. Com todo respaldo que esta lei dá para garantir o ensino da Educação Especial, existem crianças e jovens que ficam impedidos de freqüentar escolas apropriadas, sendo até então descaso social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Segundo BILACHI (2000), “há cerca de dez anos surgiram os programas e entidades como a ADAES, onde as crianças com Síndrome de Down tem condições de aprender, embora mais lentamente. A maioria delas são capazes de aprender e cuidar de si, ou seja, podem ser independentes em alimentação, vestuário e hábitos de higiene. Algumas podem aprender a ler e escrever com métodos especiais de alfabetização” (p.10). A inclusão é uma das reivindicações da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, que congrega 40 entidades no país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O processo educativo direcionado por algumas instituições, segundo WERNECK&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;(1995), “para atender as crianças que não tem condições financeira para freqüentar clínicas e escolas especializadas contam com entidades filantrópicas como as APAEs&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;(Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), ou permanecem no lar sem atendimento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;ou escolaridade” (p.167). Os atendimentos especializados têm por objetivo auxiliar a criança portadora de deficiência a desenvolver as suas habilidades ou potencial, visando a autodependência e o seu máximo funcionamento em seus sentidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Faz-se necessário enfatizar que, além dos métodos pedagógicos adequados a cada tipo de deficiência, é importante que os alunos participem de atividades de vida diária e prática, lazer, esportes e artes, que colaboram para o seu desenvolvimento global, visando a sua melhor condição de ajustamento social no lar e na comunidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Antigamente, as pessoas que possuíam algum tipo de deficiência mental, iam para instituições específicas para se tratar, sem nenhum contato com a sociedade dita “normal”. Mas, pesquisas foram feitas e descobriram que o atendimento era mais eficaz no lado médico e sanitário, não dando maior importância para o psicológico e o pedagógico, logo, não se obtinha bons resultados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O processo educativo do PNEES, segundo MONDINI (2000), “em se tratando de educar deficientes mentais, hoje, é visto com muita negatividade, pois acha-se que são&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;incapazes de atingir um bom nível de desenvolvimento” (p.18). Aí vêm perguntas: Quem de nós tem a exata noção do que um portador com Síndrome de Down é capaz de fazer? E de aprender? Como educá-los? Eles conseguem ler e escrever? O que já existe em termos de opção de escolaridade para essas crianças no Brasil?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Há um grande desafio das pessoas que estudam a Síndrome de Down, pois precisam mostrar a importância de uma conscientização tanto de profissionais de saúde e educação, como da sociedade, pois não adianta ensiná-los, estimulá-los e, no futuro, estagnarem por falta de oportunidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Como não se tem uma solução eficaz as incapacidades e limitações dos portadores, os estudiosos tem buscado outro ramo de atuação para que estas crianças convivam juntamente com a sociedade para alcançar produtividade, crescendo assim, o que chamamos de Educação Especial, onde estas crianças têm qualidades, necessidades e dificuldades diferentes, precisam então de um atendimento específico, sendo usado em casa, em escolas normais e especiais, o que se leva em consideração são as necessidades a serem atendidas de cada grupo em específico, existe um ser humano com habilidades e dificuldades como todos nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Hoje, com experiências da educação especial tem-se as informações de que o portador de Síndrome de Down possui apenas um ritmo de aprendizado mais lento, embora as etapas são as mesmas e a educação especial foi feita justamente para acelerar o processo de lentidão que a síndrome acarreta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Apesar de estar na Constituição brasileira que o portador de deficiência mental possui atendimento educacional especializado na rede regular de ensino, na prática isto não acontece e a espera pelo Congresso que vote para que qualquer escola do país aceite o portador de deficiência mental, sobre os critérios de elegibilidade para inserí-los nos programas que atendam as necessidades da criança qualitativamente, pois integrar o excepcional é praticar a democracia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Neste contexto nos deparamos com diversas considerações sobre esses segmentos, considerando essas crianças tão especiais como produto de um sistema caótico, de valores questionáveis na exclusão dos ditos “diferentes”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A educação do portador de Síndrome de Down é limitada pois quando nos referimos a Síndrome de Down, fala-se em diminuição de inteligência ao nascer, enfatiza-se a condição na qual o cérebro (órgão essencial da aprendizagem) está impedido de atingir um desenvolvimento, dificultando a aprendizagem do indivíduo privando-o de ajustar-se socialmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Nesta definição observa-se conceitos fundamentais para delinearmos um perfil sobre PNEE (Portador de Necessidades Educativas e Especiais) nos quais focalizamos o desenvolvimento, aprendizagem e ajustamento social iniciando-se de certa forma, novas expectativas colocadas em relação aos portadores de deficiência mental, o que conseqüentemente acentua, a importância do enfoque educacional no atendimento de alunos com deficiência mental em geral, vários são os obstáculos já vencidos pelos PNEE, pois há poucos anos lhes era dado ao menos o direito da educação. Esta inclusive é uma questão controvertida, embora a constituição brasileira seja explícita, quanto a importância da integração do portador de necessidades especiais na sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Mas especificamente a nova LDB 9394/96 no que se refere ao capítulo III do direito à educação e do dever de Educar artigo 4º, parágrafo III, diz claro e direto que o atendimento educacional especializado é gratuito ao educando com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Sem contar que a nova de Diretrizes e Bases define em capítulo a educação especial sem sombra de dúvidas, isto significa um grande salto em relação a legislação anterior a 5692 que diferenciou apenas um artigo o que causou insatisfação por parte dos especialistas do ramo, mas foi a partir deste único artigo que muitas normas ou portaria, decretos, foram desenvolvidos pelo sistema de ensino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Hoje há preocupação enfatizar na nova LDB assuntos referentes a currículos, técnicas materiais didáticos, capacitação de professores para o melhoramento do atendimento dos PNEE (Portador de Necessidades Educativas e Especiais).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Há uma luta paralela a ser vencida para fins de educação formal. Esses indivíduos são consideráveis “treináveis” (e não educáveis) o que lhes limita as oportunidades de aprendizagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Na presença de que a priori este título de treinável seja superado (dado pela educação formal), surgiu numa época em que as crianças portadoras desta síndrome eram institucionalizadas e não tinham oportunidades de receber estimulação capaz de favorecer seu desenvolvimento neuro-psico-motor. Até então, nunca haviam sido submetidas a um trabalho escolar e acreditava-se que eram totalmente desprovidas de inteligência. No entanto, nossa experiência demonstra que, numa atmosfera de aprendizagem adequada adquirem desenvolvimento acadêmico jamais imaginado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Mas a questão não é somente essa, pois chamar uma criança de “treinável” ou “educável” não indica ao professor, à família, ou a qualquer profissional o que fazer com ela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Porém, quando fala-se em dificuldades de aprendizagem, estamos falando em nos preocupar não só em identificar o que a criança não consegue realizar, mas também em fazer algo para ajudá-lo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A trajetória de crianças das classes subordinadas sob o primato da educação especial parece claro: insucesso, desvio comportamental, encaminhamento para triagem psicológica e subseqüente confirmação de “deficiência mental” através do aparato “científico e tecnológico” e envio às classes especiais. Lá o espera o mesmo ensino ou às vezes de pior qualidade em relação ao ensino regular, seguido de novo fracasso, desta vez já amenizado pelo estigma de “deficiência mental” e a exclusão em espaço de tempo variável, sem possibilidades de aspirar ao retorno à educação regular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Fica aparente a função ideológica de legitimação da escola. Neste caso, MONDINI (2000) ao analisar as turmas especiais, atribui resquícios de traços escolares antiquados, onde “objetiva explicitamente a reprodução das classes sociais” (p.24). É prévia que, a medida em que ocorre o ajuste de sistema as funções ideológicas de equalização, passaria a uma discriminação dissimulada, levando a extinção das “turmas especiais” na hipótese de marginalização cultural, que atribui as diferenças fundamentalmente às desvantagens ou diferenças culturais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Ao analisar o lugar do psicólogo na divisão social do trabalho, afirma que o psicólogo registra e separa as categorias de “normal e excepcional” a partir da definição de “homem normal”, cuida pelo processo de produção capitalista: normal é aquele que se enquadra ao processo de trabalho instituído pelo capital e excepcional é aquele cujo trabalho não pode ser convertido em valor de troca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Hoje, quando está em voga falar na função da psicologia: como um instrumento de dominação de classe, tanto ao fornecer suporte ideológico em científico, quanto contribuindo através de sua termologia e na sua prática profissional nessa denominação. E a classe especial?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Não é novidade reafirmar que a escola, longe de promover a equalização social, constitui-se como um dos instrumentos de reprodução da cultura dominante e sociológico, filosófico e legal exigem o abandono das práticas segregacionais que ao longo da história, marginalizaram e estigmatizaram pessoas com diferenças individuais mais acentuadas, vale destacar que as práticas foram e continuam sendo calcadas em atitudes humanas frente as barreiras físicas e sociais que dificultam o processo de integração dos portadores de deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;De pouco adiantarão leis, se no seu bojo não houver conscientização da comunidade para os benefícios de integração e firme vontade política de operacionalizá-la às deficiências. Embora as definições clássicas apresentem-se com enfermidades ou defeitos intrínsecos, a capacidade provocada pelas deficiências é função de relação entre a pessoa portadora de deficiência e seu ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Os mecanismos de segregação e de exclusão são amplamente praticados. A escola que deveria ser para o povo (como relata a nova LDB Escola para Todos) volta-se contra o povo. O aluno pobre é marcado pela denominação que produz e reproduz o fracasso escolar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Quando o aluno além de pertencer a uma classe menos favorável é portador de alguma deficiência física, sensorial ou mental. Para estes, a escolarização é uma conquista e um desafio permanente, porque a escola espelha e espalha estigmas. Que tipo de escola é a mais adequada para tais alunos? Quais são e como são os professores desses educandos? Onde e como se formam? Quais são os pressupostos e os paradigmas da educação especial?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Comumente diz-se que a escola não está preparada para receber este ou aquele aluno que apresenta algum comprometimento acentuado de suas faculdades físicas, sensoriais e mentais. Via de regra, recomenda-se o encaminhamento para uma escola autorizada de que o aluno está em condições de acompanhar os demais. O mesmo acontece com os educandos que conseguirem ingressar na escola e não apresentam o aproveitamento compatível com a performance exigida ficam estagnados vários anos, sem esperança de aprovação, logo, o jeito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;é encaminhá-los para o diagnóstico médico ou psicológico na expectativa de confirmação de suspeita de deficiência mental leve. As dificuldades específicas de aprendizagem são deslocadas para a escola especial. Comunga-se a idéia de que é o lugar propício porque reúne as condições apropriadas para o atendimento de sua clientela: número reduzido de alunos em cada turma, classes relativamente homogêneas, pessoas habilitadas, currículos adaptados, equipes interdisciplinares, recursos, materiais e pedagógicos adequados, atendimentos complementares. Quem garante que tais escolas, a rigor apresentam as condições apontadas?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Até que ponto a segregação dos alunos não serve à ocultação e mascaramento dos problemas escolares? As escolas especiais por algum motivo estarão imunes ao sucateamento e depauperação das escolas públicas em geral? Não estará a qualidade de atendimento igualmente comprometida? Não será uma ilusão ou uma defesa acreditar que estão devidamente capacitados para atenderem sua clientela? Qual será de fato sua legítima clientela?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Para BILACHI (2000) (...) “as classes especiais e as escolas especializadas, públicas ou particulares não tem evidenciado os resultados de sua atuação no sistema escolar. Por outro lado, o desconhecimento de seu papel tem acarretado, muitas vezes, sua disfunção transformando-as em depositários dos problemas de aprendizagem detectados nas escolas, contribuindo para solidificar mitos e slogans sobre suas desvantagens e prejuízos. Além disso, tem-lhes sido imputado a função ideológica, discriminação negativa e dissimulação das dificuldades impostas às crianças das classes populares confundida como panacéia para o fracasso escolar produzido a educação especial tem sua validade posta em dúvida, principalmente para os educandos deficientes mentais. Em tal contexto fica comprometida a realização do direito a educação escolar. Quando muito, permanece a possibilidade de educação como parte de programas de habilitação e reabilitação fora do sistema escolar. O encaminhamento para superar tal situação envolveria, de um lado a classificação do significado de seu papel e de outro, uma avaliação objetiva de seu desempenho”. (...) (p.36)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Nem todas as escolas especiais cumprem seu papel primordial enquanto espaço de aprendizagem, sobretudo quando se trata de educandos portadores de deficiência mental ou outras síndromes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Segundo WERNECK (1995) (...) “Os portadores de Síndrome de Down tem capacidade de aprender, dependendo da estimulação recebida e da maturação de cada um o desenvolvimento afetivo e emocional da criança também adquire papel importante” (...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;(p.164).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;As escolas destinadas exclusivamente à alunos ou deficientes visuais ou auditivos conseguem cumprir este papel tanto quanto a maioria das escolas regulares de ensino comum, ou seja, estão igualmente sujeitas as precariedades das condições e ao questionamento de qualidade de ensino, distinguindo-se, talvez, pela preponderância ao assistencialismo. Não se pode negar porém, o fato de tais instituições apresentarem demanda de abrigo tornando-se redutos de segregação e adestramento. As famílias sentem-se aliviadas quando encontram um lugar para seus filhos resignarem-se diante do “professor” de semi-alfabetização ou no mínimo de escolarização possível dentro de um tempo máximo. A peregrinação em busca de uma escola ou “abrigo temporário” e o convívio com nãos e senão “obscurecem a consciência crítica, inibida pelas investigadas de aceitação, emergência de sentimentos de “menos valia” e atitudes de gratidão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Outra característica dessas escolas é a prevalência do enfoque clínico sobre o pedagógico onde os profissionais estão aprisionados à condição orgânica dos indivíduos excepcionais como definidora de limitações e incapacidades. Muitas vezes o aluno é submetido a um ritual de exames e intervenções terapêuticas que se não o retira da sala de aula contribui para restringir as atividades pedagógicas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;As escolas são redutos isolados com pouca ou nenhuma autonomia e poder de articulação. Essa situação engendra um modelo assistencial e educacional que tem efeitos significativos na vida de seus benefícios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A descontinuidade dos seguimentos de educação e saúde é marcada pelo fenômeno da medicalização entre ambas e como um dos elementos do fracasso escolar, criando-se uma relação perversa na qual os problemas escolares e serem tratados do ponto de vista patológico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Em se tratando de escola especial, essa situação de convivência cotidiana tende a cristalizarse, institucionalizando-se a patologia da qual sua população discente é portadora. Isso resulta no distanciamento do compromisso da escola, esvaziando-se do sentido pedagógico e transformando-se num espaço eminentemente clínico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A modificação deste contexto depende de certa disponibilidade de mudança de postura dos profissionais de educação especial no sentido de revisão de concepções e pressupostos equivocados. Isso implica em adesão a novos paradigmas que concebem o indivíduo excepcional como sujeito desejante, inscrito no estatuto do direito e da cidadania e para isso, é preciso desmobilizar a diferença enquanto desigualdade e inferioridade, compreendendo as deficiências como uma das contingências do ser humano que o torna vulnerável diante do outro e que esse outro se torna vulnerável diante da deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Portanto é imprescindível que conheçamos o conceito inclusivista para que possamos fazer parte da construção de uma sociedade para todos que independa de cor, idade, gênero, necessidade especial ou qualquer outra atribuição humana&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A INSERÇÃO DO PORTADOR DE SÍNDROME DE DOWN NA ESCOLA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;INCLUSIVA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A integração envolve inúmeros aspectos. Não são poucas as restrições por parte dos pais, alunos e algumas vezes, professores das escolas regulares no que se refere a admissão dos educandos com necessidades especiais. Tais restrições originam-se sobretudo no profundo desconhecimento (por parte daqueles que não estão envolvidos com o problema), dos padrões de comportamento dos que possuem deficiências sobretudo os de natureza mental, conduzindo habitualmente, os temores desprovidos de qualquer fundamento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;comprovável. Há ainda o outro lado da questão. Trata-se das restrições apontadas pelos próprios pais dos portadores de deficiência, que temem ver os filhos expostos a algum tipo de constrangimento, constrangerem-se, eles mesmos, diante da perspectiva de tê-los comparados a “normalidade consentida”. A partir do estudo do conceito de normalização introduzida da Dinamarca através de pensadores como Nckkelsen, Bentgt Birge e defendido posteriormente pelas numerosas publicações de Wolf Wolensberger no Canadá e demais países, aqueles princípios tornaramse a linha mestra dos planos, programas e projetos empregados na educação especial. O princípio de normalização segundo a definição de seu grande defensor, Bentgt Nirge, consiste em “tornar disponíveis para as pessoas deficientes, condições e modelos de vida que sejam tão similares quanto as normas e modelos encontrados na sociedade em geral”. Normalização em educação especial significa que as pessoas portadoras de necessidades especiais recebem as mesmas oportunidades que são oferecidas as pessoas normais, visando realizar suas potencialidades através de condições educacionais adequadas. Do princípio de normalização outros surgiram sintetizados, principalmente, pela reivindicação de defendê-la para a integração consigo mesmo e com a sociedade onde vive. O objetivo final do princípio de Normalização é facilitar a integração de pessoas portadoras de necessidades especiais. A integração em si mesma é um valor, um ideal que cada ser humano persegue em busca da auto-realização.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Os fundamentos axiológicos de integração de pessoas portadoras de deficiência envolvem valores e normas sociais geradoras de propostas sócio-políticas e éticas. Defende-se a eliminação de qualquer prática discriminatória e todos os movimentos favoráveis aos direitos civis, os avanços no pensamento sobre o portador de Síndrome de Down.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Elementos simples como música, ritmos, movimentos, cores e texturas são ferramentas valiosas na recuperação do portador de Síndrome de Down. A arte estimula regiões do cérebro que outras técnicas não conseguem alcançar, pois, tendo um poderoso dom de elevar a outro auto-estima do portador de deficiência e ainda favorece sua integração com a sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A educação dos alunos Portadores de Necessidades Educativas Especiais – PNEE incluídos nas escolas regulares públicas e privadas, não diz respeito somente a uma exigência da nova LDB, ou apenas aos professores envolvidos numa instituição especializada. Ela não deve ser também um objetivo dos profissionais de saúde, mas sim, um dever de todos os segmentos da sociedade, por meio de um esforço contínuo para garantir que este seja o principal objetivo de uma educação que se pretende: democrática e principalmente humana. Dessa forma cabe à universidade o papel de acompanhar o desenvolvimento científico da educação inclusiva, tendo como principal ponto o educador que embora seja um elemento fundamental para a transformação social, é isento de conhecimentos básicos, teóricos e práticos, para que se possa objetivamente acabar com a exclusão na educação brasileira. Para atender de forma satisfatória os interesses da população, o aperfeiçoamento contínuo e a transmissão de conhecimentos de educadores e estudantes torna-se indispensável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A inclusão dos alunos excepcionais não é uma conquista fácil, mas faz-se possível e necessária, pois para que esta se torne realidade, o sistema educacional deve se reestruturar deixando transparente que não são os PNEE que devem se transformar para se integrar a ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Ainda é comum que as escolas recusem sutilmente os alunos PNEE, passando aos pais a informação de que aquela instituição não está preparada para oferecer o atendimento adequado a seu filho. A criança acaba sendo encaminhada a uma organização assistencial o que reforça a segregação do aluno.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;As escolas públicas regulares estão capacitadas para receber esses alunos? Cabe às secretarias de educação estadual ou municipal, realizar um estudo de caso a caso de modo a identificar a possibilidade de remanejamento do PNEE para uma escola preparada para atendê-los. Caso isso não seja possível, uma solicitação deve ser enviada ao Ministério da Educação e Cultura (MEC) que providenciará um curso de capacitação de professores. Com esse fim, o MEC destina uma verba suplementar as secretarias de educação que se encarrega de desenvolver um treinamento com professores, de cerca de 80 horas além de fornecer livros e vídeos sobre deficiência mental e auditiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O MEC recomenda ainda a realização de parcerias com faculdades e organizações não governamentais, que podem oferecer consultores e especialistas para orientar o professor na educação do aluno especial. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A proposta de fusão da escola regular com a especial é polêmica, pois sofre restrições, mas favorece ricas discussões e pesquisas, contudo, para que não seja apenas um discurso descomprometido politicamente que apenas escamoteia uma vaga concepção de democracia de haver ações concretas fazendo-se necessária.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A mesma concepção histórica utilizada para discriminar mulheres, negros, índios, justifica também a exclusão do educador portador de Síndrome de Down, bem como de outras deficiências. Afinal, a educação burguesa responde-se pelo atendimento das necessidades e interesses de uma classe favorecida. A educação escolar que realmente deseja converter-se e,democrática garantindo a educação como direitos de todos, tem o dever de incorporar também o educando com necessidades especiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;É importante enfatizar que a disciplina que trata dos fundamentos da Educação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Especial seja indispensável na formação de educadores e que estes devam ser propiciado acesso a formação continuada nesta área, mas defende-se a necessidade de conscientização de que toda classe escolar é necessariamente heterogênea e traz consigo a multiplicidade e substantivos, diferenças incorporadas por razões históricas, culturais, sociais, físicas ou mentais com o caso da Síndrome de Down.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Acredita-se que o desejo maior seja encontrar suporte científico, filosófico, recursos humanos e lucidez para definir a ação educacional diante de classes tão distintas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A educação de alunos com necessidades educativas especiais tem o mesmo objetivo da educação de qualquer cidadão. Porém, para alcançar tais objetivos algumas modificações são requeridas na organização e no funcionamento da escola. O educador deve ser comprometido com a filosofia da inclusão, estimulando os educandos a direcionarem sua aprendizagem de modo a aumentar sua autoconfiança, a participar plenamente da sociedade a usar mais o seu poder pessoal e a desafiar a sociedade para mudança. É preciso convicção na capacidade que toda criança tem de aprender, defendendo a idéia de que a escola deve transformar-se para atender a diversidade e não fundamentar-se na lógica da homogeneidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O processo de inclusão não é algo fácil e sim, gerador de conflitos, angústias; entretanto, trata-se de justiça social o que o sistema não pode ignorar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O educador por si só não garante a inclusão do Portador de Necessidades&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Educativas e Especiais. Incluir não se trata apenas em permitir que este, esteja entre paredes comuns, transite pelos mesmos corredores, pátio, refeitório e demais dependências freqüentadas pelos outros alunos (estes ditos “normais”). Para tanto, são exigidas condições favoráveis como: definição de gestão democrática da escola, contemplando os interesses coletivos pelo atendimento aos educandos com necessidades especiais, formação e apoio de professores; planejamento de currículos; priorização dos conteúdos, incluindo adaptações necessárias; revisão de critérios de agrupamento de alunos; de avaliação de promoção e garantia de recursos materiais e instrucionais necessários.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A atuação da escola com relação a inclusão exige uma abordagem holística do educando portador de deficiência que revele seu contexto de vida na família, escola e sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Segundo CARTOLANO (1998) “ (...) diante da aceleração das mudanças, das novas descobertas das ciências e das tecnologias modernas, é preciso que estejamos sempre de espírito aberto à pesquisa, à busca incessante de novas respostas que nos ajudam a repensar o velho e a enfrentar o novo” (...) (p. 29-30).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Para a conquista da educação escolar que não exclua qualquer educando, faz-se necessário o entendimento de que a integração ou a inclusão não se efetivarão com a mera extinção das escolas especiais. Para alguns educandos com as necessidades educacionais especiais, estas são as reais escolas inclusivas, enquanto para outros, tornam-se dispensáveis ou espaços segregados. É fundamental a compreensão de que a integração pressupõe ampliação da participação em situações comuns para os grupos que se encontravam excluídos, seja em escolas especiais ou os que nunca tiveram acesso, segregados nos próprios residenciais e comunidades. E para todos deve-se buscar a educação escolar baseada no princípio da inclusão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O motivo que sustenta a luta pela inclusão como uma nova perspectiva para as pessoas com necessidades especiais, é a qualidade do ensino nas escolas públicas e privadas de modo que se tornem aptos para responder às necessidades dos seus alunos, respeitando suas peculiaridades, não apenas alguns deles como, por exemplo, o Portador de Necessidades Educacionais Especiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Somente quando esgotadas as possibilidades de ensino comum, deve-se dispor de serviços especiais. Acredita-se que escolas especiais não devam ser consideradas um mal a ser evitado pois para significativa parcela da população portadora de deficiência tem significado o único espaço escolar. É essencial lembrar a caminhada histórica destas instituições, consideram seus méritos a fim de que não sejam simplesmente destacadas, afinal, foram as escolas especiais que ocuparam a lacuna deixada pelo poder público, referente ao atendimento às crianças com necessidades educacionais especiais e ainda fazem em relação as crianças que se tornaram adultos ou idosos com tais necessidades. Para que a escola regular possa atender qualitativamente a todos os educandos, independente da severidade de seu déficit é necessário redefinir e colocar em ação novas alternativas pedagógicas, compatíveis com este grande desafio. Para isto, é preciso uma nova escola que tenha coragem para criar e questionar o que está estabelecido em buscar rumos inovadores necessários à inclusão. No entanto, a sociedade capitalista em que vivemos não exclui apenas o educando portador de deficiências, exclui também muitas de suas famílias. O capitalismo faz da exclusão a regra; então, como incluir de fato os que não são reconhecidos pela sociedade? Trata-se de um grande desafio que não pode ser ignorado pelos movimentos defensores ou segregação do educando com necessidades educacionais especiais, dependendo essencialmente da concepção de homem e de sociedade que seus membros concretizam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;No entanto, é mais cômodo tanto para a escola conseqüentemente para a sociedade receber alunos em vez de buscar soluções que permitam sua inserção na sociedade escolar e fora dela. Ainda é mais confortável assumir a falta de formação e de informação a buscar os caminhos entre o ideal e o possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;CONCLUSÃO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Contudo, a educação brasileira caminha paulatinamente, haja visto que já se notam a importância de se educar e dar a verdadeira oportunidade, pois sabemos que a criança com Síndrome de Down ou outra deficiência tem a mesma necessidade básica isso inclui não somente o aspecto de sobrevivência, mas também as de estima. O Portador de Necessidades Educativas e Especiais (PNEE) vive num estado constante de ajustamento em conseqüência disso, sua vida é pautada por uma contínua busca de aprender, aspirando, como toda pessoa a fazer algo que lhe dê a sensação de realização.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Por esta situação o PNEE tem o mesmo valor como pessoa e certa capacidade de auto-realizaçao que lhe possibilita atingir o limite máximo de sua potencialidade do que propriamente a cura. É necessário que seja encarado como um indivíduo cujo o comportamento é afetado pelas suas próprias forças tanto quanto pela força adversa (que vem de fora).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Mas a escola inclusiva que foi o tema central desse TCC, vem para universalizar ainda mais os direitos a educação, pois os excepcionais devem ser ensinados no mesmo contexto curricular e instrucional como os demais colegas de classe. Materiais curriculares comuns podem ser adaptados se precisar, mas somente até o nível necessário para satisfazer as necessidades de aprendizagem de qualquer aluno. Devem ser aplicadas as classes marcadas pela diversidade humana as seguintes acessorias professores especializados anexando-se aos professores que cuidam da pedagogia especial. Baseando no aprendizado fundamentado em atividades diversificadas são parte importante da educação inclusiva os relacionamentos e interações sociais. Assim como os demais alunos, aqueles com deficiência também precisam participar da vida social da escola, pois quanto mais vivo estiverem componentes que servirão para o desenvolvimento do PNEE maiores serão as chances de que a escola incluirá crianças e&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;jovens portadores de deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O processo de inclusão do Portador de Necessidades Educativas Especiais (PNEE), nas escolas regulares vem desde 1970 em classes especiais, mas o atual processo de inclusão visa um ensino de qualidade para todos. Mas precisamos nos preparar para esse ato de direitos humanos, visto que todos nós de uma forma ou de outra já fomos ou somos exclusivos de alguma maneira de certos grupos sociais. Nossa sociedade é exclusiva, isto é, nossa escola e nossa sociedade excluem aqueles que estão fora dos padrões e expectativas determinadas. O professor que estiver em sala de aula com o Portador de Síndrome de Down deverá aos poucos romper com este modelo, não rotulando seus alunos, não se baseando em diagnósticos e sim no que está sendo observado, aplicando avaliações contínuas e não em determinados momentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A inclusão de PNEE nas escolas regulares já é uma realidade, os pais destas crianças ou adolescentes, tendo o respaldo da Lei Diretrizes e Bases, Carta de Salamanca, tem procurado as escolas regulares para que seus filhos freqüentem estas salas cumprindo a legislação vigente para que haja necessidade de desenvolvimento social, criando um&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;compromisso de oferecer o máximo de apoio que um estudante precisa para se obter êxito, compreendendo que estes, tenham as mesmas metas educacionais para que juntos aprendam em classes comuns. Os profissionais da educação estando envolvidos com o processo de inclusão, levam propostas que tem por objetivo trabalhar o processo inclusivo em todos os aspectos, assim como professores, terapeutas, paraprofissionais e diretores vendo a si próprios e se engajando para uma nova perspectiva, nascendo assim, uma consciência de cidadania. Acreditamos, no entanto que teremos respondido boa parte das inquietações, quando nos referimos a inclusão do Portador de Síndrome de Down na escola regular para que todas as crianças e todos os adultos jovens como pessoas, enfocando os sonhos e metas dos pais para o o futuro dos filhos e que através deste incentivo haja uma realização profissional e para isto, precisa-se de qualidade nos serviços de atendimentos essenciais para o PNEE.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Quando nós como seres humanos estivermos dispostos a encarar este indivíduo não como diferentes, mas sim, como aquele que detém capacidade de fato limitado, mas que tem tanto direito como nós temos de ocupar o seu espaço social, desenvolvendo a apreciação pela diversidade individual numa educação multicultural.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Quando pararmos de estereotipar indivíduos, julgando por suas vestes ou aparência física, quando a sociedade estiver devidamente comprometida com a situação do PNEE e não com modelos preconceituados por ela, mas sim, para que na escola da vida tenhamos os mesmos objetivos comuns, para que cheguemos a soluções pertinentes, atingindo melhores dias de glória no trato da criança excepcional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Pedagogia do Centro de Ciências Humanas e Educação da UNAMA&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dayza de Oliveira Silva&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gláucia Júnia Costa de Freitas Cabral&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-8784937045240056071?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/8784937045240056071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/processo-de-insercao-de-sindrome-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/8784937045240056071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/8784937045240056071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/processo-de-insercao-de-sindrome-de.html' title='Processo de Inserção de Síndrome de Down na Escola Inclusiva'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-7016442354420330170</id><published>2011-01-25T03:03:00.001-08:00</published><updated>2011-01-25T03:03:51.256-08:00</updated><title type='text'>QUAL É O MELHOR TIPO DE ESCOLA PARA UMA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Os pais, com justa razão, muitas vezes não sabem se o melhor é matriculá-los numa escola regular ou especial &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Os pais de crianças com síndrome de Down se defrontam com alguns dilemas quando seus filhos atingem a idade de freqüentar a escola. Se questionam se devem ou não colocá-los numa escola e se essa escola deve ser regular ou especial. "A entrada dos filhos na escola, tanto na educação infantil quanto no ensino fundamental, representam momentos marcantes para seus pais", explica Fernanda Travassos Rodriguez, psicóloga, terapeuta de família e doutoranda em psicologia clínica na PUC do Rio de Janeiro. "Suscita temores ligados a adaptação e proteção", acrescenta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Entretanto, é importante lembrar, esses dois momentos são distintos e geram ansiedades especificas. "Porém, sabe-se que quando a inclusão é bem feita, a socialização começa a se dar de maneira muito fluida", conta. Fernanda Travassos lembra que o nosso modelo de educação tem um padrão que não contribui muito para a inclusão. "Mas com freqüência percebemos boas experiências de inclusão em escolas consideradas ‘alternativas’, são as escolas construtivistas, a montessorianas, e outras", explica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;De acordo com a psicóloga, as duas opções apresentam lados positivos e negativos. Ela explica: "Se de um lado a criança portadora da síndrome de Down tem muito a ganhar em termos sócios afetivos permanecendo no ensino regular, na maioria das vezes, estas escolas têm poucas alternativas para oferecer a estes alunos na apreensão dos conteúdos em sala de aula. Em contraste, as escolas especiais que, cada vez mais são escassas, no entanto, foca-se mais no seu aprendizado formal, usando ferramentas adequadas para a sua aprendizagem".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Fernanda Travassos enfatiza que é no ensino fundamental, quando este é desenvolvido numa escola regular, que os problemas se tornam mais evidentes. "É que a partir do ensino fundamental, quando a criança deve apreender muitos novos conteúdos escolares e, na maioria das vezes, as turmas das escolas regulares são grandes, não permitindo que o professor de uma atenção especializada ao aluno".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Diante do exposto, a pergunta que se coloca é: por qual escola então optar?. Fernanda Travessos alerta que não existe uma "receita de bolo" para estes casos. Ela tem razão pois as crianças com síndrome de Down, assim como outra criança qualquer, são muito diferentes entre si, tanto acerca de sua personalidade quanto em relação aos diversos e variados interesses e habilidades. Esses aspectos devem ser considerados pelos pais na hora da fecharem sua decisão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;"Algumas vezes aconselhamos uma mescla destes modelos", diz a psicóloga. Porém, quando os pais não conseguem escolher e sentem um peso muito grande sobre a sua responsabilidade, argumentando de forma legítima que não são especialistas em educação, eles devem buscar um profissional qualificado da área de psicologia ou pedagogia para que os ajude a fazer essa opção de forma coerente com o seu modelo de família e levando em conta a singularidade de seu próprio filho. "Uma experiência exitosa para um amiguinho pode ser desastrosa para o seu próprio filho, visto que cada indivíduo portador ou não de síndrome de Down é única", ressalta Fernanda Travassos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-7016442354420330170?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/7016442354420330170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/qual-e-o-melhor-tipo-de-escola-para-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7016442354420330170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7016442354420330170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/qual-e-o-melhor-tipo-de-escola-para-uma.html' title='QUAL É O MELHOR TIPO DE ESCOLA PARA UMA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN?'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-1619236443822767156</id><published>2011-01-25T02:34:00.000-08:00</published><updated>2011-01-25T02:34:04.643-08:00</updated><title type='text'>Procurador Geral da República defende direito à audiodescrição</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: large;"&gt;Segundo parecer, o recurso deve ser implementado para garantir o direito de informação e de entretenimento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: large;"&gt;O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou ao Supremo Tribunal Federal parecer pela procedência da arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF 160) que pede a implementação imediata da audiodescrição no sistema de telecomunicações e na programação da televisão brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: large;"&gt;De acordo com o parecer elaborado pela vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat, a proposta é adequada para realizar o direito de informação e de entretenimento das pessoas com deficiência visual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: large;"&gt;No parecer, a vice-procuradora-geral cita Norma Complementar 01/2006, sobre recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência, segundo a qual audiodescrição corresponde a uma locução, em língua portuguesa, sobreposta ao som original do programa, destinada a descrever imagens, sons, textos e demais informações que não poderiam ser percebidos ou compreendidos por pessoas com deficiência visual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: large;"&gt;A ADPF foi proposta pelo Conselho Nacional dos Centros de Vida Independente e pela &lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; contra a Portaria 661, de 14 de outubro de 2008, do Ministério das Comunicações, que suspende a obrigatoriedade de adaptação e veiculação da audiodescrição na programação exibida pelas exploradoras do serviço de radiodifusão de sons e imagens e do serviço de retransmissão de televisão. Os autores apontam a violação de vários dispositivos da Constituição e da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: large;"&gt;Normas – O Ministério das Comunicações instituiu a Norma Complementar 01/2006, precedida de ampla consulta pública, que definiu prazo de dois anos para que as emissoras tivessem tempo para promover as adequações necessárias em sua programação, além de um cronograma progressivo de quantidade diária de programação que deveria ser transmitida com os recursos de acessibilidade. Depois, portarias foram editadas para suspender a exigência da audiodescrição e para conceder prazo para que as emissoras iniciassem a transmissão de seus programas com o recurso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: large;"&gt;Segundo o parecer, a Portaria 661, ora questionada, suspendeu a exigência mas, posteriormente, os autores enviaram memorial ao STF noticiando a edição da Portaria 985, de 26 de novembro de 2009, que convocou nova consulta pública e estabeleceu a exigência de audiodescrição para 1º de julho de 2011 (e, no prazo de dez anos, uma carga de 24 horas semanais de programação adaptada).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: large;"&gt;Para a vice-PGR, a substituição do ato normativo originalmente impugnado por outro de mesma natureza, conteúdo parecido e identidade de propósito deve ser aceita como emenda à inicial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: large;"&gt;Direito – Para Duprat, estabelecido na legislação brasileira, a partir da Constituição e com amparo em leis específicas, o direito de acesso das pessoas com deficiência à informação e ao entretenimento nos meios de comunicação de massa audiovisuais, por meio da audiodescrição, deveria ser efetivamente implementado. Segundo defende, uma regulamentação diversa seria aceitável apenas para a promoção de ajustes razoáveis ou se viesse a oferecer uma acessibilidade mais adequada, com ganhos qualitativos em termos de direitos fundamentais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;, Courier, monospace; font-size: large;"&gt;A vice-procuradora-geral defende que a liminar deve ser deferida e, para abreviar a tramitação, também manifesta-se pela procedência do pedido no mérito. Ela considera que, tendo em vista o longo tempo decorrido desde a edição da primeira portaria sobre o assunto e considerando as sucessivas prorrogações, o STF poderá, nos termos do art. 11 da Lei 9.882/99, fixar um prazo de 60 dias ou outro considerado razoável, a fim de que as produtoras, emissoras e retransmissoras ajustem-se à exigência da audiodescrição. O relator da matéria é o ministro Marco Aurélio Mello.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-1619236443822767156?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.bengalalegal.com/blog/?p=1305' title='Procurador Geral da República defende direito à audiodescrição'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/1619236443822767156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/procurador-geral-da-republica-defende.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/1619236443822767156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/1619236443822767156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/procurador-geral-da-republica-defende.html' title='Procurador Geral da República defende direito à audiodescrição'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-5225632061576480831</id><published>2011-01-25T02:21:00.000-08:00</published><updated>2011-01-25T02:21:38.608-08:00</updated><title type='text'>Casal cria ONG que incentiva adotar crianças com deficiência</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Marcela, oito anos, foi abandonada ainda bebê com paralisia cerebral e autismo. As funcionárias do abrigo diziam que ela não reagia a nada e se espantaram quando a menina chorou no colo de Carla Penteado, 37, em visita à instituição em Aracaju (SE).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Ela e o marido, Marcelo Barreto, 43, acabaram adotando outras três meninas que “fogem” do perfil comum: Luana, 3, com síndrome de Down; Rafaela, 3 meses, hidrocefalia; e Nadine, 18, por adoção tardia (crianças mais velhas).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;A experiência com a primeira adoção -na qual Carla diz ter gastado R$ 80 mil com advogados, laudos técnicos e psicológicos, e a mudança de São Paulo para Aracaju (SE)- fez com que ela fundasse uma ONG de apoio e incentivo à adoção tardia ou de crianças com deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Em quatro anos a ATÉ (Adoção Tardia e Especial) já direcionou 50 delas para adoção e tem em seu cadastro 60 pessoas prontas a receber crianças com este perfil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;A diferença entre o cadastro da ATÉ e o do governo -CNA (Cadastro Nacional de Adoção)- é que, ao se cadastrar para adoção, os pretendentes dizem ao governo se aceitam com doença “tratável” ou “crônica”, enquanto na ATÉ dá para saber se querem com diabetes, hepatite, HIV positivo ou Down.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Para o pediatra Ricardo Halpern, presidente do departamento de desenvolvimento e comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria, os três primeiros anos são “decisivos” para desenvolver habilidades em crianças, em especial daquelas que com deficiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Foi o que aconteceu com Talita, 3 anos, com deficiência visual. Adotada por Rose Bedeschi, 48, com a ajuda da ONG ATÉ, ela não andava porque não foi estimulada a desenvolver o equilíbrio. Com o tratamento indicado e a atenção de Rose, ela já dá alguns passos sozinha. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-5225632061576480831?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.bengalalegal.com/blog/?p=1338' title='Casal cria ONG que incentiva adotar crianças com deficiência'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/5225632061576480831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/casal-cria-ong-que-incentiva-adotar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5225632061576480831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5225632061576480831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/casal-cria-ong-que-incentiva-adotar.html' title='Casal cria ONG que incentiva adotar crianças com deficiência'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-2683141592763725083</id><published>2011-01-25T01:53:00.000-08:00</published><updated>2011-01-25T01:53:45.586-08:00</updated><title type='text'>Exame de sangue da mãe detecta síndrome de Down no filho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Testando apenas o sangue da mãe, uma equipe de pesquisadores conseguiu detectar com precisão a síndrome de Down no feto, por meio do sequenciamento dos genes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Isso evita procedimentos invasivos de diagnóstico pré-natal, como a punção de líquido amniótico, que podem causar risco à gravidez.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A equipe de 24 pesquisadores liderada por Dennis Lo Yuk Ming, da Universidade Chinesa de Hong Kong, demonstrou que a análise do material genético pode eliminar a necessidade desses procedimentos na gravidez de alto risco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"A maioria das gestações estudadas estavam no primeiro trimestre, o que sugere que é possível implementar o teste mesmo no começo da gravidez", afirmam Lo e colegas sobre o sequenciamento genético.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O teste procura fragmentos do DNA fetal no sangue da mãe e determina se há cromossomo 21 triplo -causador da síndrome de Down.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Foram testadas 753 grávidas que já tinham feito os exames tradicionais. Dessas, 86 tinhas fetos com a doença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Lo e colegas já tinham publicado outro artigo, em dezembro passado, também na "Science Translational Medicine", sobre a varredura genética do sangue.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;GENE RECESSIVO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Outra pesquisa publicada ontem demostra o potencial do sequenciamento genômico para descobrir doenças hereditárias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O artigo está na última edição da "Science Translational" e mostra um teste que analisa o genoma de futuros pais e mães para detectar 448 doenças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A equipe de Stephen F. Kingsmore, do Centro Nacional para Recursos do Genoma, EUA, optou por vasculhar doenças com origem hereditária comprovada e baseada em genes ditos recessivos. A pesquisa foi feita com mais de cem amostras de DNA, não com pacientes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Nesses casos de doenças causadas por genes recessivos, o problema é provocado por apenas um gene.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Para ser afetada, a criança precisa herdar a forma recessiva, não dominante, do pai e da mãe. Se pai e mãe têm ambos uma mutação no mesmo gene recessivo, então qualquer feto estará com 25% de chance de ter a doença, como é o caso da fibrose cística (que afeta o pulmão) ou a doença de Tay-Sachs.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Kingsmore e colegas lembram que já foram identificadas 1.139 dessas doenças com origem em genes recessivos. Doenças hereditárias provocam 20% das mortes de crianças no mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Enquanto a pesquisa de Lo sobre síndrome de Down envolve fetos (é "pré-natal"), o objetivo do segundo estudo é testar se os pais são portadores dos genes que provocam a doença, um estudo "pré-concepção".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Graças a checagens pré-concepção e ao aconselhamento genético dos pais, foi possível, por exemplo, reduzir em 90% os casos da doença de Tay-Sachs, problema neurodegenerativo e incurável, entre os judeus asquenazes (da Europa central).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;APLICAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;De acordo com Kinsgmore, a principal questão associada a esse tipo de teste, para que ele seja disseminado, é a educação dos médicos e do público sobre as informações genéticas: como interpretá-las e como aplicá-las.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"Isso vai requerer o treinamento de muitos conselheiros genéticos", disse o pesquisador à Folha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ele afirma que pretende começar a oferecer o teste nos EUA já no outono deste ano (em torno de setembro, no hemisfério Norte).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"Vai levar vários anos para informar e educar os médicos sobre o teste. Nós achamos que o ritmo da adoção vai se relacionar com o custo, que deve ser de cerca de US$ 500 (R$ 837)", afirma Kingsmore.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A próxima etapa da pesquisa vai envolver pacientes voluntários. A ideia é escanear até 580 doenças simultaneamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Comentando o futuro dos testes genéticos, também na "Science Translational Medicine", o pesquisador Laird Jackson, do Hospital da Criança de Filadélfia, EUA, disse que esses estudos jogam uma luz nova sobre velhas preocupações éticas, legais e sociais associadas com a tecnologia genética.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"A tecnologia está aqui, continuando a se desenvolver, e vai se tornar mais barata, mais rápida e, portanto, mais disponível."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A questão agora é educar consumidores e profissionais sobre o poder dos testes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"Deve haver uma discussão aberta sobre suas qualidades e a respeito de sua implementação", declarou Jackson&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-2683141592763725083?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/2683141592763725083/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/exame-de-sangue-da-mae-detecta-sindrome.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/2683141592763725083'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/2683141592763725083'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/exame-de-sangue-da-mae-detecta-sindrome.html' title='Exame de sangue da mãe detecta síndrome de Down no filho'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-3776413190589445953</id><published>2011-01-08T05:36:00.000-08:00</published><updated>2011-01-08T05:36:17.353-08:00</updated><title type='text'>Direitos da Pessoa com Deficiência e Inclusão nas Escolas</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"No nosso país, temos inúmeros instrumentos legais que asseguram os direitos das pessoas com deficiência, entre os quais abordaremos os que consideramos mais relevantes, os quais certamente foram influenciados pelo texto da Constituição Federal Brasileira de 1988 que estabelece:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"constitutem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil promover o bem de todos sem preconceitos de origem, raça,sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação" (Art.3º. - inciso IV- grifo meu) "todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros (…) a inviolabilidade de seu direito à vida, à igualdade, à segurança (…) [e] punir á qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais. (Art. 5o. – grifo meu)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Nesse contexto, a sociedade civil brasileira já engajada no movimento em defesa dos direitos da criança testemunha a aprovação de leis que ratificam a CDC e garantem os direitos de crianças e jovens com deficiência: incluindo a LEI7853/89, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA- Lei 8069 e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (BRASIL, 1996), conforme a seguir apresento. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Lei 7853/89&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Muitos desconhecem esta lei, que é fundamental porque foi criada para garantir às pessoas com deficiência a sua integração social. O documento tem como normas gerais assegurar o pleno exercício dos direitos básicos desse grupo social, incluindo o direito à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer e à previdência social. No âmbito educacional, esta lei reforça os direitos da criança e do jovem com deficiência à educação, quando estabelece como crime&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;... punível com reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa: I.recusar, suspender, procrastinar, cancelar ou fazer cessar, sem justa causa, a inscrição de um aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado, por motivos derivados da deficiência que porta. (MEC/SEESP, 2001bp. 274). (A mesma lei também é valida para o mercado de trabalho e o empregador.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência (CORDE) foi reestruturada a partir da lei 7853/89 e se tornou o órgão responsável pela coordenação das ações governamentais relacionadas à pessoa com deficiência, pela elaboração de programas e projetos, e pela conscientização da sociedade quanto à integração social da pessoa com deficiência. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (Lei 8060)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O ECA foi publicado em 1990 como uma resposta às diretrizes internacionais estabelecidas pela Convenção dos Direitos da Criança (ONU, 1989). O Estatuto prioriza a criança e o adolescente e estabelece os direitos e os deveres do Estado para com todas as criança e jovens brasileiros: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punindo na forma da lei qualquer atentado por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Com relação especificamente às pessoas com deficiência, o Estatuto ressalta que terão atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS) e deverão ser atendidos, preferencialmente, no sistema regular de ensino, além de terem assegurado seu trabalho protegido. Algumas das conquistas relevantes trazidas particularmente por esta legislação são: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;(a) direito de proteção integral da criança, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;(b) o direito de ser ouvido,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;(c) o direito da criança e do adolescente de ter direitos, e &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;(d) a criação dos Conselhos Tutelares nos municípios, os quais têm como atribuição proteger a criança e o adolescente sempre que os seus direitos "forem violados ou ameaçados por ação ou omissão da sociedade ou do Estado; por falta, omissão ou abuso dos pais ouresponsáveis, em razão de sua conduta.” (ECA, 1990,:p.23)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Leis que garantam a inclusão de pessoas com deficiência, existem, no entanto o preconceito e o tratamento desigual continuam ocorrendo nas intituições escolares e no trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Leia mais: http://www.deficienteciente.com.br/2009/10/direitos-da-pessoa-com-deficiencia-e.html#ixzz1ARz9BJQF &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Under Creative Commons License: Attribution&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-3776413190589445953?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/3776413190589445953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/direitos-da-pessoa-com-deficiencia-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/3776413190589445953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/3776413190589445953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/direitos-da-pessoa-com-deficiencia-e.html' title='Direitos da Pessoa com Deficiência e Inclusão nas Escolas'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-7712636648728816628</id><published>2011-01-08T05:26:00.000-08:00</published><updated>2011-01-08T05:30:10.302-08:00</updated><title type='text'>O papel do Ministério Público.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O papel do Ministério Público na defesa da acessibilidade comunicacional. Comentários a respeito da portaria do Ministério das Comunicações sobre audiodescrição.&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mona Lisa Duarte Abdo Aziz Ismail*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;Procuradora da República em Pernambuco&lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;A base constitucional para a atribuição do Ministério Público para a defesa das pessoas com deficiência, segundo Hugo Nigro Mazzillii, é o princípio da igualdade, para compensar a deficiência fática que impede, ou pelo menos dificulta, essas pessoas de assumir por si mesmas a defesa ou o exercício de seus próprios direitos ou interesses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A Lei nº 7.853/89, que disciplina a proteção e a integração das pessoas com deficiência, foi a primeira a prever expressamente a atuação do Ministério Público nessa seara. Essa lei Conferiu ao MP tanto a incumbência da defesa coletiva das pessoas com deficiência, como previu a sua intervenção em qualquer ação em que seja parte uma pessoa nessas condições, quer se trate de deficiência física ou mental, desde que o pedido formulado esteja relacionado com essa deficiência (arts. 3º e 5º). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Os mecanismos utilizados pelo Ministério Público para promover a defesa das pessoas com deficiência são os mesmos de que dispõe para promover a defesa de qualquer outro direito difuso ou coletivo (instauração de procedimento administrativo ou inquérito civil, audiências públicas, expedição de recomendações, celebração de Termos de Ajustamento de Conduta e instauração de ação civil pública e ação penalii&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;). Vale salientar que a atuação do Ministério Público como parte em casos concretos se justifica ainda que se trate, em princípio, de promover o direito de acesso a direitos constitucionalmente assegurados a uma única pessoa com deficiência, já que, na maioria das hipóteses, é possível atribuir eficácia coletiva a essa atuação de forma a atingir todas aquelas pessoas na mesma condição que venham a necessitar do gozo do direito então assegurado. Por exemplo, atuação do Ministério Público no intuito de obrigar instituição particular de ensino superior a disponibilizar intérprete de Librasiii independente do pagamento de taxas adicionais, ainda que haja no momento apenas um aluno surdo matriculado, beneficiará também todos os alunos deficientes auditivos que proventura venham a estudar na instituição e necessitem do intérprete para cursar o ensino superior. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A Constituição Federal de 1988 trouxe vários dispositivos assegurando a integração das pessoas com deficiência. De forma mais abrangente, a Convenção sobre direitos da pessoa com deficiência adotada pela Assembleia Geral da ONU, em 13 de dezembro de 2006, foi aprovada pelo Brasil por meio do Decreto Legislativo (Dec. Nº 186/08), e posteriormente promulgada através do Decreto nº 6.949/2009, tendo seu texto valor equivalente ao de emenda constitucional (CF, art. 5º, § 3º). Após estabelecer o seu propósito e a conceituação do que significa pessoa com deficiência (art. 1º)iv, a convenção estabeleceu algumas definições (art. 2º):&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“Discriminação por motivo de deficiência” significa qualquer diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, com o propósito ou efeito de impedir ou impossibilitar o reconhecimento, o desfrute ou o exercício, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais nos âmbitos político, econômico, social, cultural, civil ou qualquer outro. Abrange todas as formas de discriminação, inclusive a recusa de adaptação razoável;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;"Adaptação razoável" significa as modificações e os ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional ou indevido, quando requeridos em cada caso, a fim de assegurar que as pessoas com deficiência possam gozar ou exercer, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos humanos e liberdades fundamentais;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“Desenho universal” significa a concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados, na maior medida possível, por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou projeto específico. O “desenho universal” não excluirá as ajudas técnicas para grupos específicos de pessoas com deficiência, quando necessárias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Em cumprimento aos comandos constitucionais que asseguram a acessibilidade, bem como no intuito de implementar a política nacional de integração da pessoa com deficiência prevista na Lei nº 7.853/89, foi editada a Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que trouxe regras e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, em relação aos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, às edificações, aos transportes e aos sistemas e meios de comunicação. Essa lei previu expressamente a eliminação de barreiras ao acesso e ao pleno exercício dos direitos pelas pessoas com deficiência, definindo como barreiras nas comunicações: qualquer entrave ou obstáculo que dificulte ou impossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos meios ou sistemas de comunicação, sejam ou não de massa (art. 2º, II, 'd'). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;No tocante à implementação da acessibilidade comunicacional, a Lei nº 10.098/2000, em seu art. 17, estipulou ao Poder Público a obrigação de promover a eliminação de barreiras na comunicação e estabelecer mecanismos e alternativas técnicas para tornar acessível os sistemas de comunicação e sinalização às pessoas portadoras de deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação, para garantir-lhes o direito de acesso à informação, à comunicação, ao trabalho, à educação, ao transporte, à cultura, ao esporte e ao lazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Como regulamento dessa lei, foi editado o Decreto nº 5.296, de 2/22/2004. Esse decreto atribuiu inicialmente a Anatel e, posteriormente, após alteração legislativa, ao Ministério das Comunicações, a competência para implementar o plano de medidas técnicas previsto na Lei 10.098/2000, utilizando entre outros mecanismos: i) a subtitulação por meio de legenda oculta (close caption); ii) a janela com intérprete de Libras e iii) a descrição e narração em voz de cenas e imagens, que consiste no recurso da audiodescrição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Com o objetivo de implementar tais medidas, foi editada a Norma Complementar nº 01/2006, aprovada pela Portaria nº 310 do MC, de 27 de junho de 2006, tornando obrigatória a adoção dos mecanismos para tornar acessível a programação das televisões abertas em todo território nacional. A portaria estabeleceu a obrigatoriedade de veiculação diária de programas com acessibilidade, por meio da oferta dos três recursos previstos no decreto-close capton, janela com intérprete de Libras e audiodescrição, a princípio, duas horas da programação exibida, devendo progressivamente ir aumentando até chegar à totalidade da programação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A Portaria trouxe a seguinte definição de audiodescrição: corresponde a uma locução, em língua portuguesa, sobreposta ao som original do programa, destinada a descrever imagens, sons, textos e demais informações que não poderiam ser percebidos ou compreendidos por pessoas com deficiência visual. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O Ministério das Comunicações concedeu o prazo de carência de dois anos para que as emissoras se preparassem para iniciar suas transmissões com a oferta dos recursos de acessibilidade. Em julho de 2008, o Ministério das Comunicações publicou a Portaria nº 466, concedendo o prazo de 90 dias para que as emissoras passassem a incluir a audiodescrição em seus programas, mantendo os demais termos da Portaria nº 310 de 2006. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Em 14 de outubro de 2008, porém, o então Ministro de Estado das Comunicações, Hélio Costa, assinou a Portaria nº 661, para submeter à consulta pública o tema relativo à promoção da acessibilidade através da audiodescrição nos serviços de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de televisão, suspendendo a portaria anterior (Portaria 466/2008) e a aplicação dos prazos previstos na Norma Complementar nº 01/2006, aprovada pela Portaria nº 310, de 27 de junho de 2006, no que se refere à obrigatoriedade de adaptação e veiculação na programação exibida através do recurso da audiodescrição, não revogando, contudo, os demais itens da portaria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Finalmente, em 25 de março do corrente ano de 2010, foi publicada a Portaria nº 188 do Ministério das Comunicações, especificamente sobre o recurso da audiodescrição. A portaria alterou a definição do mecanismo previsto na Portaria nº 310/2006, que passou a significar narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão desta por pessoas com deficiência visual e intelectual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Percebe-se que a redação atual é mais ampla e passou a incluir expressamente os deficientes intelectuais como categoria beneficiada pelo recurso. De fato, o grupo de beneficiados pelo recurso da audiodescrição é bastante amplo. O mecanismo serve para garantir o direito de acesso à programação televisiva ou obra audiovisual não apenas aos deficientes visuais, como se pensa num primeiro momento, mas a todas aquelas pessoas que por alguma deficiência mental ou nível intelectual, como os analfabetos funcionais, no caso de transmissão de filmes legendados, não consigam compreender o conteúdo da imagem e, ainda, aquelas que por conta de uma condição física não consigam se manter em posição para assistir televisão, dependendo mais de informações auditivas que visuais.v&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Para que o recurso entre em vigor, foi proposto um cronograma no qual as geradoras cedentes de programação (chamadas cabeças-de-rede) já licenciadas para transmitir com tecnologia digital terão o prazo de 12 meses, a partir de 1º de julho de 2010, para começar a fazer a audiodescrição. Neste primeiro momento, as emissoras terão que transmitir no mínimo duas horas semanais de programação audiodescrita, veiculadas no horário compreendido entre 6h e 2h. De acordo com o cronograma, esse tempo vai aumentando gradativamente até a obrigação de transmitir vinte horas semanais de conteúdo audiodescrito no prazo de 10 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;No caso das emissoras que ainda não estão licenciadas para transmitir com tecnologia digital, os prazos passam a valer a partir da data da expedição da licença para funcionamento da estação digital. Para as afiliadas ou retransmissoras, também vale a data de início da transmissão ou retransmissão com tecnologia digital, obedecendo a mesma proporção de horas e o mesmo horário estabelecido para a geradora cedente da programação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A audiodescrição, ao lado das medidas de acessibilidade já postas em prática (legenda oculta e janela com intérprete de libras), visa assegurar a equiparação de oportunidades das pessoas com deficiência no tocante ao acesso à cultura, informação, comunicação e ao lazer, tornando efetivo ao princípio da isonomia na busca da acessibilidade de forma plena.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Cumpre ao Ministério Público fiscalizar e adotar as medidas cabíveis a fim de garantir o efetivo implemento desses recursos, democratizando e tornando acessível a programação cultural e televisiva do país. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A atribuição do Ministério público para a defesa da acessibilidade das pessoas com deficiência e, em especial, no tocante ao acesso à informação e aos meios de comunicação, legitima-se tanto pelo direito da categoria em si de pessoas nessa condição, como no interesse da própria coletividade na construção de uma sociedade democrática, pautada no princípio da justiça social e no respeito à dignidade da pessoa humana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Por fim, é necessário ter em mente que o implemento da acessibilidade não é um favor ou ato de caridade estatal, mas um dever do Poder Público, juntamente com a sociedade civil, considerando que a pessoa com necessidades especiais, qualquer que seja o tipo de deficiência, física, motora, sensorial ou intelectual, é um cidadão como qualquer outro e uma pessoa completa, no que diz respeito à dignidade e ao exercício de seus direitos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Notas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;iMAZZILLI, A defesa dos interesses difusos em juízo: meio ambiente, consumidor, patrimônio cultural, patrimônio público e outros interesses. 23 ed. São Paulo: Saraiva, p. 661/667.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;iiA Lei nº 7.853/89, Art. 8º, tipificou como crime punível com reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa as seguintes condutas:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“I - recusar, suspender, procrastinar, cancelar ou fazer cessar, sem justa causa, a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado, por motivos derivados da deficiência que porta;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;II - obstar, sem justa causa, o acesso de alguém a qualquer cargo público, por motivos derivados de sua deficiência;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;III - negar, sem justa causa, a alguém, por motivos derivados de sua deficiência, emprego ou trabalho;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;IV - recusar, retardar ou dificultar internação ou deixar de prestar assistência médico-hospitalar e ambulatorial, quando possível, à pessoa portadora de deficiência;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;V - deixar de cumprir, retardar ou frustrar, sem justo motivo, a execução de ordem judicial expedida na ação civil a que alude esta Lei;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;VI - recusar, retardar ou omitir dados técnicos indispensáveis à propositura da ação civil objeto desta Lei, quando requisitados pelo Ministério Público.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;iii A Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, reconheceu a Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio legal de comunicação e expressão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;ivEis o teor do artigo 1º da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência :&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“O propósito da presente Convenção é promover, proteger e assegurar o exercício pleno e eqüitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência e promover o respeito pela sua dignidade inerente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas.” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;vNesse sentido, é esclarecedor o artigo Em defesa da Áudio-descrição: contribuições da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com deficiência (Francisco J. De Lima, Rosângela ª F Lima e Lívia C. Guedes). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-7712636648728816628?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/7712636648728816628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/mona-lisa-duarte-abdo-aziz-ismail.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7712636648728816628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/7712636648728816628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/mona-lisa-duarte-abdo-aziz-ismail.html' title='O papel do Ministério Público.'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-5358759263375854617</id><published>2011-01-08T05:10:00.000-08:00</published><updated>2011-01-08T05:10:51.199-08:00</updated><title type='text'>A pessoa portadora de deficiência e o Direito ao Trabalho no setor privado</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;AdministrativoAmbientalBiodireitoCivilComercialConstitucionalConsumidorCrônicasECAEleitoralEnsino JurídicoFamíliaFilosofiaInternacionalInternet e &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;InformáticaMarketingMercosulOutrosPenalPrevidenciárioProcessual CivilProcessual &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;PenalResenhasSociologiaTrabalhoTributário&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Beatriz Mendes, Diego José Pires, Naymi Torres, Renan Flumian, &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. O DIREITO AO TRABALHO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O direito da pessoa portadora de deficiência ao trabalho é geralmente denominado reserva de mercado. Essa reserva é estabelecida pelo art. 7.º, XXXI, da Constituição Federal (CF), que proíbe qualquer discriminação do trabalhador portador de deficiência no que tange a salário e critérios de admissão. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para tornar efetivo o direito consagrado na CF, a Lei n. 7.853/89 dispôs que órgãos entidades da Administração Direta e Indireta devem dispensar tratamento prioritário e adequado em favor das pessoas portadoras de deficiência, no sentido de viabilizar a adoção de legislação específica que discipline a reserva de mercado de trabalho nas entidades da Administração Pública e do setor privado (art. 2.o, par. ún., III, “d”).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. A RESERVA DE MERCADO E O MINISTÉRIO PÚBLICO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dando seqüência ao programa estabelecido na CF e na Lei n. 7.853/89, a Lei n. 8.213/91 introduziu a reserva de mercado (ou sistema de quotas) no setor privado, nos seguintes termos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Art. 93. A empresa com 100 (cem) ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% (dois por cento) a 5% (cinco por cento) dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I – até 200 empregados ........... 2%;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II – de 201 a 500 ..................... 3%;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;III – de 501 a 1000 .................. 4%;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;IV – de 1001 em diante ........... 5%.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O empregador que não cumprir os percentuais acima estabelecidos pode ser sancionado. Além da sanção administrativa (multas), os administradores ou gerentes podem ser sancionados com pena de reclusão, conforme prescreve a Lei n. 7.853/89:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Art. 8º: Constitui crime punível com reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;[...]&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;III – negar, sem justa causa, a alguém, por motivos derivados de sua deficiência, emprego ou trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem duas hipóteses que constituem justa causa para negar trabalho à pessoa portadora de deficiência: a) falta de habilitação; b) desinteresse da própria pessoa portadora de deficiência. O percentual previsto em lei é um patamar mínimo, só depois de completá-lo é possível argüir outros tipos de justa causa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse direito a certo percentual de vagas aloca-se no rol dos direitos difusos e coletivos, portanto é passível da ação civil pública prevista na Lei n. 7.853/89, que pode ser proposta pelo Ministério Público ou pelas associações afins. O Ministério Público do Trabalho e as associações comprometidas com a inclusão das pessoas portadoras de deficiência têm utilizado todas as prerrogativas legais (investigação, diálogo, inquérito e ação judicial) no sentido de fazer cumprir a reserva de vagas estabelecida na lei. Cabe destacar que, por iniciativa do Ministério Público do Trabalho e da Coordenadoria de Defesa dos Interesses Difusos e Coletivos (Codin), foram instaurados diversos procedimentos investigatórios que resultaram em acordos pelos quais os empresários se comprometeram, dentro de determinado prazo, a cumprir os percentuais de vagas previstos na lei. Ocorre, porém, que nem sempre as pessoas portadoras de deficiência estão habilitadas para assumir as vagas ofertadas pelo empregador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. O PROBLEMA DA HABILITAÇÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É certo que nem todas as pessoas portadoras de deficiência estão habilitadas para o trabalho. Cabe, portanto, ao Estado preparar essas pessoas por meio de políticas de habilitação ou programas especializados. Nesse sentido, a Lei n. 8.742/93, em conformidade com a CF (art. 203, IV), determina que uma das funções da assistência social consiste na “habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária” (art. 2.o, IV). Também o Dec. n. 3.298/99, que regulamenta a Lei n. 7.853/99, estabelece que a pessoa portadora de deficiência, beneficiária ou não do Regime Geral da Previdência Social, tem direito às prestações de habilitação e reabilitação profissional para capacitar-se a obter trabalho, conservá-lo e progredir profissionalmente (art. 30).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No setor privado, algumas instituições são consideradas modelos porque desenvolvem programas bem sucedidos de habilitação de pessoas portadoras de deficiência para integração no mercado de trabalho. As ações dessas instituições, que funcionam paralelamente ao Estado, têm como conseqüência um número cada vez mais expressivo de pessoas portadoras de deficiência atendidas e preparadas para exercer uma atividade. Essas pessoas vêm resgatando parte de sua cidadania por tornarem-se produtivas, tendo conhecimento de seus direitos e deveres e inserindo-se em igualdade de condições no mercado de trabalho. Dentre as instituições consideradas paradigmas, cabe destacar algumas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Associação de Pais e Amigos de Excepcionais de São Paulo (APAE/SP)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A APAE/SP tem por objetivo prevenir a deficiência e facilitar o bem-estar e a inclusão da pessoa com deficiência mental. A APAE/SP mantém o Centro de Capacitação e Orientação para o Trabalho (CCOT), no qual as pessoas são treinadas para entrar no mercado de trabalho e desempenhar funções de acordo com sua habilidade, integrando equipes de diversas empresas. Além da capacitação direta, o CCOT também faz sensibilizações em empresas para desenvolver nelas a cultura de receber em suas equipes pessoas com deficiência. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Associação para Valorização e Promoção de Excepcionais – (AVAPE)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A atuação diferenciada e a qualidade dos serviços prestados pela AVAPE obtiveram reconhecimento internacional. Ainda como resultado do impacto social de suas ações, a AVAPE vem contribuindo para as mudanças de atitude em relação às pessoas com deficiência, estimulando e praticando o conceito de inclusão e da construção de uma sociedade para todos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Centralização dos Serviços Bancários S/A (SERASA)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mantém o Programa de Empregabilidade para Pessoas com Deficiência. Trata-se de um projeto inédito desenvolvido pela área de Responsabilidade Social da empresa e visa a oferecer treinamento de qualidade, para que a pessoa se torne efetivamente competitiva no mercado de trabalho. Além de serem remunerados durante o treinamento, os portadores de deficiência recebem assistência médica, odontológica, vale-refeição, vale-transporte e seguro de vida em grupo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. CONCLUSÃO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Organização das Nações Unidas entende que as pessoas portadoras de deficiência ainda estão distantes da igualdade de oportunidade e seu grau de integração na sociedade está, na maioria dos países, longe de ser satisfatório. Em virtude disso, sugere as seguintes medidas de incentivo às empresas que contratam trabalhadores portadores de deficiência: a) sistema de cotas com incentivo; b) auxílio para as pequenas empresas ou cooperativas; c) contratos exclusivos ou direitos prioritários de produção; d) isenções fiscais; e) aquisições preferenciais ou outras modalidades de assistência financeira. Alerta, entretanto, que a política e as estruturas de apoio não devem limitar as oportunidades de trabalho nem constituir obstáculos à vitalidade do setor privado da economia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Âmbito Jurídico não se responsabiliza, nem de forma individual, nem de forma solidária, pelas opiniões, idéias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Opções&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Informações Sobre o Autor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Beatriz Mendes&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;membro do Grupo de Estudo O Direito e a Inclusão Social da Faculdade de Direito Prof. Damásio de Jesus, coordenado pelo Prof. Dr. Olney Queiroz Assis. Diego José Pires&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;membro do Grupo de Estudo O Direito e a Inclusão Social da Faculdade de Direito Prof. Damásio de Jesus, coordenado pelo Prof. Dr. Olney Queiroz Assis. Naymi Torres&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;membro do Grupo de Estudo O Direito e a Inclusão Social da Faculdade de Direito Prof. Damásio de Jesus, coordenado pelo Prof. Dr. Olney Queiroz Assis. Renan Flumian&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;membro do Grupo de Estudo O Direito e a Inclusão Social da Faculdade de Direito Prof. Damásio de Jesus, coordenado pelo Prof. Dr. Olney Queiroz Assis. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Informações Bibliográficas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MENDES, Beatriz. PIRES, Diego José. TORRES, Naymi. FLUMIAN, Renan. A pessoa portadora de deficiência e o Direito ao Trabalho no setor privado. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, 24, 31/12/2005 [Internet].&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Disponível em http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&amp;amp;artigo_id=321. Acesso em 08/01/2011. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;www.opovo.com.br/opovo/fortaleza/634099.html&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8664332441925879087-5358759263375854617?l=sindromededownexistir.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/feeds/5358759263375854617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/pessoa-portadora-de-deficiencia-e-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5358759263375854617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8664332441925879087/posts/default/5358759263375854617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://sindromededownexistir.blogspot.com/2011/01/pessoa-portadora-de-deficiencia-e-o.html' title='A pessoa portadora de deficiência e o Direito ao Trabalho no setor privado'/><author><name>EXISTIR</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12327136091821063141</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_DRG6cntI2I4/Sjmhah5ZrwI/AAAAAAAAADs/9jxUJPcAoTY/S220/mama+114.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8664332441925879087.post-8171623225015089312</id><published>2011-01-08T04:56:00.000-08:00</published><updated>2011-01-08T04:58:49.701-08:00</updated><title type='text'>Escolas não podem negar matrículas para alunos com deficiência</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O Ministério Público da Paraíba recomendou, no dia 16 de dezembro, aos secretários de Educação da Paraíba e de João Pessoa e ao presidente do Sindicato dos Dirigentes de Escolas Particulares da Capital que adotem as providências cabíveis para orientar os diretores de creches e unidades educacionais sobre a política nacional de inclusão de alunos com deficiência na rede regular de ensino e sobre as penalidades previstas para os casos de recusa de matrícula de estudantes por motivo de deficiência. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: x-large;"&gt;&lt;strong&gt;A Lei 7.853/89 estabelece que nenhuma escola pública ou privada pode rec
